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VIATURAS LIGEIRAS DE TRACÇÃO ÀS QUATRO RODAS EM SERVIÇO NO EXÉRCITO PORTUGUÊS 1940-1990

Por • 1 Mai , 2010 • Categoria: 07. TECNOLOGIA Print Print

Luís Afonso Pereira da Costa inicia hoje a sua colaboração activa com o Operacional, facto que saudamos vivamente. Luís Costa, 43 anos de idade, tem uma vida verdadeiramente dedicada à investigação histórica sobre viaturas militares e muito em especial as do Exército Português. Esta verdadeira paixão iniciou-se aos 15 anos com a necessidade de procurar informações sobre as viaturas do Exército por causa do modelismo, aprofundou-se gradualmente e sem nunca abandonar os “kits”- são muitas as exposições em que continua a participar e a organizar – entrou no domínio do história militar. Detentor de um enorme e bem cuidado acervo documental privado sobre esta temática, conseguido durante décadas de trabalho, foi e é colaborador de várias revistas militares nacionais e estrangeiras. Meticuloso e dedicado, confirmando até à exaustão os dados recolhidos, é com muito prazer que colocamos as páginas do Operacional à disposição para partilhar com os nossos leitores parte do resultado das suas investigações. Bem-vindo Luís Costa.

Viatura de Transportes Gerais Willis MB 1/4 ton 4x4 m/1944

Viatura de Transportes Gerais "Willis" MB 1/4 ton 4x4 m/1944

VIATURAS LIGEIRAS DE TRACÇÃO ÀS QUATRO RODAS EM SERVIÇO NO EXÉRCITO PORTUGUÊS 1940-1990

Actualmente a utilização de viaturas ligeiras de tracção às quatro rodas é indispensável ao funcionamento de qualquer exército, em qualquer parte do mundo. O seu aparecimento deveu-se a diversas necessidades dos principais exércitos. No final da 1ª Guerra Mundial atingiu-se um desenvolvimento técnico do material automóvel bastante considerável para a época, com a crescente necessidade que os exércitos envolvidos no conflito tiveram para transportarem tudo, desde tropas a subsistências, em condições bastante difíceis pois as estradas empedradas eram praticamente inexistentes nas zonas da frente de batalha e nos pontos de concentrações das forças, sendo na sua maioria caminhos de terra que se tornavam bastante enlameados com as chuvas. As ligações entre os comandos das forças nas frentes de batalha e os seus Quartéis-Generais eram essencialmente feitas por estafetas com motocicletas, bem como por algumas viaturas ligeiras. No entanto, foi a artilharia a primeira arma a utilizar em quantidade viaturas de tracção às quatro rodas com capacidade de transporte de três a cinco toneladas. A artilharia, elemento bastante importante numa guerra de trincheiras, era muitas vezes necessária em inúmeros locais próximos da frente, onde muitas vezes os caminhos eram grandes lamaçais, sendo a artilharia ligeira facilmente rebocada por tracção animal mas a artilharia pesada necessitava de tracção mecânica capaz de vencer os lamaçais dos caminhos e declives que se lhe apresentassem. Para vencerem estas dificuldades foram construídas viaturas para tracção de artilharia com tracção às quatro rodas, como os tractores Jeffery Quad de 2 toneladas, os Latil TAR de 3 toneladas e os Renault EG de 5 toneladas utilizados pelos Exércitos Francês e Norte-Americano e os tractores FWD Model B de 3 a 5 toneladas utilizados pelos Exércitos Norte-Americano, Inglês e Português.

No pós guerra, a evolução técnica iniciada no período anterior continuou e acentuou-se nos anos trinta com a gradual corrida aos armamentos e a consequente motorização dos exércitos, em particular os Exércitos Alemão, Inglês, Francês, Italiano e Norte Americano, que contavam com o auxilio de poderosas indústrias automóveis. Face à experiência adquirida durante a 1ª Guerra Mundial, foram construídos diversos tipos de viaturas ligeiras com tracção às quatro rodas, uns por encomenda de determinados exércitos, outros para serem submetidos a testes por estes exércitos que necessitavam de se equiparem com viaturas ligeiras com capacidade para ultrapassarem os mais diversos obstáculos nas mais adversas condições. Na Alemanha foram testadas e adquiridas pelo Exército Alemão viaturas ligeiras Stower R180 Spezial e R200 Spezial, BMW 325, Mercedes-Benz G5 e Auto Union/Horch 901 Type 40. Foi ainda testada a viatura Tempo G1200 mas o Exército Alemão não se mostrou interessado. Em Inglaterra a viatura Tempo G1200 também foi testada mas não foi adoptada. Apartir de 1940 foi adoptada a viatura Humber FWD. Do chassi desta viatura foram também construidas outras versões entre as quais uma versão ambulância e uma viatura blindada de reconhecimento. Em França foram produziram-se viaturas Latil M7T1 e Lafly/Hotchkiss V15R que foram adoptadas pelo Exército Francês.

Em muitos outros países, os respectivos exércitos limitaram-se a adquirirem os modelos de viaturas já adoptados pelos Exércitos Alemão e Inglês, bem como outros modelos recusados por estes exércitos. Concebida e construída pela firma alemã VIDAL & SOHN de Hamburgo, a viatura ligeira Tempo G1200 é um desses casos pois apesar de não ter interessado ao Exército Alemão, foi submetida a testes e adquirida por cerca de quarenta países no período de 1937 a 1940. Entre estes o Governo Francês adquiriu uma dúzia de viaturas em 1937 para testes nas manobras do Exército Francês, mas uma aquisição de maiores quantidades nunca se efectuou. Provavelmente, o maior utilizador desta viatura foi o Exército Sueco que adquiriu cerca de 400 viaturas. Outros países como a Checoslováquia, o Chile, a China, a Dinamarca, a Finlândia, o México, a Roménia e Portugal adquiriram algumas destas viaturas para experiências e para serviço nos seus exércitos.

A necessidade de viaturas mais ligeiras com tracção às quatro rodas levou a que em 1935 o norte-americano Arthur W. Herrington aplicasse um eixo de tracção frontal a uma pequena camionete Ford (pick-up) de 0,5 tonelada, tornando-a na primeira viatura ligeira com tracção às quatro rodas. O Exército Norte-Americano iniciou então a aquisição de diversas destas viaturas, produzidas pelas firmas Dodge, Ford/Marmon-Herrington e International. Antes do início da Segunda Guerra Mundial eram ainda estas que equipavam o Exército Norte-Americano mas a necessidade de viaturas ainda mais ligeiras com tracção integral levou o Exército Norte-Americano a encomendar a diversos fabricantes, entre os quais a empresa American Batam Car Co. de Pennsylvania, protótipos para os quais estabeleceu diversas características, sendo a data limite o mês de Julho de 1939 para serem submetidos a testes. Só a empresa American Batam Car Co. entregou ao Exército Norte-Americano um protótipo dentro do tempo estabelecido. Equipado com um motor Continental de 45 cv, tinha tracção às quatro rodas mas com excesso de peso comparado com as especificações exigidas. No entanto o protótipo obteve sucesso nas experiências e foi ordenada a aquisição de um primeiro lote de 70 viaturas, o qual foi o primeiro lote de JEEPS produzido em série. A firma Willys-Overland mostrou interesse nestas experiências desde o início mas não conseguiu entregar um protótipo até Julho. Como o protótipo da Batam não preencheu completamente as necessidades do Exército Norte-Americano, foram entregues à Willys-Overland e à Ford cópias dos desenhos do JEEP da Batam sem autorização desta firma. Assim, em Novembro de 1940, ambas as empresas apresentaram as suas versões do JEEP e que evidentemente eram bastante idênticas à versão da Batam. A Willys-Overland chamou ao seu protótipo “Quad” e a Ford “Pygmy”. Estes protótipos foram produzidos em poucas quantidades e quando o Exército Norte-Americano encomendou cerca de 8,000 viaturas, estes tinham sido modificados nas suas aparências, bem como nos nomes: a viatura da Batam passou a ser o 40 BRC, o da Willys-Overland passou a ser o modelo MA e o da Ford o GP. Desta primeira encomenda a American Batam Car Co. produziu 2,642 viaturas, a Willys-Overland 1,500 e a Ford 3,700. Em Julho de 1941 o Exército Norte-Americano tornou o modelo da Willys como modelo “standard” e estabeleceu contratos com a Willys e com a Ford para a sua produção, eliminando de vez da produção do JEEP a American Batam Car Co. que passou a produzir atrelados. Nesta fase o modelo Willys passou a ser o MB e o Ford o GPW. Até ao final da Segunda Guerra Mundial foram construídos 634,569 JEEPS dos quais 2,642 eram da Batam, construídos antes dos finais de 1941. A Willys construiu 350,349 e a Ford 281,578. Durante a guerra o nome JEEP tornou-se a designação oficial para todas as viaturas ligeiras militares, de 1/4 tonelada e com tracção às quatro rodas (4×4).

Na classe de 1/2 tonelada também foram produzidas desde os finais dos anos trinta diversas viaturas com tracção integral. A Ford/Marmon-Herrington e a Dodge foram duas das empresas que produziram várias versões. Os Dodge da série T202 foram produzidos em grande quantidade até finais de 1941, altura em que foram substituídos pelos Dodge da série WC, que se mantiveram em produção até 1945. Tal como o Jeep os Dodge WC tornaram-se famosos pelas suas boas características e entre o Exército Norte-Americano recebeu a alcunha de “BEEP”.

Os JEEPS construídos pela Willys e pela Ford durante a Segunda Guerra Mundial foram ainda utilizados durante muitos anos em diversos exércitos e no pós-guerra serviram de base a novos modelos, não só construídos por estas empresas mas também por outras, os quais baseados nos desenhos e nas características técnicas construíram novos modelos de JEEPS. Poderemos afirmar sem reservas que o JEEP é um marco importante na história da industria automóvel devido ao sucesso que alcançou ao longo dos anos. Outras marcas, como a Hotchkiss francesa, construíram durante muitos anos o Willys MB para o Exército Francês, através de licença. A Willys construiu novas versões como o CJ2A (1945-1949), o CJ3A (1948-1953), o MC/M38 (1950-1952), o CJ3B (1952-1964) o MD/M38A1 (1952-1968), bem como outras versões. Ao longo dos tempos a Willys-Overland foi mudando de nome. Em 1953 passou a ser Willys Motors Inc., em 1963 transformou-se na Kaiser Jeep Corporation e em 1970 passou a ser a Jeep Corporation (uma Divisão da AMC). A produção dos Jeep tem continuado até à actualidade com novas versões destinadas essencialmente para o mercado civil.

Entre as marcas que utilizaram o Jeep como base para a concepção da sua própria viatura ligeira com tracção às quatro rodas estiveram a Rover, a Austin e Auto Union/DKW, entre outros. Em 1948 apareceram os primeiros Land Rover, viaturas ligeiras produzidas em Inglaterra pela Rover. Os Land Rover foram também evoluindo ao longo dos anos, sendo os primeiros a versão Mk I. No final dos anos cinquenta foram remodelados e passaram a serem designados por Mk II, e nos anos setenta uma nova versão surgiu, a Mk III. Também em Inglaterra a Austin construiu a sua versão do Jeep, o Austin WN1 “Champ” dos quais foram produzidos perto de 12,000 veículos, incluindo diversas versões civis. Na Alemanha a firma Auto Union/DKW construiu desde meados dos anos cinquenta até finais de 1968 uma viatura ligeira com tracção às quatro rodas, à qual foi atribuído o nome “Munga”. Foi utilizada pelo Exército Alemão e exportada para diversos países.

Também no Japão diversos construtores utilizaram o Jeep como base para os seus próprios veículos. A Mitsubichi construiu uma cópia do Willys CJ3B e a Nissan concebeu o Patrol que actualmente ainda se encontra em produção em versões muito actualizadas. A Toyota desenhou o Land Cruiser que, tal como o Nissan Patrol, tem evoluído com constantes alterações nas versões sucessivas.

Em meados dos anos cinquenta o Willys M38A1 era o principal Jeep em serviço nos Estados Unidos da América, sendo considerado como resistente, ágil e sem problemas técnicos, tendo servido as Forças Armadas Norte-Americanas durante anos, mas a evolução sofrida pelas viaturas ligeiras de tracção às quatro rodas na Europa levaram os norte-americanos a procurarem acompanhar essa evolução. A viatura alemã Auto Union “Munga” era bastante apreciada por causa do sistema de suspensão independente, desenho compacto e de grande facilidade de manutenção. Como resposta a Ford apresentou em 1954 um protótipo de um novo Jeep, o XM151, que entrou em produção como M151. Apesar de diversos problemas relacionados com a suspensão, o M151 evoluiu em diversas versões e em 1969 foi introduzida a M151A2, na qual foi redesenhada toda a suspensão traseira, tornando-se numa viatura mais segura em comparação com as versões anteriores. Construídos pela Ford e pela AM General durante diversos períodos, substituíram em serviço nas Forças Armadas Norte-Americanas os M151 e M151A1.
Actualmente, novos modelos de Jeeps são construídos por todo o mundo, com técnicas sofisticadas e mais virados para o mercado civil que se tornou o maior consumidor de Jeeps devido à popularidade que este tipo de veículos atingiu na actualidade.

Viatura de Transporte de Pessoal "Tempo" G1200 TP3 4x4 m/1940

Viatura de Transporte de Pessoal "Tempo" G1200 TP3 4x4 m/1940

A SITUAÇÃO NO EXÉRCITO PORTUGUÊS

Em Portugal a viatura ligeira Tempo G1200 foi a primeira do seu género a ser adquirida pelo Exército Português. Foram adquiridas algumas viaturas em 1940 à firma Virgílio Preto de Lisboa e foram atribuídas à Escola Prática de Cavalaria em Torres Novas. Só mais tarde, em 1942, é que o Exército Português voltou a receber mais viaturas ligeiras de tracção às quatro rodas. Devido aos acordos estabelecidos entre o Governo Português e o Governo Inglês para a cedência de facilidades na Base das Lajes nos Açores, foram recebidos no Exército grandes quantidades de viaturas de todos os tipos, entre as quais algumas Viaturas de Transporte de Pessoal Humber FWD TP3 4×4 m/1942, as quais foram atribuídas aos comandos de alguns regimentos, tal como o Regimento de Cavalaria 7 em Lisboa. No início de 1944 o Ministro da Guerra, Coronel Santos Costa adquiriu nos Estados Unidos da América um primeiro lote de JEEPS. Foram adquiridas Viaturas de Transportes Gerais Willys MB 1/4 ton. 4×4 m/1944 e Viaturas de Transportes Gerais Ford GPW 1/4 ton. 4×4 m/1944 para o Exército. No pós-guerra Portugal aderiu à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO). Devido aos acordos de auxilio mútuo, foi recebido muito material proveniente dos E.U.A. e do Canadá entre 1948 e 1956. Mais lotes de Jeeps foram entretanto recebidos, quer Willys quer Ford. Foram também recebidas viaturas Dodge WC, que mais tarde se tornaram conhecidas pela alcunha de “Jipão”. Desde o pós-guerra até à actualidade, e em particular durante o período em que ocorreu a guerra em Angola, Guiné e Moçambique, o Exército Português adquiriu diversos tipos de Jeeps, desde diversos modelos de Land-Rover e de Willys, até aos UMM de produção portuguesa. A lista que aparece a seguir refere por ordem cronológica os principais modelos de que temos conhecimento.

Viatura de Transporte de Pessoal "Humber" FWD TP3 4x4 m/1942

Viatura de Transporte de Pessoal "Humber" FWD TP3 4x4 m/1942

Viatrura de Transportes Gerais "Dodge" T-214-WC51 3/4 ton. 4x4 m/1948

Viatura de Transportes Gerais "Dodge" T-214-WC51 3/4 ton. 4x4 m/1948

Viatura de Transporte de Pessoal "Dodge" T-214-WC51 3/4 ton. 4x4 m/1948/50

Viatura de Transporte de Pessoal "Dodge" T-214-WC51 3/4 ton. 4x4 m/1948/50

Viatura de Transportes Gerais "Land Rover" série I 3/4 ton. 4x4 m/1954

Viatura de Transportes Gerais "Land Rover" série I 3/4 ton. 4x4 m/1954

Viatura de Transportes Gerais "Willis Jeep" 3/4 ton. 4x4 m/1962

Viatura de Transportes Gerais "Willis Jeep" 3/4 ton. 4x4 m/1962

LISTA CRONOLÓGICA DE MODELOS DE VIATURAS LIGEIRAS COM TRACÇÃO ÀS QUATRO RODAS UTILIZADAS NO EXÉRCITO PORTUGUÊS
1940 – 1990

Viatura de Transporte de Pessoal Tempo G1200 TP3 4×4 m/1940.
Viatura de Transporte de Pessoal Humber FWD TP3 4×4 m/1942.
Viatura de Transportes Gerais Willys MB 1/4 ton. 4×4 m/1944.
Viatura de Transportes Gerais Ford GPW 1/4 ton. 4×4 m/1944.
Viatura de Transportes Gerais Willys CJ2 1/4 ton. 4×4 m/1948.
Viatura de Transporte de Pessoal Dodge T-214-WC56 tp3 4×4 m/1948.
Viatura de Transporte de Pessoal Dodge T-214-WC57 tp3 4×4 m/1948.
Viatura de Transportes Gerais Dodge T-214-WC51 3/4 ton. 4×4 m/1948.
Viatura de Transportes Gerais Dodge T-214-WC52 3/4 ton. 4×4 m/1948.
Viatura de Transporte de Pessoal Dodge T-214-WC51 3/4 ton. 4×4 m/1948/50.
Viatura de Transportes Gerais Land Rover Série I 1/4 ton. 4×4 m/1949.
Viatura de Transportes Gerais Willys CJ3A 1/4 ton. 4×4 m/1949.
Viatura de Transportes Gerais Land Rover Série I 3/4 ton. 4×4 m/1954.
Viatura de Transportes Gerais Willys-Overland 3/4 ton. 4×4 m/1954.
Viatura de Transportes Gerais Dodge Power Wagon 3/4 ton. 4×4 m/1954.
Viatura de Transportes Gerais Willys M38 1/4 ton. 4×4 m/1955. Viatura de Transportes Gerais Willys CJ3B 1/4 ton. 4×4 m/1955.
Viatura de Transportes Gerais Land Rover Série I Mk 2 ¼ ton. 4×4 m/1957.
Viatura de Transportes Gerais Willys CJ5 1/4 ton. 4×4 m/1957.
Viatura de Transportes Gerais Land Rover Série II 1/4 ton. 4×4 m/1958.
Viatura de Transportes Gerais Land Rover Série II 3/4 ton. 4×4 m/1958.
Viatura de Transporte de Pessoal Land Rover Série II TP10 4×4 m/1959.
Viatura de Transportes Gerais Nissan 4W73 3/4 ton. 4×4 m/1962.
Viatura de Transportes Gerais Willys Jeep 3/4 ton. 4×4 m/1962.
Viatura de Transportes Gerais Willys-Overland 3/4 ton. 4×4 m/1962.
Viatura de Transportes Gerais Austin Gypsy G4M10 1/4 ton. 4×4 m/1965.
Viatura de Transportes Gerais Austin Gypsy G4M15 3/4 ton. 4×4 m/1965.
Viatura de Transportes Gerais Mitsubichi J54A 1/4 ton. 4×4 m/1969.
Viatura de Transportes Gerais Kaiser Jeep CJ6 3/4 ton. 4×4 m/1969.
Viatura de Transportes Gerais Land Rover Série III 1/4 ton. 4×4 m/1977.
Viatura de Transportes Gerais Land Rover Série III 3/4 ton. 4×4 m/1977.
Viatura de Transportes Gerais Ford MUTT M151A2 0,25 ton. 4×4 m/1978.
Viatura de Transportes Gerais UMM Cournil 0,5 ton. 4×4 m/1979.
Viatura de Transportes Gerais Auto Union “Munga” 0,25 ton. 4×4 m/1980.
Viatura de Transportes Gerais UMM Alter II 0,25 ton. 4×4 m/1989.

Viatura de Transportes Gerais Ford MUTT M151A2 0,25 ton. 4x4 m/1978

Viatura de Transportes Gerais "Ford MUTT" M151A2 0,25 ton. 4x4 m/1978

Viatura de Transportes Gerais UMM Cournil 0,5 ton. 4x4 m/1979

Viatura de Transportes Gerais "UMM Cournil" 0,5 ton. 4x4 m/1979

Viatura de Transportes Gerais "UMM Alter II" 0,25 ton. 4x4 m/1989

Viatura de Transportes Gerais "UMM Alter II" 0,25 ton. 4x4 m/1989

BIBLIOGRAFIA
-Revista “Wheels & Traks” Nº 9, Inglaterra.
-“Historic Military Vehicles Directory” Bart Vanderveen, Inglaterra, 1989.
-“U.S. Military Wheeled Vehicles” Fred W. Crismon, E.U.A., 1983.
-“Portugal na Segunda Guerra (1941-1945)” II Vol. António Telo, Lisboa, 1991.
-Revita da Cavalaria.
-Revista da Infantaria.
-Ordens de Serviço de diversas unidades do Exército.

FONTES
-Arquivo Histórico-Militar.
-CAV Chesmati.
-Colecção Luís Costa.

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