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MEDALHA COMEMORATIVA DO CINQUENTENÁRIO DO “MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE” – 1968 – 2018

Por • 24 Jun, 2018 • Categoria: 10. DISTINTIVOS, INSÍGNIAS E CONDECORAÇÕES

O REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS comemora em 3 de julho próximo, o cinquentenário da inauguração do MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE, marco incontornável do seu património histórico. A Guerra do Ultramar tinha começado em 1961, ano em que as tropas paraquedistas sofreram os seus primeiros mortos em combate, e desde logo o sangue vertido pelos “boinas verdes” começou a ser honrado e lembrado. Em 1968 o monumento de Tancos foi a primeira grande expressão pública desta cultura que se mantém. 



PORTUGAL NA RCA, DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ…

Por • 24 Jun, 2018 • Categoria: 04 . PORTUGAL EM GUERRA - SÉCULO XXI, EM DESTAQUE

Foi público o motivo pelo qual o governo, com o apoio do Presidente da República e o parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional, decidiu empenhar uma força de combate portuguesa – 160 militares, uma companhia reforçada – na missão da ONU na RCA: «…Conseguimos realizar três objetivos: acolher plenamente o pedido francês; dar credibilidade ao Estado português na luta contra o terrorismo e na relação com a UE e ainda dar uma representação mais consistente ao Estado português na ONU. E ainda se pode invocar outra vantagem que não era antecipável, que é a candidatura de António Guterres a secretário-geral da ONU, que é valorizada com uma decisão desta natureza…» (Azeredo Lopes, Expresso, 06.04.2016).



UM PÁRA-QUEDISTA OBSERVADOR MILITAR

Por • 14 Jun, 2018 • Categoria: 13. MEMÓRIA DAS MISSÕES DE PAZ

A partir de 1992 o Corpo de Tropas Pára-quedistas da Força Aérea Portuguesa enviou para a ex-Jugoslávia vários oficiais e um sargento como Observadores para integrar duas missões de organizações internacionais: a European Community Monitoring Mission (ECMM) e a United Nations Protection Force (UNPROFOR). Foram os primeiros pára-quedistas portugueses a participar em missões de paz integrados em organizações internacionais, e este relato sobre a guerra é de um desses pioneiros, o Tenente-coronel na situação de reforma, António Malva Antunes que foi United Nations Military Observer .



A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA

Por • 12 Jun, 2018 • Categoria: 08. JÁ LEMOS E...

“A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA, Testemunhos de Militares Portugueses ao Serviço das Nações Unidas” é um trabalho muito interessante e de leitura fácil sobre a participação de Portugal nos conflitos que acompanharam a desintegração da Jugoslávia nos anos 90 do século XX.



NA BÓSNIA E HERZEGOVINA 22 ANOS DEPOIS

Por • 10 Jun, 2018 • Categoria: 13. MEMÓRIA DAS MISSÕES DE PAZ, EM DESTAQUE

Os anos passam rápido, as memórias marcantes permanecem. O regresso àquilo que foi o Teatro de Operações da Bósnia esteve e está na mente de muitos. Passados 22 anos da primeira missão expedicionária na Europa para as Forças Armadas Portuguesas desde 1917, um pequeno grupo de veteranos dessa força na IFOR/NATO em 1996 regressou à Bósnia e Herzegovina. Aqui ficam o relato e as imagens desta experiência que teve o seu ponto alto na homenagem aos 5 pára-quedistas que ali morreram ao serviço de Portugal.



OFICIAIS MILICIANOS PÁRA-QUEDISTAS DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA (Volume I)

Por • 28 Mai, 2018 • Categoria: .

Este livro é um contributo muitíssimo bem documentado sobre aquilo que o título indica, mas muito mais. José da Fonseca Barbosa, depois de uma investigação documental de anos e de inúmeros contactos pessoais, escreveu uma obra que responde a muitas perguntas comuns, até agora sem respostas fáceis. Com o foco nos oficiais milicianos pára-quedistas, em todos mas também em cada um deles, vai muito além disso para esclarecer o leitor, mostra-nos detalhes de um tempo e de portugueses dos quais nos devemos honrar!



ARMAS DO REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS

Por • 20 Mai, 2018 • Categoria: 10. DISTINTIVOS, INSÍGNIAS E CONDECORAÇÕES, EM DESTAQUE

Dias antes do aniversário da “Casa-Mãe” das Tropas Pára-quedistas Portuguesas – Regimento de Paraquedistas da Brigada de Reação Rápida do Exército – António Sucena do Carmo publica um rigoroso artigo sobre a última actualização à sua heráldica. Mais do que isso, recorda o que tem sido legislado sobre esta matéria para uma unidade em que as vicissitudes da história têm provocado sucessivas alterações na designação e tutela, mantendo-se o fundamental da mística e das capacidades operacionais do soldado pára-quedista, o qual como foi amplamente provado em Angola, Moçambique e Guiné, e nas novas missões expedicionárias, da Bósnia ao Afeganistão, passando pelo Kosovo, Timor, Iraque e Mali, culminando nos dias de hoje com a exemplar actuação dos “seus filhos” na República Centro Africana.



DIA DA MARINHA EM PENICHE – ACTIVIDADES E VISITAS A NAVIOS

Por • 18 Mai, 2018 • Categoria: 03. REPORTAGEM, EM DESTAQUE

O Operacional desta vez apareceu sem avisar! Fomos até Peniche e juntamo-nos aos visitantes que tomavam contacto com as actividades que a Marinha ali mostrava a quem estivesse interessado – e mostra até domingo próximo. Para um dia de semana e numa pequena cidade, a afluência era maior do que seria de esperar. Aqui ficam as nossas impressões e a foto-reportagem!



EM LAMEGO COM AS OPERAÇÕES ESPECIAIS DO EXÉRCITO (II)

Por • 1 Mai, 2018 • Categoria: 03. REPORTAGEM, EM DESTAQUE

Missões internacionais e de serviço público; conclusões. Depois de nos termos referido no artigo anterior aos aspectos organizacionais e às decisões que os consolidaram e também aos equipamentos e armamentos em uso, vamos hoje olhar para o enorme leque de missões cumpridas e para aquelas que se avizinham, como uma inédita no Afeganistão muito em breve, apresentar ainda mais algum armamento e equipamento mesmo não esgotando o assunto, e depois deixar ao leitor as nossas conclusões deste dia em Lamego.



EM LAMEGO COM AS OPERAÇÕES ESPECIAIS DO EXÉRCITO (I)

Por • 29 Abr, 2018 • Categoria: 03. REPORTAGEM, EM DESTAQUE

Organização, Formação, Armamento e equipamento. As Operações Especiais do Exército Português estão a passar por um bom momento e isso notou-se na visita que fizemos a Lamego. Destacam-se as novas instalações para praças e o armamento moderno que têm à sua disposição. O Plano de Implementação da Força de Operações Especiais aprovado em 2016 é no entanto bem mais vasto do que estes aspectos que saltam à vista, os novos quadros orgânicos desse mesmo ano adequaram a organização da unidade às exigências actuais e os resultados do trabalho de anos começa a aparecer de modo marcante.