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BRIGADA DE REAÇÃO RÁPIDA ASSINALA ANIVERSÁRIO EM TOMAR

Em 29SET2018 o 13.º aniversário da Brigada de Reação Rápida realizou-se em Tomar, cidade que acolhe o Regimento de Infantaria n.º 15, e ficou marcado pelo acto formal da entrega do Estandarte Nacional que acompanhou a 3.ª FND (Conjunta) MINUSCA e a divulgação pública do inédito “louvor” que a Assembleia da República havia aprovado no dia anterior, precisamente destinado a enaltecer os militares portugueses que actuaram e actuam ao serviço das Nações Unidas e da União Europeia na República Centro Africana.

JUSTIFICA-SE A POLÍCIA JUDICIÁRIA MILITAR?

Os recentes acontecimentos relacionados com o desaparecimento e a posterior recuperação do material de guerra dos paióis de Tancos, com alguma demagogia e oportuno aproveitamento têm servido de justificação para aqueles que de há muito pretendem a extinção da Polícia Judiciária Militar (PJM) e a passagem das suas atribuições e competências para a Polícia Judiciária (civil).

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA APROVA “VOTO DE CONGRATULAÇÃO AOS MILITARES PORTUGUESES NA RCA”

A Assembleia da República numa atitude que não temos memória de ter havido outra em relação a operações militares das Forças Armadas Portuguesas, aprovou no passado dia 28SET2018, por maioria, um “Voto de congratulação aos militares portugueses na República Centro Africana”.

MEDALHA COMEMORATIVA DO CINQUENTENÁRIO DO “MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE” – 1968 – 2018

O REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS comemora em 3 de julho próximo, o cinquentenário da inauguração do MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE, marco incontornável do seu património histórico. A Guerra do Ultramar tinha começado em 1961, ano em que as tropas paraquedistas sofreram os seus primeiros mortos em combate, e desde logo o sangue vertido pelos “boinas verdes” começou a ser honrado e lembrado. Em 1968 o monumento de Tancos foi a primeira grande expressão pública desta cultura que se mantém. 

UM PÁRA-QUEDISTA OBSERVADOR MILITAR

A partir de 1992 o Corpo de Tropas Pára-quedistas da Força Aérea Portuguesa enviou para a ex-Jugoslávia vários oficiais e um sargento como Observadores para integrar duas missões de organizações internacionais: a European Community Monitoring Mission (ECMM) e a United Nations Protection Force (UNPROFOR). Foram os primeiros pára-quedistas portugueses a participar em missões de paz integrados em organizações internacionais, e este relato sobre a guerra é de um desses pioneiros, o Tenente-coronel na situação de reforma, António Malva Antunes que foi United Nations Military Observer .

A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA

“A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA, Testemunhos de Militares Portugueses ao Serviço das Nações Unidas” é um trabalho muito interessante e de leitura fácil sobre a participação de Portugal nos conflitos que acompanharam a desintegração da Jugoslávia nos anos 90 do século XX.