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EXÉRCITO ENVIA BLINDADOS PANDUR PARA A RCA

Por • 19 Jul, 2018 • Categoria: 01. NOTÍCIAS, 04 . PORTUGAL EM GUERRA - SÉCULO XXI

Em breve serão enviadas como reforço das forças portuguesas na República Centro Africana, seis viaturas blindadas de rodas Pandur II 8×8 em diferentes versões. Depois do Kosovo e Lituânia estes blindados que vieram substituir as velhinhas Chaimite, rumam agora pela primeira vez a África. 



FORÇAS ARMADAS PROFISSIONAIS, SOLUÇÃO PARA PORTUGAL

Por • 19 Jul, 2018 • Categoria: PRIMEIRA PÁGINA

Perante a falta de voluntários que afecta a capacidade operacional das Forças Armadas, em especial o Exército, muitos defendem hoje o retorno ao Serviço Militar Obrigatório (SMO) o qual teria também outras vantagens para a sociedade em geral. Se o actual sistema de serviço militar está claramente a falhar, parece-nos que o caminho não será o retorno ao SMO – que também se esgotou – mas ao contrário, umas Forças Armadas só com pessoal do Quadro Permanente (QP). Dizemos aqui porque nos parece valer a pena estudar seriamente este assunto, sem preconceitos nem agarrados a dogmas.



REPÚBLICA CENTRO AFRICANA: APOIO “DE RETAGUARDA” AOS PÁRAS

Por • 9 Jul, 2018 • Categoria: 04 . PORTUGAL EM GUERRA - SÉCULO XXI, EM DESTAQUE

Os paraquedistas portugueses na República Centro Africana têm sido repetidamente notícia e por boas razões! As operações de combate contra grupos armados, a protecção de comunidades atacadas, os elogios recebidos quer na RCA pela hierarquia das Força das Nações Unidas – a MINUSCA – quer em Portugal pelo poder político e chefias militares, aparecem na imprensa nacional e mesmo internacional.



NOTAS SOBRE A TRANSFERÊNCIA DOS PARAQUEDISTAS DA FORÇA AÉREA PARA O EXÉRCITO EM 1993

Por • 4 Jul, 2018 • Categoria: EM DESTAQUE

Este assunto agitou o meio político-militar e mediático nacional nos anos 90 do século XX e continua em grande medida mal explicado. Recentemente um dos protagonistas da altura veio a público falar sobre o tema, com um detalhe que induz em erro quem o tenha lido, e pareceu-nos boa oportunidade deixar escrito alguns aspectos sobre este processo e rebater a dita afirmação, sem naturalmente pretender esgotar o tema.



CINQUENTENÁRIO DO MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE: 03JUL1968 – 03JUL2018

Por • 1 Jul, 2018 • Categoria: EM DESTAQUE

No dia 3 de julho de 2018 comemora-se o cinquentenário da inauguração do MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE, situado no REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS, erigido em memória dos paraquedistas mortos em combate e, também, porque não dizê-lo, à glorificação dos combatentes ainda vivos.
Foi, provavelmente, um dos momentos mais significativos e emotivos da história das TROPAS PARAQUEDISTAS PORTUGUESAS, conforme relatam testemunhos escritos, em artigos publicados(1), logo após a cerimónia oficial.
Imponente pela sua beleza e significado, o “MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE” tornou-se num símbolo respeitado por todas as gerações de paraquedistas militares portugueses formados ao longo de mais de seis décadas.
Impunha-se, por isso, este modesto registo.



MEDALHA COMEMORATIVA DO CINQUENTENÁRIO DO “MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE” – 1968 – 2018

Por • 24 Jun, 2018 • Categoria: 10. DISTINTIVOS, INSÍGNIAS E CONDECORAÇÕES

O REGIMENTO DE PARAQUEDISTAS comemora em 3 de julho próximo, o cinquentenário da inauguração do MONUMENTO AOS MORTOS EM COMBATE, marco incontornável do seu património histórico. A Guerra do Ultramar tinha começado em 1961, ano em que as tropas paraquedistas sofreram os seus primeiros mortos em combate, e desde logo o sangue vertido pelos “boinas verdes” começou a ser honrado e lembrado. Em 1968 o monumento de Tancos foi a primeira grande expressão pública desta cultura que se mantém. 



PORTUGAL NA RCA, DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ…

Por • 24 Jun, 2018 • Categoria: 04 . PORTUGAL EM GUERRA - SÉCULO XXI, EM DESTAQUE

Foi público o motivo pelo qual o governo, com o apoio do Presidente da República e o parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional, decidiu empenhar uma força de combate portuguesa – 160 militares, uma companhia reforçada – na missão da ONU na RCA: «…Conseguimos realizar três objetivos: acolher plenamente o pedido francês; dar credibilidade ao Estado português na luta contra o terrorismo e na relação com a UE e ainda dar uma representação mais consistente ao Estado português na ONU. E ainda se pode invocar outra vantagem que não era antecipável, que é a candidatura de António Guterres a secretário-geral da ONU, que é valorizada com uma decisão desta natureza…» (Azeredo Lopes, Expresso, 06.04.2016).



UM PÁRA-QUEDISTA OBSERVADOR MILITAR

Por • 14 Jun, 2018 • Categoria: 13. MEMÓRIA DAS MISSÕES DE PAZ

A partir de 1992 o Corpo de Tropas Pára-quedistas da Força Aérea Portuguesa enviou para a ex-Jugoslávia vários oficiais e um sargento como Observadores para integrar duas missões de organizações internacionais: a European Community Monitoring Mission (ECMM) e a United Nations Protection Force (UNPROFOR). Foram os primeiros pára-quedistas portugueses a participar em missões de paz integrados em organizações internacionais, e este relato sobre a guerra é de um desses pioneiros, o Tenente-coronel na situação de reforma, António Malva Antunes que foi United Nations Military Observer .



A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA

Por • 12 Jun, 2018 • Categoria: 08. JÁ LEMOS E...

“A GUERRA NA ANTIGA JUGOSLÁVIA VIVIDA NA PRIMEIRA PESSOA, Testemunhos de Militares Portugueses ao Serviço das Nações Unidas” é um trabalho muito interessante e de leitura fácil sobre a participação de Portugal nos conflitos que acompanharam a desintegração da Jugoslávia nos anos 90 do século XX.



NA BÓSNIA E HERZEGOVINA 22 ANOS DEPOIS

Por • 10 Jun, 2018 • Categoria: 13. MEMÓRIA DAS MISSÕES DE PAZ, EM DESTAQUE

Os anos passam rápido, as memórias marcantes permanecem. O regresso àquilo que foi o Teatro de Operações da Bósnia esteve e está na mente de muitos. Passados 22 anos da primeira missão expedicionária na Europa para as Forças Armadas Portuguesas desde 1917, um pequeno grupo de veteranos dessa força na IFOR/NATO em 1996 regressou à Bósnia e Herzegovina. Aqui ficam o relato e as imagens desta experiência que teve o seu ponto alto na homenagem aos 5 pára-quedistas que ali morreram ao serviço de Portugal.