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MUSEU MILITAR DE ELVAS

As fortificações da cidade de Elvas foram recentemente classificadas como Património da Humanidade pela UNESCO. O Museu Militar de Elvas (MME) é parte integrante deste magnífico exemplo de arquitectura militar que durante séculos esteve na primeira linha de defesa do território continental português.

Carro de combate M5A1 “Stuart”, modelo 1942 (origem, Canadá), celebrizado em Portugal através do livro “Elefante DunDum” que  relata o seu serviço em Angola (Nambuangongo). Em fundo o obus 8,8cm, modelo 1943-46, temível na 2.ª Guerra Mundial como arma anti-carro,  as suas munições perfuravam, a 1.000m, blindagens com 162mm (como se comprova pela placa junto). [1]

Carro de combate M5A1 “Stuart”, modelo 1942 (origem, Canadá), celebrizado em Portugal através do livro “Elefante DunDum” que relata o seu serviço em Angola (Nambuangongo). Em segundo plano o obus 8,8cm, modelo 1943-46, temível na 2.ª Guerra Mundial como arma anti-carro, as suas munições perfuravam, a 1.000m, blindagens com 162mm (como se comprova pela placa junto).

O Museu Militar, aberto ao público, é mais do que isto e tem vários outros elementos de interesse: História do Serviço de Saúde do Exército; Hipomóveis e Arreios Militares no Exército; Centro de Interpretação do Património de Elvas; Viaturas do Exército.

Sendo certo que estas temáticas não estão todas no mesmo estágio de desenvolvimento, umas como o Centro de Interpretação estão concluídas, ou já muito desenvolvidas como a respeitante aos Arreios Militares, aos Hipomóveis e ao Serviço Saúde, o museu – e a cidade! – valem bem uma visita e vamos mostrar porque assim o entendemos.

O MME ocupa cerca de ¼ de toda a cintura de muralhas da cidade, são 150.000m2 de área, com muitos elementos da fortificação propriamente dita, aquela que no fundo é a parte substancial daquilo que Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, reconheceu como Património da Humanidade [2] (mas não só, a UNESCO refere expressamente (ver foto abaixo): Centro Histórico – muralhado -, Aqueduto da Amoreira, Forte de Santa Luzia, Forte da Graça, Fortins de São Mamede, São Pedro e São Domingos.

2.	As fortificações de Elvas devidamente identificadas e o Museu Militar de Elvas na área envolvida a traço vermelho. São 150.000 metros quadrados, e ¼ de toda a cintura de muralhas da cidade. [3]

As fortificações de Elvas devidamente identificadas e o Museu Militar de Elvas na área envolvida a traço vermelho. São 150.000 metros quadrados, e ¼ de toda a cintura de muralhas da cidade. Seta verde, indica a entrada do museu (Avenida de S. Domingos).

O Museu tem parte substancial da muralha e fortificações visitáveis, com painéis explicativos, e nas instalações do antigo quartel tem neste momento aberto ao público as seguintes temáticas museológicas:

História do Serviço de Saúde do Exército, salas dedicadas à ortopedia, oftalmologia e cirurgia, sala de veterinária, sala de farmácia;

Arreios Militares do Exército, com salas de dedicadas ao cavalo, arreios de infantaria, arreios de cavalaria, arreios de artilharia, sala de Intendência;

Hipomóveis, com salas dedicadas ao armamento rebocado por animais, na sua quase totalidade artilharia.

Todas estas salas são antigas dependências das unidades militares que passaram por Elvas – a última foi o Regimento de Infantaria n.º 8 – adaptadas agora a esta finalidade, muitas delas em edifícios também eles históricos e que agora se procurou, dentro do possível, recuperar na sua traça original.

Tem ainda algum armamento pesado – artilharia – exposto ao ar livre, com algumas peças consideradas raras ou então, como no caso do obus de fabrico japonês (ver foto), sobre o qual ainda é um mistério a sua chegada a Portugal.

A colecção de viaturas militares, infelizmente a mais “atrasada” no plano de activação (designação nossa) que o museu está a cumprir – e percebe-se bem porquê, custa dinheiro que não há e também, diga-se, algum “know-how” que naturalmente a inexorável passagem do tempo vai retirando ao Exército -. Será sem dúvida um dos pontos fortes do Museu. E isto porque já é possível apreciar parte das viaturas transferidas para Elvas, as quais serão para os aficionados desta temática, motivo de grande interesse. Não há na realidade hoje em Portugal qualquer museu aberto ao público com este manancial de meios-auto do Exército. Bem sabemos que em algumas unidades há belos exemplares, mas não estão acessíveis ao visitante, aquele português ou estrangeiro que os deseja ver e não está para enfrentar um sistema burocrático de autorizações.
Uma medida que nos parece da maior importância colocar em funcionamento desde já – é a nossa opinião que só a nós responsabiliza, fundada no que temos visto em museus estrangeiros, alguns aliás objecto de artigos no Operacional – é a atribuição ao museu das viaturas que estão a ser retiradas e ainda funcionam, sendo casos bem evidentes as V-200 (nas três versões que o Exército usou [4] e porque não algumas da originais da BRAVIA que ainda existem em depósito, julga-se!), os UMM (várias versões) [5], as Berliet-Tramagal e certamente algumas outras viaturas blindadas que já estão em fim de vida como as da família M-113 [6] e do M-60 [7]. Ainda assim o acervo de viaturas do museu já vai em 115!
Nesta área não podemos deixar de referir a interessante, e esperamos a breve trecho profícua, colaboração entre a Associação Portuguesa de Veículos Militares [8] e o Exército. Pretende-se recuperar e mesmo por em funcionamento algumas destas preciosidades históricas, um passo certamente importante senão decisivo para vermos em Portugal o que já é uma prática enraizada por essa Europa (e EUA) fora, as demonstrações e recriações históricas com viaturas militares do século XX.

Como em outras áreas do museu, como bem nos explicou (e mostrou!) o seu sub-director, tenente-coronel de infantaria José Ribeiro, a colaboração entre as mais diversas entidades civis, locais e nacionais, é o caminho a seguir para se conseguir “levar a carta a Garcia”.
Um bom exemplo disto mesmo, já concretizado, foi a instalação no interior do Museu do: Centro de Interpretação do Património de Elvas, estrutura tecnologicamente bem equipada e que permite uma visão de conjunto do património de Elvas que é muito interessante e útil a quem visita a cidade. É possível ver aqui, entre muito outros elementos históricos alusivos a esta “cidade militar” – chegou a ter mais de 22.000 militares estacionados, hoje o nosso Exército, todo, tem cerca de 17.000… – por exemplo, o circuito das muralhas abaluartadas, composto por 37 elementos distintos.

Está previsto ainda a instalação no MME de um Centro de Interpretação sobre a Guerra do Ultramar Português.

Muito podia ainda elaborar sobre o museu mas nada substitui uma visita a este museu do Exército, um dos que estão na dependência da sua Direcção de História e Cultura Militar. Está aberto de terça a domingo das 09H30 às 12H30 e das 14H00 às 18H00 (de Novembro a Março), das 10H00 às 12H30 e das 14H30 às 19H00 (de Abril a Outubro). Encerra às segundas-feiras e também a 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1.º de Maio e 25 de Dezembro. O museu pode ser contacto através do endereço musmilelvas@mail.exercito.pt e telefone +351 268 636240, e é pago (excepto domingos até às 12H00) e além de tarifas especiais para famílias, grupos e escolas, o preço normal é de 1,50€ (dos 7 aos 17 anos de idade) e 3,00€ (dos 18 aos 64). O visitante que apenas queira ver a parte monumental (muralhas, etc.) para 1,00€.

O museu está bem divulgado pela cidade, quer o posto de turismo quer hotéis têm folhetos alusivos ao museu, e nas publicações da autarquia o mesmo também é referido. Falta-lhe, claramente, um site dedicado – o inserido no portal do Exército é muito pobre e de difícil navegação.

3.	A chamada “Parada Mouzinho de Albuquerque”, tendo à direita as antigas Casernas do Quartel da Cavalaria, hoje ocupadas (parcialmente por enquanto) pelo Museu. [9]

A chamada “Parada Mouzinho de Albuquerque”, tendo à direita as antigas Casernas do Quartel da Cavalaria, hoje ocupadas (parcialmente por enquanto) pelo Museu.

Vista frontal de duas das antigas Casernas do Quartel da Cavalaria (cada uma ostenta o nome de um combate onde esta arma se distinguiu), agora em processo de adaptação para área de exposição. [10]

Vista frontal de duas das antigas Casernas do Quartel da Cavalaria (cada uma ostenta o nome de um combate onde esta arma se distinguiu), agora em processo de adaptação para área de exposição.

Antiga caserna em obras, esta era uma área de balneário. Note-se que a recuperação do edifício inclui colocar visíveis os elementos mais antigos da construção. [11]

Antiga caserna em obras, esta era uma área de balneário. Note-se que a recuperação do edifício inclui colocar visíveis os elementos mais antigos da construção.

Tecto das casernas, cada chaminé correspondia a um alojamento, tendo ao fundo uma fortificação denominada “Cavaleiro do Baluarte do Casarão”. [12]

Tecto das casernas, cada chaminé correspondia a um alojamento, tendo ao fundo uma fortificação denominada “Cavaleiro do Baluarte do Casarão”.

Em primeiro plano “arreio para montada de oficial general”  (o cavalo de madeira, em tamanho natural, foi construído nas Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento do Exército no primeiro quartel do século XX). Ao fundo (junto à antiga lareira da caserna), um “arreio e selim com porta lanças – duas – de cavalaria). [13]

Em primeiro plano “arreio para montada de oficial general” (o cavalo de madeira, em tamanho natural, foi construído nas Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento do Exército no primeiro quartel do século XX). Ao fundo (junto à antiga lareira da caserna), um “arreio e selim com porta lanças – duas – de cavalaria).

8.	Morteiro 81mm M/1937 (arma completa pesa 62,5 Kg), tendo junto a si um dos dois contentores porta-munições que os animais carregavam. Em segundo plano o “arreio modelo 1939 de cavalo ou garrano para transporte de morteiro 8cm modelo 1937” e o mesmo arreio mas modelo para transporte de munições. [14]

Morteiro 81mm M/1937 (arma completa pesa 62,5 Kg), tendo junto a si um dos dois contentores porta-munições que os animais carregavam. Em segundo plano o “arreio modelo 1939 de cavalo ou garrano para transporte de morteiro 8cm modelo 1937” e o mesmo arreio mas modelo para transporte de munições.

Cozinha rodada “tipo montanha”, adoptada pelo Exército em 1948. Magnifico trabalho de recuperação desta peça que é inclui dezenas de componentes, sendo os mais importantes as 2 panelas de pressão e 3 panelas sem pressão.  Podia funcionar em andamento com combustão a lenha. [15]

Cozinha rodada “tipo montanha”, adoptada pelo Exército em 1948. Magnifico trabalho de recuperação desta peça que é inclui dezenas de componentes, sendo os mais importantes as 2 panelas de pressão e 3 panelas sem pressão. Podia funcionar em andamento com combustão a lenha.

Em primeiro plano um curioso aparelho reabilitação com bicicleta usado no pós - 1.ª Guerra Mundial em Portugal. Os doentes pedalavam, tinham um manómetro para aferir o esforço e ao mesmo tempo acionavam uma serra que lhes permitia fazer objectos de madeira como elemento de distração. Em segundo plano uma mesa de cirurgia de traumatologia universal. [16]

Em primeiro plano um curioso aparelho reabilitação com bicicleta usado no pós - 1.ª Guerra Mundial em Portugal. Os doentes pedalavam, tinham um manómetro para aferir o esforço e ao mesmo tempo accionavam uma serra que lhes permitia fazer objectos de madeira como elemento de distracção. Em segundo plano uma mesa de cirurgia de traumatologia universal.

A célebre e temível peça “Schneider et Canet” 75mm (em segundo plano o armão de transporte de munições – 72 munições) de fabrico francês, usada pelo Corpo Expedicionário Português na 1.ª Guerra Mundial. [17]

A célebre e temível peça “Schneider et Canet” 75mm (em segundo plano o armão de transporte de munições – 72 munições) de fabrico francês, usada pelo Corpo Expedicionário Português na 1.ª Guerra Mundial.

12.	Belo exemplar do canhão revólver “Hotchkiss” de fabrico francês de 1904. Calibre 40mm, o mesmo que hoje um militar dispara acoplado à sua espingarda automática! [18]

Belo exemplar do canhão revólver “Hotchkiss” de fabrico francês de 1904. Calibre 40mm, o mesmo que hoje um militar dispara acoplado à sua espingarda automática!

O Regimento de Lanceiros de Elvas que ali esteve aquartelado incluía na sua heráldica uma alusão à captura de Gungunhana, feito de armas de grande significado à época. [19]

O Regimento de Lanceiros de Elvas que ali esteve aquartelado incluía na sua heráldica uma alusão à captura de Gungunhana, feito de armas de grande significado à época.

14.	O tenente-coronel José  Ribeiro que teve a gentileza de nos guiar nesta visita – a um sábado – a quem muito agradecemos a paciência e isentamos culpa de qualquer erro ou opinião que aqui se escreva, mostra-nos no Centro Interpretativo do património de Elvas umas das plataformas onde é possível ver a evolução do sistema de muralhas da cidade através dos séculos. [20]

O tenente-coronel José Ribeiro - estudioso de "Elvas Militar" e de museologia - que teve a gentileza de nos guiar nesta visita - qualquer erro ou opinião que aqui se escreva é contudo da nossa inteira responsabilidade, note-se! - mostra-nos no Centro Interpretativo do Património de Elvas umas das plataformas onde é possível ver a evolução do sistema de muralhas da cidade através dos séculos.

15.	Um dos pontos de observação nas muralhas do museu. Aqui é possível ver o Forte da Graça e o Moinho de Vento (sem velas), este ainda dentro na área do museu, na “Obra Coroa”. [21]

Um dos pontos de observação nas muralhas do museu. Aqui é possível ver o Forte da Graça e o Moinho de Vento (sem velas), este ainda dentro na área do museu, na “Obra Coroa”.

O “Forte da Graça” não faz parte do Museu (infelizmente, dizemos nós!), mas é uma extraordinária obra da engenharia militar. Quem observa da cidade vê o que a foto em baixo ilustra e talvez não se aperceba bem do que ali está. Para quem gosta deste tipo de construções, visita-la é a dois tempos uma maravilha e uma desilusão…pelo cruel abandono em que o Estado Português o mantém. [22]

O “Forte da Graça” não faz parte do Museu (infelizmente, dizemos nós!), mas é uma extraordinária obra da engenharia militar. Quem observa da cidade vê o que a foto em baixo ilustra e talvez não se aperceba bem do que ali está. Para quem gosta deste tipo de construções, visitá-la é a dois tempos uma maravilha e uma desilusão…pelo cruel abandono em que o Estado Português o mantém.

17.	Não se pense que se trata de agricultura de subsistência, nada disso, o Museu recebe escolas, explica como se alimentavam os militares aos cercos prolongados e ainda ali se ministram cursos de jardinagem e espaços verdes a escolas da cidade. [23]

Não se pense que se trata de agricultura de subsistência, nada disso, o Museu recebe escolas, explica como se alimentavam os militares nos cercos prolongados e ainda ali se ministram cursos de jardinagem e espaços verdes a escolas da cidade.

18.	O ex-libris do Museu (e das unidades militares que o antecederam) a Fonte de S. José, construída em 1767, segundo desenho do tenente-general engenheiro Guilherme Luís António de Valleré, autor do traçado do quartel. Em frente a “Parada D. Nuno Álvares Pereira” e as casernas da infantaria. Á direita uma metralhadora anti-aérea 20mm modelo 1943, fabrico alemão em posição de combate e a seguir a mesma arma em posição de transporte. [24]

O ex-libris do Museu (e das unidades militares que o antecederam) a Fonte de S. José, construída em 1767, segundo desenho do tenente-general engenheiro Guilherme Luís António de Valleré, autor do traçado do quartel. Em frente a “Parada D. Nuno Álvares Pereira” e as casernas da infantaria. À direita uma metralhadora anti-aérea 20mm modelo 1943, fabrico alemão em posição de combate e arma igual mas em posição de transporte.

19.	A loja do museu onde também é possível ver uma interessantíssima animação em suporte informático sobre o Museu. Aqui podem se adquiridas publicações militares e mesmo algum artesanato local. [25]

A loja do museu onde também é possível ver uma interessantíssima animação em suporte informático sobre o Museu. Aqui podem se adquiridas publicações militares e mesmo algum artesanato local.

Obus de campanha de 140mm modelo 1942, de fabrico inglês [26]

Obus de campanha de 140mm modelo 1942, de fabrico inglês.

21.	Em primeiro plano um obus de campanha de 150mm modelo 1937, fabrico japonês (o enquadrado em japonês, não se sabe o que significa, será que algum leitor pode ajudar?). Em segundo plano, obus de campanha 150mm, “Bofors”, de fabrico sueco, no ano de 1885. Em fundo troço da “Muralha Fernandina” que está a ser colocada com o seu aspecto original, abandonando o “amarelo militar”! [27]

Em primeiro plano um obus de campanha de 150mm modelo 1937, fabrico japonês (o enquadrado em japonês, não se sabe o que significa, será que algum leitor pode ajudar?). Em segundo plano, obus de campanha 150mm, “Bofors”, de fabrico sueco, no ano de 1885. Em fundo troço da “Muralha Fernandina” que está a ser colocada com o seu aspecto original, abandonando o “amarelo militar”!

Reservas do museu. Como qualquer museu do seu género este tem reservas, muitas colocadas em armazéns mas muitas outras têm que permanecer a céu aberto. O tempo e o dinheiro disponíveis determinarão a “velocidade” da sua colocação na área visitável. [28]

Reservas do museu. Como qualquer museu do seu género este tem reservas, muitas colocadas em armazéns mas muitas outras têm que permanecer a céu aberto. O tempo e o dinheiro disponíveis determinarão a “velocidade” da sua colocação na área visitável.

Mais reservas, em primeiro plano um “Granadeiro”, viatura blindada de transporte de tropas “GM 4X4 TT m/947” [29]

Mais reservas, em primeiro plano um “Granadeiro”, viatura blindada de transporte de tropas “GM 4X4 TT m/947”.

24.	Uma “equipa de contacto” da Associação Portuguesa de Viaturas Militares deitou mãos à obra neste “White M3A1 4x4” e ajudou o Museu Militar de Elvas a iniciar o trabalho de reparação que ainda está em curso. [30]

Uma “equipa de contacto” da Associação Portuguesa de Veículos Militares deitou mãos à obra neste “White M3A1 4x4” e ajudou o Museu Militar de Elvas a iniciar o trabalho de reparação que ainda está em curso.

O mesmo “White” agora na oficina (em Julho 2012) onde já chegou pelo seu pé a trabalhar! [31]

O mesmo “White”, agora na oficina (em Julho 2012), onde já chegou pelo seu pé a trabalhar!

Para já estão paradas, mas há quem sonhe em ver aqui um dia um "carrossel" como os que acontecem um pouco por toda a Europa e EUA. [32]

Para já estão paradas, mas há quem sonhe - e esteja disposto a trabalhar para isso! - em ver aqui um dia um "carrossel", uma reconstituição histórica, com muitas destas viaturas a funcionar, juntamente com as que cada vez mais vão estando na posse de coleccionadores civis.