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O JALLC ESTÁ A MUDAR

A Aliança Atlântica está a recentrar a sua acção na Europa, sobretudo a Leste mas também – embora de modo muito modesto – a Sul. Anos de missões expedicionárias originaram algumas transformações que agora estão desajustadas das operações em curso, há coisas a mudar. Uma delas, aqui mesmo em Portugal, está actualmente neste processo de reajustamento e o Operacional foi ver o que tem feito e para onde caminha o Joint Analysis and Lessons Learned Centre.

ANGOLA IN THE AFRICAN PEACE AND SECURITY ARCHITECTURE

O assunto que este livro aborda não é fácil e o tenente-coronel Luís Bernardino não só consegue trazer até ao leitor os antecedentes das Forças Armadas Angolanas, em grande medida desconhecidos mesmo de gente interessada na temática, como nos revela o que são em anos recentes, informação que não raras vezes está divulgada a nivel internacional com erros grosseiros e algum preconceito.

MISSÕES E EFECTIVOS, O CASO DA GNR

O recente incidente de Tancos veio pôr a nu a real situação das Forças Armadas, consequência da manifesta falta de cuidado no que concerne às questões da segurança e da desatenção que nas últimas décadas o poder político tem tido para com as questões da defesa nacional e, designadamente, para as Forças Armadas (com repercussão directa nos planos material e imaterial).

CONVITE PARA “UM DIA NO MUSEU MILITAR DE ELVAS – 2017”

Será nos próximos dias 17 e 18 de Junho, falta pouco mais do que um mês, que o turismo militar estará em alta na cidade pela mão do Exército e da Associação Portuguesa de Veículos Militares. Entrada livre para uma actividade pouco vulgar, senão mesmo inédita com esta dimensão em Portugal: demonstrações dinâmicas de veículos militares…clássicos!

DISTINTIVO DE BRAÇO DO CURSO DE QUALIFICAÇÃO DE “PARAQUEDISTA MILITAR”

Neste artigo o autor, António Sucena do Carmo, apresenta não só o distintivo que lhe dá título como transcreve importantes passagens da legislação em vigor, no respeitante a uniformes, artigos complementares, distintivos e condecorações, a qual nem sempre é correctamente seguida, com inevitáveis prejuízos no atavio e imagem dos militares.

RETRATOS DE UMA MISSÃO NA BÓSNIA (VIII)

RETRATOS DE UMA MISSÃO NA BÓSNIA, continua com mais dois episódios. José Manuel Araújo, que serviu 25 anos nas tropas pára-quedistas portuguesas, Sargento Pára-quedista desde 1984, integrou a primeira missão portuguesa na Bósnia e Herzegovina em 1996. Aqui fica a sua visão, a dois tempos descritiva mas também cómica de muito do que por lá viu e passou. Mais uma vez as relações com o Comandante de Batalhão e com o Capelão, preenchem as recordações de José Araújo.