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REGRESSO A SARAJEVO

O “Diário de Noticias” volta ao tema da primeira missão de uma unidade de combate das Forças Armadas Portuguesas na Bósnia-Herzegovina, agora com um pungente apontamento vídeo feito em Sarajevo [1] já este mês de Janeiro de 2012.

video-dn [2]

Momento que nos parece oportuno para lembrar aqui os trabalhos realizados neste âmbito pelo “DN”, e que muito tem contribuído para dar relevo a esta missão em particular, mas sem dúvida ao esforço em geral do Militar Português nestas novas campanhas das nossas Forças Armadas. Mais visibilidade junto da opinião pública, junto de quem lê jornais e de quem navega na internet, têm sido assim alcançada.
E como? Tendo passado 48 horas na Bósnia, sem grandes condições, o “Diário de Noticias” pela pena de Manuel Carlos Freire, publicou várias notícias (na edição online e na edição papel) alusivas ao fim da missão portuguesa nas operações ali realizadas pela comunidade internacional.

Bem sei que nas Forças Armadas há regras para os jornalistas terem acesso aos teatros de operações. O Afeganistão por exemplo, onde há uma guerra em curso, não é a Bósnia, mas também sei que a situação no Kosovo ou no Líbano, mesmo com alguns sobressaltos, não oferece grandes problemas de segurança. Volto assim a um assunto recorrente: sem jornalistas a cobrir a actividade das Forças Nacionais Destacadas, passa completamente despercebida à opinião pública uma das principais finalidades do aparelho militar em Portugal. E, reconhecidamente, que este “vector militar” tem sido uma das principais ferramentas da política externa portuguesa em mais de uma década.
Mesmo em locais perigosos, se os militares lá estão e se os jornalistas estiverem dispostos a correr riscos, devemos apoiá-los no seu trabalho. Nada aliás que não seja feito na generalidade dos países aliados.

Noticias acima referidas, publicadas no DN online (outras versões foram publicadas na edição em papel):

24JAN12: Primeiros militares morreram na Bósnia há 16 anos [1]

13JAN12: Bandeira de Portugal arreada em Sarajevo ao fim de 16 anos [3]

12JAN12 : Antigos páras homenageiam soldados mortos na Bósnia [4]

Artigos publicados no DN sobre a questão do Monumento em Doboj, facto que originou esta deslocação ao local:

11OUT10: Exército inaugurou dois monumentos em Doboj [5]

03OUT10: Exército mudou monumento aos ‘páras’ mortos na Bósnia [6]

Artigo no “Operacional” que relata este regresso a Sarajevo e a Doboj em Janeiro de 2012:

OPERAÇÃO “NÃO OS ESQUECEMOS!” [7]