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FORÇAS ARMADAS PROFISSIONAIS, SOLUÇÃO PARA PORTUGAL

Perante a falta de voluntários que afecta a capacidade operacional das Forças Armadas, em especial o Exército, muitos defendem hoje o retorno ao Serviço Militar Obrigatório (SMO) o qual teria também outras vantagens para a sociedade em geral. Se o actual sistema de serviço militar está claramente a falhar, parece-nos que o caminho não será o retorno ao SMO – que também se esgotou – mas ao contrário, umas Forças Armadas só com pessoal do Quadro Permanente (QP). Dizemos aqui porque nos parece valer a pena estudar seriamente este assunto, sem preconceitos nem agarrados a dogmas.

EXÉRCITO ENVIA BLINDADOS PANDUR PARA A RCA

Em breve serão enviadas como reforço das forças portuguesas na República Centro Africana, seis viaturas blindadas de rodas Pandur II 8×8 em diferentes versões. Depois do Kosovo e Lituânia estes blindados que vieram substituir as velhinhas Chaimite, rumam agora pela primeira vez a África. 

MEDALHA COMEMORATIVA DO CINQUENTENÁRIO DO “MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE” – 1968 – 2018

O REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS comemora em 3 de julho próximo, o cinquentenário da inauguração do MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE, marco incontornável do seu património histórico. A Guerra do Ultramar tinha começado em 1961, ano em que as tropas paraquedistas sofreram os seus primeiros mortos em combate, e desde logo o sangue vertido pelos “boinas verdes” começou a ser honrado e lembrado. Em 1968 o monumento de Tancos foi a primeira grande expressão pública desta cultura que se mantém. 

UM PÁRA-QUEDISTA OBSERVADOR MILITAR

A partir de 1992 o Corpo de Tropas Pára-quedistas da Força Aérea Portuguesa enviou para a ex-Jugoslávia vários oficiais e um sargento como Observadores para integrar duas missões de organizações internacionais: a European Community Monitoring Mission (ECMM) e a United Nations Protection Force (UNPROFOR). Foram os primeiros pára-quedistas portugueses a participar em missões de paz integrados em organizações internacionais, e este relato sobre a guerra é de um desses pioneiros, o Tenente-coronel na situação de reforma, António Malva Antunes que foi United Nations Military Observer .

A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA

“A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA, Testemunhos de Militares Portugueses ao Serviço das Nações Unidas” é um trabalho muito interessante e de leitura fácil sobre a participação de Portugal nos conflitos que acompanharam a desintegração da Jugoslávia nos anos 90 do século XX.

OFICIAIS MILICIANOS PÁRA-QUEDISTAS DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA (Volume I)

Este livro é um contributo muitíssimo bem documentado sobre aquilo que o título indica, mas muito mais. José da Fonseca Barbosa, depois de uma investigação documental de anos e de inúmeros contactos pessoais, escreveu uma obra que responde a muitas perguntas comuns, até agora sem respostas fáceis. Com o foco nos oficiais milicianos pára-quedistas, em todos mas também em cada um deles, vai muito além disso para esclarecer o leitor, mostra-nos detalhes de um tempo e de portugueses dos quais nos devemos honrar!