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VÍDEO-REPORTAGEM, 60.º ANIVERSÁRIO TROPAS PARAQUEDISTAS

Tancos, 23 de Maio de 2016, o Regimento de Paraquedistas assinalou 60 anos da inauguração da unidade, milhares de antigos e actuais pára-quedistas rumaram mais uma vez à sua “Casa-Mãe”. O Operacional mostra-lhe a unidade e parte substancial das cerimónias a partir da terceira dimensão. Actuando do ar para a terra, a marca diferenciadora dos pára-quedistas, é também a marca desta reportagem.

TROPAS PARAQUEDISTAS PORTUGUESAS: MEDALHA COMEMORATIVA DO 60º ANIVERSÁRIO

O Regimento de Paraquedistas assinala em 23 de Maio o Dia da Unidade, comemorando este ano o 60.º aniversário da inauguração do Batalhão de Caçadores Pára-quedistas, a primeira unidade das Tropas Paraquedistas Portuguesas. O logotipo criado para a efeméride já está gravado no bronze!

A GUERRA DO ULTRAMAR NA “NOTÍCIA” DE ANGOLA (II) – A ÚLTIMA VIAGEM DO JOVEM “FUSO”

A reportagem de hoje, publicada originalmente na “Notícia”em 20 de Abril de 1968, pela pena de Emílio Filipe e a objectiva de Raul Moreira, desenrola-se na fronteira Angola/Zâmbia, tendo da acção dos Fuzileiros da Marinha Portuguesa resultado um morto em combate, daí o título «A última viagem do jovem “fuso”».

23 DE MAIO DE 2016 – 60.º ANIVERSÁRIO TROPAS PARAQUEDISTAS

«…Os edifícios eram de pedra e barro, ervas e mato cresciam por todo o lado, estava tudo degradado, e inicialmente até tínhamos de dobrar os pára-quedas nas mesas do refeitório. Com uma mescla de seriedade e bom humor dizia-se que a única coisa aproveitável eram as letras metálicas (o “B” e o “P”) do portão, e que tanto servia para Batalhão de Pontoneiros como para Batalhão de Pára-quedistas. Foi necessário não só muito trabalho do pessoal como o empenhamento do Secretário de Estado da Aeronáutica para, à data da inauguração, em 23 de Maio de 1956, o BCP estar de “cara lavada” e as instalações já parcialmente adaptadas às nossas necessidades.»

RETRATOS DE UMA MISSÃO NA BÓSNIA (V)

Quinto artigo desta série – RETRATOS DE UMA MISSÃO NA BÓSNIA – e, a não ser que o autor se entusiasme e escreva mais, é mesmo o último! José Manuel Araújo, que serviu 25 anos nas tropas pára-quedistas portuguesas, Sargento Pára-quedista desde 1984, integrou a primeira missão portuguesa na Bósnia e Herzegovina em 1996. Aqui fica a sua visão, a dois tempos descritiva mas também cómica, mostrando-nos hoje aspectos “pouco católicos” .

TALVEZ TENHA TIDO MUITA PRESSA SENHOR MINISTRO

NOTA PRÉVIA: este artigo de opinião foi escrito em 04ABR2016, antes portanto do pedido de exoneração do CEME, General Carlos Jerónimo (07ABR), e mesmo de terem vindo a público algumas exigências do MDN ao Exército (06ABR) nesse conturbado processo.

O Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, deu uma entrevista ao Expresso em 02ABR16 e fez pelo menos três afirmações perturbadoras, parecendo que um pouco mais de tempo no cargo não fariam mal antes de se expor assim publicamente.