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	<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 12:15:50 +0000</pubDate>
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		<title>ALFREDO SERRANO ROSA NO &#8220;OPERACIONAL&#8221;</title>
		<link>http://www.operacional.pt/alfredo-serrano-rosa-no-operacional/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/alfredo-serrano-rosa-no-operacional/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 12:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[01. NOTÍCIAS]]></category>

		<category><![CDATA[PRIMEIRA PÁGINA]]></category>

		<category><![CDATA[Alfredo Serrano Rosa]]></category>

		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste momento de férias, quando ultrapassamos os 1.000 fãs no Facebook e estamos (dentro de um par de dias) a alcançar as 600.000 visualizações totais, com uma média diária (mesmo em Agosto) de 1.200 visualizações - no dia 13 e Agosto batemos mesmo mais um recorde de visitantes únicos num dia: 1.015 - agradecemos a um colaborador em especial: Alfredo Serrano Rosa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O &#8220;Operacional&#8221; contou até hoje com a colaboração de mais de 25 pessoas que não estão directamente ligadas ao site. Os seus nomes são inscritos quer nos artigos quer nas fotografias ou nos agradecimentos. Apenas um pequeno número fez questão de colaborar anonimamente, o que respeitamos.<span id="more-2727"></span></span></p>
<div id="attachment_2728" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-foto-luis-nogueira-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2728 " title="3-foto-luis-nogueira-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-foto-luis-nogueira-copy.jpg" alt="Uma das raras fotos do Alfredo Serrano Rosa a fotografar/filmar no ar. Imagem captada por Luis Nogueira que o substituiu nesta função na equipa de pára-quedismo &quot;Falcões Negros&quot;." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das raras fotos do Alfredo Serrano Rosa a fotografar/filmar no ar. Imagem captada por Luís Nogueira que o substituiu nesta função na equipa de pára-quedismo &quot;Falcões Negros&quot;.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Nos balanços que periodicamente publicamos  referimos os  colaboradores não só pela mais elementar justiça e porque nos sentimos reconhecidos pelo seu trabalho como porque a eles se deve parte importante do que temos, paulatinamente, passo a passo, alcançado.<br />
Neste momento de férias, quando ultrapassamos os 1.000 fãs no Facebook e estamos (dentro de um par de dias) a alcançar as 600.000 visualizações totais, com uma média diária (mesmo em Agosto) de 1.200 visualizações - no dia 13 e Agosto batemos mesmo mais um recorde de visitantes únicos num dia: 1.015 - agradecemos a um colaborador em especial: <strong>Alfredo Serrano Rosa.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Militar pára-quedista durante mais de 30 anos, carreira que terminou no posto de Sargento-Mor, está hoje na situação de reforma mas mantém-se activo numa das suas paixões de sempre, a fotografia. Combatente na Guiné e em Moçambique nos anos 60 e 70 onde fez três comissões em companhias operacionais, viu morrer, matou e foi ferido em combate.<br />
Juntamente com o pára-quedismo militar que iniciou em Tancos e depois na sua versão &#8220;queda-livre&#8221; na Guiné, foi ligado à área aeroterrestre onde desenvolveu no pós-guerra em África grande parte da sua actividade &#8220;semi-oficial&#8221;, a fotografia, no ar e em terra. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Os nossos leitores conhecem bem as reportagens do <strong>Alfredo Serrano Rosa</strong>, mas muitos desconhecerão o que foi a sua actividade, influência e contributo sem paralelo, não só para a evolução da fotografia ar-ar em queda-livre como para a divulgação das Tropas Pára-quedistas, da Força Aérea e do Exército, dentro e fora das nossas fronteiras.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">No entanto não pretendemos hoje detalhar aqui o que foi a vida militar e a sua actividade como fotógrafo o que a seu tempo faremos. Este foi o momento escolhido pela &#8220;direcção&#8221; para agradecer ao <strong>Alfredo Serrano Rosa</strong> o que ele tem feito pelo &#8220;Operacional&#8221;. Nada melhor do que lembrar os <strong>20  artigos </strong></span><strong><span style="font-size: medium;">-  um por mês! - </span></strong><span style="font-size: medium;">que foram exclusivamente elaborados </span><span style="font-size: medium;">(ou quase) </span><span style="font-size: medium;">como suporte às suas fotografias e que, só por si, representam cerca de 10% das audiências do site, ou seja, quase 50.000 visualizações.<br />
Além destes artigos vários outros receberam  a sua colaboração pontual e para quem quiser rever, aqui ficam, ordenados por ordem &#8220;mais vistos&#8221; para &#8220;menos vistos&#8221;, sabendo-se naturalmente que têm sido publicados ao longo deste ano e meio.<br />
<strong></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Obrigado Serrano Rosa!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">António Sucena do Carmo; Armando Dinis Marques; Miguel Silva Machado </span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/brigada-de-reaccao-rapida-testa-prontidao/" target="_blank">BRIGADA DE REACÇÃO RÁPIDA TESTA PRONTIDÃO</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/comandante-do-corpo-de-reaccao-rapida-em-tancos/" target="_blank">COMANDANTE DO CORPO DE REACÇÃO RÁPIDA EM TANCOS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/viaturas-do-exercito-apresentadas-em-braga/" target="_blank">VIATURAS DO EXÉRCITO APRESENTADAS EM BRAGA</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/dia-do-exercito-em-braga-foto-reportagem/" target="_blank">DIA DO EXÉRCITO EM BRAGA / FOTO-REPORTAGEM</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/dia-do-exercito-em-braga-foto-reportagem/" target="_blank"></a><br />
<a href="http://www.operacional.pt/novo-comandante-da-brigada-de-reaccao-rapida/" target="_blank">NOVO COMANDANTE DA BRIGADA DE REACÇÃO RÁPIDA</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/dia-da-brigada-de-reaccao-rapida-assinalado-em-sintra/" target="_blank">DIA DA BRIGADA DE REACÇÃO RÁPIDA ASSINALADO EM SINTRA</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/1%C2%AA-missao-c-295m-com-para-quedistas-em-tancos/" target="_blank">1ª MISSÃO C-295M COM PÁRA-QUEDISTAS EM TANCOS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/demonstracao-de-capacidades-no-dia-do-exercito-2009/" target="_blank">DEMONSTRAÇÃO DE CAPACIDADES NO DIA DO EXÉRCITO 2009</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/encerramento-do-apolo-09-em-setubal/" target="_blank">ENCERRAMENTO DO &#8220;APOLO 09″ EM SETÚBAL</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/1%C2%BA-e-2%C2%BA-batalhoes-de-para-quedistas-condecorados/" target="_blank">1º e 2º BATALHÕES DE PÁRA-QUEDISTAS CONDECORADOS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/novos-contingentes-para-kosovo-e-afeganistao/" target="_blank">NOVOS CONTINGENTES PARA KOSOVO E AFEGANISTÃO</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/exercicio-%E2%80%9Capolo-10%E2%80%9D-no-distrito-de-santarem/" target="_blank">EXERCICIO &#8220;APOLO 10&#8243; NO DISTRITO DE SANTARÉM</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/xxx-challenge-inter-ecoles-de-parachutisme/" target="_blank">XXX CHALLENGE INTER ÉCOLES DE PARACHUTISME</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/escola-de-tropas-para-quedistas-assinala-53%C2%BA-aniversario/" target="_blank">ESCOLA DE TROPAS PÁRA-QUEDISTAS ASSINALA 53º ANIVERSÁRIO</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/os-54-anos-da-escola-de-tropas-para-quedistas-etp/" target="_blank">OS 54 ANOS DA ESCOLA DE TROPAS PÁRA-QUEDISTAS (ETP)</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/23-de-maio-de-2010-reencontro-em-tancos/" target="_blank">23 DE MAIO DE 2010: REENCONTRO EM TANCOS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/caes-de-guerra-saltam-em-tancos/" target="_blank">CÃES DE GUERRA SALTAM EM TANCOS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/airlift-block-training-2010-em-portugal/" target="_blank">AIRLIFT BLOCK TRAINING 2010 EM PORTUGAL</a></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/saltos-de-abertura-manual-em-tancos/" target="_blank">SALTOS DE ABERTURA MANUAL EM TANCOS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/eh-101-merlin-testa-helitransporte-do-%E2%80%9Clight-gun%E2%80%9D/" target="_blank">EH-101 &#8220;MERLIN&#8221; TESTA HELITRANSPORTE DO &#8220;LIGHT GUN&#8221;</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Como é relativamente normal em quem tira fotografias o Serrano Rosa tem poucas fotos dele próprio. Acresce que a fotografia ar-ar, em queda-livre, era uma actividade onde raramente se encontravam dois fotógrafos! Ainda assim conseguimos recolher uma meia-dúzia que muito sinteticamente ilustram a sua passagem por algumas das actividades mais marcantes da sua carreira desde os finais dos anos 60.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2729" class="wp-caption aligncenter" style="width: 421px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-serrano-rosa-no-rcp-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2729 " title="1-serrano-rosa-no-rcp-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-serrano-rosa-no-rcp-copy.jpg" alt="No Regimento de Caçadores Pára-quedistas de Tancos, antes de embarcar para o Ultramar e por isso já com o &quot;Uniforme para Climas Quentes&quot;, conhecido como entre os páras por &quot;farda amarela&quot;. " width="411" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">No Regimento de Caçadores Pára-quedistas de Tancos, antes de embarcar para o Ultramar e por isso já com o &quot;Uniforme para Climas Quentes&quot;, conhecido como entre os páras por &quot;farda amarela&quot;. </p></div>
<div id="attachment_2730" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-heliassalto-na-guine-copy-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2730 " title="2-heliassalto-na-guine-copy-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-heliassalto-na-guine-copy-copy.jpg" alt="Na Guiné, no decurso de uma operação helitransportada. Aqui cumpriu a sua segunda comissão no Ultramar (1968 e 1969)." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Na Guiné, no decurso de uma operação helitransportada. Aqui cumpriu a sua segunda comissão no Ultramar (1968 e 1969).</p></div>
<div id="attachment_2731" class="wp-caption aligncenter" style="width: 421px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-1988-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2731 " title="4-1988-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-1988-copy.jpg" alt="Em 1988 com o capacete equipado com máquina de fotografar e de filmar. Por esta altura (1989) passou a ser obrigatório nos campeonatos de pára-quedismo a utilização de video ar-ar para avaliar os competidores." width="411" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Em 1988 com o capacete equipado com máquina de fotografar e de filmar. Por esta altura (1989) passou a ser obrigatório nos campeonatos de pára-quedismo a utilização de vídeo ar-ar efectuado por um &quot;fly-camera&quot; para avaliar os competidores.</p></div>
<div id="attachment_2732" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-falcoes-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2732 " title="5-falcoes-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-falcoes-copy.jpg" alt="Os &quot;Falcões Negros&quot; num campeonato em Espanha. Da esquerda: Calado, Lopes, Serrano, Merino e   " width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Os &quot;Falcões Negros&quot; num campeonato do Mundo em Espanha  (1989). Da esquerda: Calado, Lopes, Serrano, Merino e Almeida.</p></div>
<div id="attachment_2733" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-italia-dd-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2733 " title="6-italia-dd-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-italia-dd-copy.jpg" alt="Mas nem só de pára-quediso se fez a carreira de Serrano Rosa. Aqui quando era Sargento-Chefe de um Batalhão de Pára-quedistas e participou num exercicio em Itália." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Nem só de pára-quedismo se fez a carreira de Serrano Rosa. Aqui quando Sargento-Chefe de um Batalhão de Pára-quedistas e participou num exercício em Itália. Com grande pena dele já não estava no activo quando se iniciaram as missões de paz.</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-23-maio-2008-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2737 " title="7-23-maio-2008-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-23-maio-2008-copy.jpg" alt="23 de Maio de 2008 na Escola de Tropas Pára-quedistas. Serrano Rosa econtra-se com o Tenente-Coronel Lemos Costa, o primeiro pára-quedista português a efectuar fotografia ar-ar em queda-livre e com o qual deu os primeiros passos nesta actividade." width="614" height="411" /></a></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_2737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px;">
<dd class="wp-caption-dd">23 de Maio de 2008 na Escola de Tropas Pára-quedistas. Serrano Rosa econtra-se com o Tenente-Coronel Lemos Costa, o primeiro pára-quedista português a efectuar fotografia ar-ar em queda-livre, já lá vão trinta anos, e com o qual deu os primeiros passos nesta actividade.</dd>
</dl>
</div>
<div id="attachment_2734" class="wp-caption aligncenter" style="width: 421px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8sintra-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2734 " title="8sintra-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8sintra-copy.jpg" alt="Em 2009, já equipado com material digital, por ocasião do dia da Brigada de Reacção Rápida em Sintra." width="411" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2009, já equipado com material digital - acompanha desde o inicio a evolução tecnológica da fotografia - por ocasião do dia da Brigada de Reacção Rápida em Sintra.</p></div>
<div id="attachment_2735" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-arquivo-srosa-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2735 " title="9-arquivo-srosa-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-arquivo-srosa-copy.jpg" alt="O arquivo analógico (película e slides) e digital do Serrano Rosa é único no nosso país. São largos milhares de imagens que abrangem os mais diversos aspectos da vida das Tropas Pára-quedistas Portuguesas." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O arquivo analógico e digital do Serrano Rosa é único no nosso país. São largos milhares de imagens que abrangem os mais diversos aspectos da vida das Tropas Pára-quedistas Portuguesas.</p></div>
<div id="attachment_2736" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-equipa-operacional-copy.jpg" rel="lightbox[2727]"><img class="size-full wp-image-2736 " title="10-equipa-operacional-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-equipa-operacional-copy.jpg" alt="No passado dia 24 de Agosto a equipa do &quot;Operacional&quot; foi agradecer os 20 primeiros artigos. Obrigado Serrano e...venham mais 20!" width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">No passado dia 24 de Agosto a equipa do &quot;Operacional&quot; foi agradecer os 20 primeiros artigos. Obrigado Serrano e...venham mais 20!</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>ATRÁS DE NÓS, NINGUÉM!</title>
		<link>http://www.operacional.pt/atras-de-nos-ninguem/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/atras-de-nos-ninguem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 08:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[02. OPINIÃO]]></category>

		<category><![CDATA[ATRÁS DE NÓS]]></category>

		<category><![CDATA[fogos]]></category>

		<category><![CDATA[NINGUÉM]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança Interna]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando todos os outros falham ou não têm capacidade para resolver seja o que for (catástrofes naturais, terrorismo, violência urbana, acidentes nucleares, biológicos ou químicos, acidentes no mar, etc.), a solução é recorrer às Forças Armadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Um incidente comunicacional que envolveu um autarca e o Exército a propósito dos fogos trouxe-me à memória esta frase em título, dita algures numa missão internacional, por um militar estrangeiro. Dizia-me &#8220;atrás de nós, ninguém&#8221; porque segundo ele, quando todos os outros falham ou não têm capacidade para resolver seja o que for (catástrofes naturais, terrorismo, violência urbana, acidentes nucleares, biológicos ou químicos, acidentes no mar, etc.), a solução é recorrer às Forças Armadas. <span id="more-2726"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/10/kosovo-benjamim-feliz-copy.jpg" rel="lightbox[2726]"><img class="size-full wp-image-1513 aligncenter" title="kosovo-benjamim-feliz-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/10/kosovo-benjamim-feliz-copy.jpg" alt="Os inquiridos neste inquérito seguem a tendência normal em qualquer país de atribuir às Forças Armadas a satisfação de missões que outros não conseguem cumprir. A confiança na Instituição Militar continua em alta." width="614" height="411" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O sentimento ao afirmar isto não era de gabarolice, não queria denegrir ninguém, nem tinha a intenção de receber mais uns trocos no fim do mês. O sentimento era de profunda responsabilidade e orgulho. Estava consciente que essa era uma das suas missões naturais: ajudar os seus concidadãos. E a conversa prosseguiu a enumerar a quantidade de capacidades, saberes, que as suas Forças Armadas tinham e que podiam ser usadas naquelas circunstâncias.<br />
Em Portugal quando se debatem estes assuntos da intervenção dos militares no interior do território nacional - o que acontece dos EUA à China, nas democracias como nas ditaduras - levanta-se um coro de protestos inflamados, até ao dia em que&#8230;as &#8220;entidades competentes&#8221; se esgotam. Afinal, os militares - embora cada vez menos numerosos - são mesmo o último recurso. Nessa altura de aperto, surgem as queixas de falta de coordenação, falta disto e daquilo.<br />
As Forças Armadas cumprem há vários anos, nos termos definidos na lei, missões no âmbito da protecção civil. Pouco divulgadas é certo, mas a comunicação social é que define o interesse das suas audiências. Os militares podiam fazer mais em muitas áreas de actuação. Têm alguns meios, pessoas, conhecimento e vontade para isso. Mas se nada for definido e treinado a seu tempo, não é no desespero de uma situação particular, por iniciativa de um autarca, que se podem lançar ao assalto.<br />
Claro está que em termos de incêndios, como de outras catástrofes naturais de grande dimensão ou de igual modo em termos de segurança interna, as &#8220;entidades competentes&#8221; podem não chegar. O dramático é ser necessário &#8220;arder a casa&#8221; (esperemos que não, também, &#8220;rebentarem as bombas&#8221;!) para saltar à vista do legislador que as Forças Armadas são úteis senão indispensáveis em muitas destas missões.<br />
Não se pensa que elas sejam a panaceia que vai resolver todas as situações dramáticas. Mesmo equipadas, treinadas e coordenadas com as demais entidades, serão sempre &#8220;apenas&#8221; mais uma ajuda. Mas isso para muitos casos concretos pode ser a diferença entre a vida e a morte; entre muito e pouco sofrimento; entre enorme e algum prejuízo material. Quem for alvo deste apoio certamente apreciará estas diferenças e não está muito preocupado com questões de poder.<br />
Talvez depois deste verão quente de 2010, 35 anos depois daquele que deixou marcas nos sectores políticos que afastaram os militares das missões no interior das fronteiras - e carregados de culpa estão muitos militares de então - quando os jovens de hoje jurarem &#8220;&#8230;defender a minha Pátria (&#8230;) mesmo com o sacrifício da própria vida.&#8221; saibam, finalmente, que proteger os seus concidadãos é, não a mais difícil, mas uma das mais nobres e muito provavelmente a mais apreciada das missões que deverão cumprir. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Artigo originalmente publicado no <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/Interior.aspx?content_id=1647762&amp;seccao=Convidados" target="_blank">Diário de Notícias de 25 de Agosto de 2010</a><br />
</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>«BISONTES» CONTRA GAFANHOTOS</title>
		<link>http://www.operacional.pt/%c2%abbisontes%c2%bb-contra-gafanhotos/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/%c2%abbisontes%c2%bb-contra-gafanhotos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 09:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EM DESTAQUE]]></category>

		<category><![CDATA[Aeroporto Francisco Mendes]]></category>

		<category><![CDATA[Bisontes]]></category>

		<category><![CDATA[C-130]]></category>

		<category><![CDATA[Cabo Verde]]></category>

		<category><![CDATA[Esquadra 501]]></category>

		<category><![CDATA[Felino 2004]]></category>

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		<category><![CDATA[Ilha de Santiago]]></category>

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		<category><![CDATA[Praia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a Esquadra 501 "Bisontes" da Força Aérea Portuguesa ajudou a combater, em 2004, uma praga de gafanhotos na República de Cabo-Verde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Como a Esquadra 501 ajudou a combater uma praga de gafanhotos em Cabo-Verde, é o artigo que trazemos a esta rubrica do &#8220;Ontem foi Noticia - Hoje é História&#8221;. Relembramos mais uma missão cumprida, desta vez em proveito de um país amigo, que demonstra a versatilidade e capacidade dos </span><span style="font-size: medium;">&#8220;Bisontes&#8221; da Força Aérea Portuguesa. <span id="more-2702"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2703" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-454-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2703 " title="1-454-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-454-copy.jpg" alt="O &quot;Bisonte&quot; a segundos de descolar da pista da Ilha de Maio. Aos comandos o Tenente-Coronel PILAV Catarrinho, então comandante desta missão e da Esquadra 501." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O &quot;Bisonte&quot; a segundos de descolar da pista da Ilha de Maio. Aos comandos o Tenente-Coronel PILAV José Catarrinho, então comandante desta missão e da Esquadra 501.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Em Outubro de 2004 a República de Cabo-Verde foi assolada por uma praga de Gafanhotos do Deserto, idos do Norte de África. Estes animais, além de não criarem bom ambiente para os turistas que cada vez mais procuram as praias do arquipélago atlântico, comem todas as folhagens que apanham, criando graves prejuízos económicos e danos ambientais consideráveis.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2704" class="wp-caption aligncenter" style="width: 574px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21acopy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2704 " title="21acopy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21acopy.jpg" alt="Visto assim parece inofensivo mas em Cabo Verde sabe-se bem que multiplicado por vários milhões este gafanhoto que ali chega vindo do continente é uma praga terrivel." width="564" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Visto assim parece inofensivo mas em Cabo Verde sabe-se bem que multiplicado por vários milhões este gafanhoto do deserto que ali chega vindo do continente é uma praga terrível causa enormes prejuízos.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Não havendo em Cabo-Verde capacidade para combater esta praga, o governo pediu o apoio da comunidade internacional, tendo a ONU (através da <em>FAO-Food and Agriculture Organization</em>), Marrocos e Portugal correspondido às necessidades urgentes que o país apresentou. Além da ajuda económica que a ONU disponibilizou, Marrocos cedeu dois aviões, mono-motores, com capacidade para pulverizar grandes áreas com insecticida e Portugal, através da Força Aérea, um &#8220;Hércules&#8221; C-130-H-30, para efectuar diversos transportes inter-ilhas.<br />
Se a Força Aérea Marroquina colocou os dois mono-motores em Cabo-Verde, houve depois a necessidade de efectuar o seu transporte entre várias ilhas. Isto porque não havendo no arquipélago capacidade de busca e salvamento, estas aeronaves não podiam, por questões de segurança, arriscar voos - mesmo de poucos minutos - sobre o mar, visto que um incidente podia tornar-se fatal.<br />
Foi exactamente o transporte entre ilhas, de aviões, combustíveis e insecticidas que a Esquadra 501 foi fazer a Cabo-Verde, tendo cumprido várias destas missões, nas duas últimas semanas de Outubro de 2004. Tivemos oportunidade de acompanhar alguns destes voos e contamos como foi.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-364-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2705 " title="3-364-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-364-copy.jpg" alt="Primeira tarefa no aeroporto internacional &quot;Amilcal Cabral&quot; no Sal: descarregar todo o material dos militares Exército que se regressavam de Angola do exercicio &quot;Felino 2004&quot;. Este ía ser um dia bem longo para a tripulação do &quot;C&quot;." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira tarefa no aeroporto internacional &quot;Amílcar Cabral&quot; no Sal: descarregar todo o material dos militares do Exército que regressavam de Angola do exercício &quot;Felino 2004&quot;. Este ia ser um dia bem longo para a tripulação do &quot;16806&quot;.</p></div>
<div id="attachment_2708" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-364-copy1.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2708 " title="3-364-copy1" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-364-copy1.jpg" alt="Ainda no Sal carregamento dos produtos quimicos destinados à Praia. Sem este transporte e sem a colocação também na Praia dos pequenos aviões marroquinos, a praga avançria inexoravelmente. Não havia outra capacidade de transporte inter-ilhas disponivel." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Ainda no Sal carregamento dos produtos químicos destinados à Praia. Sem este transporte e sem a colocação também na Praia dos pequenos aviões marroquinos, a praga avançaria inexoravelmente. Não havia outra capacidade de transporte inter-ilhas disponível.</p></div>
<div id="attachment_2706" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-378-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2706 " title="4-378-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-378-copy.jpg" alt="O Capitão Carlos Fernandes, navegador para esta missão no seu “compartimento” da cabine do C-130." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O Capitão Carlos Fernandes, navegador para esta missão no seu “compartimento” da cabine do C-130.</p></div>
<div id="attachment_2707" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5385-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2707 " title="5385-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5385-copy.jpg" alt="Em 2004 o novo aeroporto internacional da Praia (ao fundo, à direita) estava construído mas ainda não funcionava. O &quot;C&quot; utilizou o Aeroporto “Francisco Mendes”, à esquerda na imagem." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2004 o novo aeroporto internacional da Praia (ao fundo, à direita) estava construído mas ainda não funcionava. O &quot;C&quot; utilizou o Aeroporto “Francisco Mendes”, à esquerda na imagem.</p></div>
<div id="attachment_2709" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-389-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2709 " title="6-389-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-389-copy.jpg" alt="A cidade da Praia vista já na aproximação à pista. Bem ao centro da imagem, consegue-se distinguir o &quot;Plateau&quot; (centro histórco da capital)" width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">A cidade da Praia vista já na aproximação à pista. Bem ao centro da imagem, consegue-se distinguir o &quot;Plateau&quot; (centro histórico da capital)</p></div>
<div id="attachment_2710" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-390-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2710 " title="7-390-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-390-copy.jpg" alt="Dentro de instantes &quot;rodas no chão&quot; na Praia e ficaria cumprida a primeira das 4 aterragens do dia." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Dentro de instantes &quot;rodas no chão&quot; no velho &quot;Francisco Mendes&quot; da Praia e ficaria cumprida a primeira das 4 aterragens do dia.</p></div>
<div id="attachment_2711" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-392-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2711 " title="8-392-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-392-copy.jpg" alt="Uma sinaleiro dos TACV conduz o “C” na placa. Em Cabo Verde a mulher está presente em todas as actividades da sociedade." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Em Cabo Verde a mulher está presente em todas as áreas de actividade da sociedade. De ministro da Defesa a sinaleiro dos TACV passando por muitas outras.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Manhã cedo a tripulação do C-130 prepara o avião, no Aeroporto Internacional &#8220;Amílcar Cabral&#8221;, junto à Vila de Espargos, na ilha do Sal, para o transporte solicitado: combustível de avião e insecticidas para pulverização (chlorpyrifos 240 ULV). Este C-130 que tinha chegado no dia anterior, vindo de Cabo Ledo (Angola), via S. Tomé e Bissau com destacamentos de forças especiais de Portugal e de países africanos amigos, que tinham estado envolvidos num exercício multinacional, o &#8220;Felino 2004&#8243;, teve que ser descarregado, reconfigurado e novamente carregado com a carga a transportar em Cabo-Verde<br />
Apesar da pronta disponibilidade e empenho nacional o carregamento do C-130 decorre a ritmo lento, e é já a meio do dia que a aeronave descola em direcção ao Aeroporto &#8220;Francisco Mendes&#8221; junto à cidade da Praia, na ilha de Santiago. Menos de 40 minutos de voo e o C-130 imobiliza-se na placa do aeroporto da capital cabo-verdiana.<br />
Enquanto o &#8220;load-master&#8221; coordena as acções de descarga e o co-piloto e navegador tratam do plano de voo o comandante troca impressões com o Adido Militar português em Cabo-Verde que está no aeroporto para apoiar a tripulação e fornecer informação sobre a missão.<br />
Curiosamente, junto à placa onde o &#8220;C&#8221; descarrega está bem patente, pelo menos um dos motivos que impede os aviões marroquinos de voar entre ilhas: Helicópteros MI-17 em tempos apetrechados para missões de busca e salvamento, completamente inoperacionais.<br />
Avião descarregado, &#8220;rodas no ar&#8221; em direcção à Ilha de Maio, a apenas 9 minutos de voo. O C-130 faz uma primeira passagem sobre o aeródromo e aterra na pista asfaltada. Junto ao edifício da aerogare, aguardam os passageiros marroquinos (piloto e dois técnicos) que já tinham o avião pronto para embarcar: sem asas.<br />
Delicadamente o avião é introduzido no compartimento de carga do C-130, as asas e demais material também e, nova descolagem em direcção à Praia. O piloto marroquino, visivelmente satisfeito, conta que na ilha de Maio o seu trabalho foi produtivo e conseguiu limpar vários hectares de terreno. A missão de pulverização estava a ser um sucesso e a Ilha de Santiago aguardava por &#8220;tratamento&#8221; igual.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2712" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-398-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2712 " title="9-398-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-398-copy.jpg" alt="Abastecimento na Praia enquanto se prepara o descarregar a carga trazida do Sal e que irá permitir no dia seguinte a operação dos monomotores nesta ilha." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Abastecimento na Praia enquanto se prepara o descarregar a carga trazida do Sal e que irá permitir no dia seguinte a operação dos mono-motores nesta ilha.</p></div>
<div id="attachment_2713" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10360-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2713 " title="10360-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10360-copy.jpg" alt="Neste final de ano de 2004 estes tripulantes do C-130 já tinham passo pelo Afeganistão e Paquistão na primeira missão da esquadra na ISAF." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">No final de 2004 estes tripulantes do C-130 já tinham passado pelo Afeganistão e Paquistão na primeira missão da 501 na ISAF.</p></div>
<div id="attachment_2714" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-411-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2714 " title="11-411-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-411-copy.jpg" alt="Junto à aerogare do velho aeroporto da cidade da Praia em 2004 ainda se víam &quot;despojos&quot; dos tempos coloniais e..." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Junto à aerogare do velho aeroporto da cidade da Praia em 2004 ainda se viam &quot;despojos&quot; dos tempos coloniais - o &quot;De Havilland Dove&quot; CR-CAK dos TACV (ex-DETA Moçambique) e...</p></div>
<div id="attachment_2715" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-410-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2715 " title="12-410-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-410-copy.jpg" alt="...dos primeiros anos de Independência. " width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">...dos primeiros anos de Independência na órbita dos países &quot;de Leste&quot; . Estes MI-17 terão pertencido a uma companhia cubana que os utilizava na busca e salvamento no mar.</p></div>
<div id="attachment_2716" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13418-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2716 " title="13418-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13418-copy.jpg" alt="O Chlorpyrifos 240 ULV a ser descarregado para “cumprir a sua missão”: matar gafanhotos." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O Chlorpyrifos 240 ULV a ser descarregado para “cumprir a sua missão”: matar gafanhotos.</p></div>
<div id="attachment_2717" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-423-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2717 " title="14-423-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-423-copy.jpg" alt="Vila de Maio, localidade mais importante da Ilha de Maio. O &quot;C&quot; fez uma passagem &quot;à vertical&quot; da pista da ilha e prepara a aterragem." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Vila de Maio, localidade mais importante da Ilha de Maio. O &quot;C&quot; fez uma passagem &quot;à vertical&quot; da pista da ilha e prepara a aterragem.</p></div>
<div id="attachment_2718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-428-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2718 " title="15-428-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-428-copy.jpg" alt="O edifício da aerogare de Maio junto ao qual será carregado o avião &quot;sulfatador&quot;." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O edifício da aerogare de Maio junto ao qual será carregado o avião &quot;sulfatador&quot;.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Já de noite o &#8220;Bisonte&#8221; da 501 volta a aterrar na Praia e procede-se ao descarregamento cuidadoso do avião que, após uma noite de descanso, voltará a voar no dia seguinte para descarregar a sua calda mortífera sobre as inconvenientes criaturas que teimam em devorar todo o verde que lhes aparece. Até mesmo duras folhas de palmeira, como podemos comprovar, são retraçadas pelos gafanhotos.<br />
Pelas 21h30 o C-130 aterra da no Sal e começa então novo trabalho para a tripulação. Voltar a configurar o compartimento de carga para a missão do dia seguinte (o regresso a Portugal dos elementos da Marinha e do Exército que haviam transportado de Angola, vinte e um militares do Destacamento de Acções Especiais do Corpo de Fuzileiros, do Centro de Instrução de Operações Especiais e do Batalhão de Comandos, respectivos equipamentos e armamento.<br />
Mais uma vez foi aqui notório o profissionalismo e a dedicação do pessoal de voo da Força Aérea. Um pouco à semelhança do já sucedido nessa manhã, e bem assim como ao longo do dia nas diversas pistas, não havendo localmente pessoal civil de apoio a estas operações em quantidade, foram os tripulantes do &#8220;C&#8221; quem suportou o grosso do trabalho de carga / descarga, chegando mesmo a ver-se pessoal com fato de voo a conduzir monta-cargas!<br />
Já bem de depois da hora de jantar, a tripulação deixa finalmente o aeroporto internacional &#8220;Amílcar Cabral&#8221;, com o C-130 carregado e atestado de combustível, pronto para a missão do dia seguinte.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2719" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-432-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2719 " title="16-432-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-432-copy.jpg" alt="Sem meios de salvamento no mar em presença, mesmo dispondo de autonomia, as regras de segurança mais elementares não permitiam um voo inter-ilhas em monomotor." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Sem meios de salvamento no mar em presença, mesmo dispondo de autonomia, as regras de segurança mais elementares não permitiam um voo inter-ilhas em mono-motor.</p></div>
<div id="attachment_2720" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-435-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2720 " title="17-435-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-435-copy.jpg" alt="Pilotos marroquinos e tripulantes portugueses colocam, delicadamente, a precisosa carga no interior do C-130." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Pilotos marroquinos, funcionários cabo-verdianos e tripulantes portugueses colocam, delicadamente, a preciosa carga no interior do C-130.</p></div>
<div id="attachment_2721" class="wp-caption aligncenter" style="width: 421px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-437-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2721 " title="18-437-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-437-copy.jpg" alt="Primeiro acomodar a fuselagem..." width="411" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro acomodar a fuselagem...</p></div>
<div id="attachment_2722" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-453-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2722 " title="19-453-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-453-copy.jpg" alt="...e depois (em primeiro plano) as asas. Uma operação manual e demorada." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">...e depois (em primeiro plano) as asas. Uma operação manual e demorada.</p></div>
<div id="attachment_2723" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-458-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2723 " title="20-458-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-458-copy.jpg" alt="Não é todos os dias que se viaja de avião, lado a lado com...um avião." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Não é todos os dias que se viaja de avião, lado a lado com...um avião.</p></div>
<div id="attachment_2724" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21-463-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2724 " title="21-463-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21-463-copy.jpg" alt="Já bem de noite o &quot;C&quot; descarrega o seu especial &quot;passageiro&quot; com os mesmos cuidados com que foi embarcado. Finalmente estão juntos na Praia os meios necessa´rios a combater a praga na Ilha: combustivel e inceticidas trazidos do Sal e o avião e pilotos vindos de Maio. Amanhã caberá aos marroquinos atacar os gafanhotos do deserto e ao C-130 português, regressar a Portugal e terminar a missão Luanda - S. Tomé - Bissau - Sal - Lisboa." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Já bem de noite o &quot;C&quot; descarrega o seu especial &quot;passageiro&quot; com os mesmos cuidados com que foi embarcado. Finalmente estão juntos na Praia os meios necessários para combater a praga na Ilha: combustível e insecticidas trazidos do Sal e o avião e pilotos vindos de Maio.</p></div>
<div id="attachment_2725" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/22452-copy.jpg" rel="lightbox[2702]"><img class="size-full wp-image-2725 " title="22452-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/22452-copy.jpg" alt="Amanhã caberá aos marroquinos atacar os gafanhotos do deserto e ao C-130 português, regressar a Portugal e terminar a missão Luanda - S. Tomé - Bissau - Sal - Lisboa" width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Ainda no Maio a tripulação do &quot;16806&quot; posa para a fotografia. Amanhã caberá aos marroquinos atacar os gafanhotos do deserto na Ilha de Santiago e ao C-130 português, regressar a Portugal para terminar a missão Luanda - S. Tomé - Bissau - Sal - Lisboa.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Estava terminado mais um dia na vida desta &#8220;família&#8221; que são as tripulações dos aviões de transporte, onde havia ficado provado, pela enésima vez, a sua versatilidade.<br />
A mesma &#8220;tripulação/aeronave&#8221; que faz o transporte, a milhares de quilómetros de distância, de forças de operações especiais, armados e equipados para combate, em poucas horas &#8220;reconfigura-se&#8221; e efectua um transporte de carácter eminentemente civil, de grande utilidade para a vida de milhares de pessoas, para o qual não existia - localmente - alternativa.<br />
Na mesma linha muito se poderia agora acrescentar, não no plano teórico, das eventuais possibilidades ou capacidades, mas da realidade desta Esquadra 501. A história dos &#8220;Bisontes&#8221; tem sido fértil em missões, um pouco por todo o mundo, quer de carácter humanitário quer estritamente militar.<br />
Mas essa história ficará para outra altura, agora limitamo-nos a lembrar que, no momento presente, os C-130 da &#8220;Cruz de Cristo&#8221; fazem os seguintes voos &#8220;de rotina&#8221;: Para os teatros de operações do Iraque e da Bósnia-Herzegovina no âmbito da rotação dos contingentes da Guarda Nacional Republicana e do Exército, respectivamente; Para os Açores em apoio das unidades da Força Aérea e outras que se encontram na Região Autónoma e também das autoridades civis e dos correios; Em todo o território nacional em exercícios dos três ramos das Forças Armadas, como recentemente o &#8220;Lusíada / Zarco&#8221; em Porto Santo (Madeira) para onde os &#8220;C&#8221; projectaram parte importante da Força de Reacção Imediata (pára-quedistas, operações especiais, fuzileiros e outros); Apoio à Brigada Aerotransportada do Exército para a execução de missões de lançamento de pára-quedistas; No Afeganistão onde um Destacamento C-130 da Força Aérea permanece desde Julho de 2004, integrado na missão da NATO no país, a ISAF, e onde se prevê que vá continuar, pelo menos por mais seis meses.<br />
É esta a vida dos &#8220;Bisontes&#8221; da Força Aérea Portuguesa, prevendo-se que, de acordo como anunciado recentemente pelo Primeiro-Ministro, sobre o aumento do português em missões de paz, que durante 2005 novos voos &#8220;de rotina&#8221; voltem, como no passado, ao Kosovo, e aumente a frequência das missões para o Afeganistão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Nota: </strong>Este artigo foi escrito em Novembro de 2004. depois disto, como se sabe, os C-130 da 501, não pararam! Além do Afeganistão - como à data se previa - cumpriram missões na RD Congo, Chade e Republica Centro Africana, Lituânia, Haiti e tantas outras &#8220;de rotina&#8221; como &#8220;de urgência&#8221; para destinos como Líbano, Kosovo e Bósnia. Não esquecendo os exercícios e missões de &#8220;interesse público&#8221; no território continental e arquipélagos dos Açores e Madeira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Quer ver o site oficial da Esquadra 501? <a href="http://www.emfa.pt/www/po/esq501bisontes/" target="_blank">Clique aqui!</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>OS QUARTÉIS CANIFA</title>
		<link>http://www.operacional.pt/os-quarteis-canifa/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 15:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[09. ONTEM FOI NOTÍCIA - HOJE É HISTÓRIA]]></category>

		<category><![CDATA[CANIFA]]></category>

		<category><![CDATA[Exército]]></category>

		<category><![CDATA[Infra-Estruturas Militares]]></category>

		<category><![CDATA[Quartéis]]></category>

		<category><![CDATA[RI 15]]></category>

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		<description><![CDATA[Memória dos Quartéis CANIFA. Este artigo foi publicado em 1964 e explica o trabalho até então feito pela Comissão Administrativa das Novas Instalações para as Forças Armadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A renovação das instalações militares nacionais, especialmente no Exército, é uma necessidade há muito sentida e sempre adiada. Alguma coisa se faz, mas quase e sempre são obras de detalhe executadas nas áreas militares existentes. Ciclicamente anunciam-nos grandes planos, publica-se inclusive legislação, mas&#8230;as obras tardam em arrancar.<span id="more-2692"></span><img class="aligncenter size-full wp-image-2694" title="2-dsc_6582-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-dsc_6582-copy.jpg" alt="2-dsc_6582-copy" width="614" height="411" /><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A vontade do poder político divulgar o que faz é de sempre, não tem ideologia. Talvez a diferença entre os anos que hoje vamos abordar nesta rubrica de &#8220;Ontem foi Notícia, Hoje é História&#8221; e a actualidade, seja que então se propagandeava o que se fazia e agora - este caso das Infra-Estruturas Militares é paradigmático - anuncia-se repetidamente o que se quer fazer. Pelo menos desde os anos 90 que se divulgam projectos vários de alienação de património militar desnecessário para investir em &#8220;novos quartéis&#8221;.<br />
Nem sempre foi assim em Portugal e nos anos 50 e 60 do século XX houve, então sim, uma autêntica revolução nesta área. Serão raros os militares que nunca ouviram a expressão, &#8220;quartéis CANIFA&#8221;, mas talvez nem todos tenham a noção do que foi essa obra executada paulatinamente durante mais de duas décadas de investimento nas Forças Armadas Portuguesas.<br />
Não se veja aqui qualquer intenção que não seja a de relembrar aos mais novos este aspecto da história de Portugal. Foi uma época em que os efectivos militares estacionados na então Metrópole andariam em permanência entre os 60.000 e os 80.000 homens (décadas de 60 e 70), e no Ultramar estavam estacionados efectivos ainda superiores a estes, incorporados, formados e enviados desta estrutura territorial.<br />
Este artigo foi publicado em 1964 num boletim alusivo ao Regimento de Infantaria n.º 15, editado pelo Ministério das Obras Públicas, onde e explica também o trabalho até então feito pela CANIFA (Comissão Administrativa das Novas Instalações para as Forças Armadas).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3dsc_6584-copy.jpg" rel="lightbox[2692]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2695" title="3dsc_6584-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3dsc_6584-copy.jpg" alt="3dsc_6584-copy" width="411" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-dsc_6586-copy.jpg" rel="lightbox[2692]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2696" title="4-dsc_6586-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-dsc_6586-copy.jpg" alt="4-dsc_6586-copy" width="411" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-dsc_6587-copy.jpg" rel="lightbox[2692]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2697" title="5-dsc_6587-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-dsc_6587-copy.jpg" alt="5-dsc_6587-copy" width="411" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-dsc_6588-copy.jpg" rel="lightbox[2692]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2698" title="6-dsc_6588-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-dsc_6588-copy.jpg" alt="6-dsc_6588-copy" width="411" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-dsc_6590-copy.jpg" rel="lightbox[2692]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2699" title="7-dsc_6590-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-dsc_6590-copy.jpg" alt="7-dsc_6590-copy" width="411" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-dsc_6591-copy.jpg" rel="lightbox[2692]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2700" title="8-dsc_6591-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-dsc_6591-copy.jpg" alt="8-dsc_6591-copy" width="411" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-dsc_6592-copy.jpg" rel="lightbox[2692]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2701" title="9-dsc_6592-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-dsc_6592-copy.jpg" alt="9-dsc_6592-copy" width="614" height="411" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>PORTUGAL E AS OPERAÇÕES DE PAZ, UMA VISÃO MULTIDIMENSIONAL</title>
		<link>http://www.operacional.pt/portugal-e-as-operacoes-de-paz-uma-visao-multidimensional/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/portugal-e-as-operacoes-de-paz-uma-visao-multidimensional/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 19:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[08. JÁ LEMOS E...]]></category>

		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<category><![CDATA[Missões de Paz]]></category>

		<category><![CDATA[Visão Multidimensional]]></category>

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		<description><![CDATA[É um livro que fazia falta, fala sobre o passado e o presente, aponta caminhos a percorrer para saber mais e alerta para necessidade de se rever a participação nacional nestas operações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><br />
Centenas de militares e polícias portugueses estão neste preciso momento um pouco por todo o mundo a cumprir as chamadas &#8220;Missões de Paz&#8221;. Alguns em teatros de operações onde esta designação só por facilidade de expressão pode ser usada e outros em locais aparentemente pacíficos mas onde se morre no cumprimento da missão - ainda em Junho último um militar da GNR perdeu a vida em Timor-Leste - ou onde a acalmia se pode transformar num ápice em tumultos violentos.<span id="more-2690"></span><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/prt-e-oop-paz-capa.jpg" rel="lightbox[2690]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2691" title="prt-e-oop-paz-capa" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/prt-e-oop-paz-capa.jpg" alt="prt-e-oop-paz-capa" width="300" height="430" /></a><br />
E isto não é de agora, já lá vão mais de 15 anos. &#8220;<em>O empenhamento do país nestas missões já mobilizou cerca de 30 mil portugueses e portuguesas em mais de 30 Teatros de Operações espalhados pelo Mundo, envolvendo uma vasta gama de actividades nos campos político, militar, humanitário, social e cultural, tendo-se tornado um elemento chave da política externa do Estado</em>&#8221; é referido na introdução desta obra que foi lançada em Junho último.<br />
O que nos tem chegado, ao público em geral, sobre estas missões é reconhecidamente pouco. &#8220;<em>A pouca projecção da presença portuguesa em teatros de tão crucial importância como o Afeganistão e outros junto dos media e da opinião pública prender-se-á ainda com a ausência de uma dinâmica consequente de difusão de informação sobre a presença das forças portuguesas em teatros externos por parte dos responsáveis políticos e militares do país. Normalmente só em momentos de teor mais «celebrativo» ou de impacto político doméstico - caso das visitas de ministros aos teatros em causa - se regista um maior fluxo de informação e uma maior disponibilidade dos responsáveis para os media</em>&#8220;, refere Carlos Santos Pereira no capítulo &#8220;Operações de Paz: a frente dos media&#8221;.<br />
Mesmo sendo verdade que muita coisa tem sido publicada sobre as missões de paz, sobretudo pelos ramos das Forças Armadas envolvidos nas operações ou mesmo pelas unidades empenhadas, na realidade são livros e revistas de circulação muito limitada, interna, sectoriais, não raramente de difícil acesso mesmo para quem tem interesse e delas toma conhecimento e, com uma forte componente institucional e estatística. Diferente mas ainda assim com um âmbito bem menos abrangente que este livro, as publicações sobre o assunto da revista &#8220;Janus&#8221; pelo Público e a Universidade Autónoma de Lisboa. Um ou outro livro de jornalistas que passaram &#8220;pelo terreno&#8221;, uns mais tempo do que outros, onde contam as suas impressões pessoais; o mesmo em relação a ainda menos militares e,</span><span style="font-size: medium;"> não tem havido muito mais.</span><br />
<span style="font-size: medium;"> &#8220;<em>Nalgumas das áreas abordadas existiam já trabalhos em que se fazia o levantamento e sistematização de dados sobre variados aspectos das missões de paz. Nestes casos o trabalho de pesquisa foi conduzido no sentido de sistematizar e questionar os ensinamentos já apurados, e, sobretudo, de explorar ângulos inéditos ou menos estudados. Noutras áreas, o trabalho de investigação ora levantado cumpre um papel pioneiro. Estamos conscientes que apesar de percorridas as mais diversas facetas do empenhamento português nas missões de paz - militar e de segurança, civil, politica, diplomática e comunicacional - este trabalho estará decerto longe de esgotar a problemática em estudo</em>&#8220;, diz-se também na introdução. Estamos perante a primeira obra desta dimensão dedicada a este assunto. É um ponto de viragem nesta abordagem em português às missões de paz nacionais sobretudo pela &#8220;visão multidimensional&#8221; mas também no detalhe de alguns dos artigos. E, como se compreenderá ao ler a obra, é e será por muitos anos um excelente &#8220;manual de consulta&#8221; para aqueles que estudam estes assuntos terem sempre &#8220;à mão&#8221;.<br />
Os textos/artigos que compõem o livro além do Prefácio (Mário Soares), Nota de Abertura (Adriano Moreira), CV&#8217;s dos Participantes, Glossário, Introdução, A Estrutura do Livro, são os que se seguem. Impossíveis de sintetizar neste pequeno comentário aqui ficam títulos e autores:<br />
- <strong>O Contexto Internacional das Operações de Paz</strong> - Carlos Santos Pereira<br />
- <strong>Enquadramento Jurídico das Operações de Paz</strong> - Carmen Silvestre<br />
- <strong>O que são Operações de Paz? Conceitos e Taxinomia</strong> - Carlos Martins Branco<br />
- <strong>A Participação da Marinha em Missões Internacionais de Paz</strong> - Mara M. Saramago<br />
- <strong>O Exército Português e as Operações de Paz</strong> - José Carlos Loureiro<br />
- <strong>A Força Aérea nas Missões de Paz </strong>- Luís P. Durães e António B. Eugénio<br />
- <strong>A Policia de Segurança Pública e as Operações de Paz: Evolução da sua Participação e Perspectivas de Futuro </strong>- Luís A. Elias<br />
- <strong>A Participação da Guarda Nacional Republicana em Operações de Paz </strong>- Marco F. Cruz<br />
- <strong>&#8220;Entre o Céu e o Inferno&#8221;: A Importância dos Observadores Militares</strong> - Alexandre Carriço<br />
-<strong> O Exército nas Operações de Paz: Implicações</strong> - Francisco Xavier de Sousa<br />
- <strong>Soldados sem Inimigos? Um Olhar Sociológico Sobre os Militares Portugueses em Missões de Paz </strong>- Helena Carreiras<br />
- <strong>Portugal nas Operações de Paz. A Participação Nacional no Processo de Tomada de Decisão Internacional </strong>- Mónica Santos<br />
- <strong>Operações de Paz: A Frente dos Media</strong> - Carlos Santos Pereira<br />
- <strong>A Opinião Pública e as Operações de Paz </strong>- Carlos Santos Pereira<br />
- <strong>A Participação das Organizações Não Governamentais Portuguesas em Missões de Paz e na Gestão de Crises Humanitárias e de Emergência </strong>- Carla M. Gomes<br />
- <strong>Elementos Civis nas Missões Humanitárias e de Paz: O Papel dos Órgãos e Entidades Civis Nacionais</strong> - Maria Francisca Saraiva<br />
- <strong>O Exército como um Vector de Apoio à Politica Externa do Estado Português a Cooperação Técnico-Militar </strong>- Rui Pires</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><br />
PORTUGAL E AS OPERAÇÕES DE PAZ, UMA VISÃO MULTIDIMENSIONAL, é um livro que fazia falta, aponta caminhos que se terão de percorrer para saber mais sobre estas missões - &#8220;<em>uma das grandes conclusões a tirar deste estudo é que sabemos pouco sobre os militares portugueses e a forma como encaram as novas missões em que são chamados a participar, sendo urgente aprofundar o conhecimento do caso Português e efectuar comparações internacionais&#8221;</em> -. Inclui também, o que não é muito vulgar, senão inédito, até pela origem da maioria de quem escreve nesta área de interesse (militares e académicos que não têm por hábito &#8220;desancar&#8221; as instituições), alguns reparos, críticas, que podem ajudar a sensibilizaras entidades competentes para aspectos como a falta de acesso a dados  oficiais, facto que só por si deita por terra qualquer tentativa de se proceder a determinados estudos/avaliações.<br />
Esta linha tendencialmente &#8220;não-oficial&#8221; que alguns autores seguem mais do que outros, está aliás bem patente na conclusão, forte, da obra:<br />
&#8220;<em>As alterações qualitativas registadas na última década nas operações de paz e que foram sendo assinaladas ao longo deste artigo, tornaram evidente a necessidade de se rever a participação nacional nestas operações</em>&#8220;.<br />
Também por isto PORTUGAL E AS OPERAÇÕES DE PAZ, UMA VISÃO MULTIDIMENSIONAL será até um livro importante para decisores ou futuros decisores políticos nesta área. É hoje evidente que se criaram muitos lugares comuns em relação à participação nacional nestas missões e não raramente se vêm afirmações públicas de pessoas com elevadas responsabilidades completamente deslocadas da realidade no terreno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">PORTUGAL E AS OPERAÇÕES DE PAZ, UMA VISÃO MULTIDIMENSIONAL, teve a direcção de Adriano Moreira, coordenação de Carlos Martins Branco - o grande dinamizador deste  trabalho -  Francisco Proença Garcia e Carlos Santos Pereira e os seguintes autores: Carlos Martins Branco; Helena Carreiras; Alexandre Carriço; Marco F. Cruz;  Luís P. Durães; Luís A. Elias;  António B. Eugénio; Carla M. Gomes; José Carlos Loureiro; Carlos Santos Pereira; Rui Pires; Mónica Santos; Maria Francisca Saraiva; Mara M. Saramago; Carmen Silvestre; Francisco Xavier de Sousa.<br />
É uma edição da Fundação Mário Soares  - que desde Junho de 2005 lançou este trabalho de investigação - e da Editora Prefácio deste ano de 2010. Contou com o apoio dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros, da Defesa Nacional e a Administração Interna. Tem formato 24X17cm, 704 páginas, ISBN: 978-989-652-052-6 e um preço de 23,00€.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		</item>
		<item>
		<title>DISTINTIVO DE QUALIFICAÇÃO PÁRA-QUEDISTA DA ORGANIZAÇÃO PARAMILITAR «COMANDOS MAMBISES»</title>
		<link>http://www.operacional.pt/distintivo-de-qualificacao-para-quedista-da-organizacao-paramilitar-%c2%abcomandos-mambises%c2%bb/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 19:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carmo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[10. DISTINTIVOS E INSÍGNIAS]]></category>

		<category><![CDATA[Mambises; Pára-quedista; Cuba; Mambí; CIA; Comandos Mambises; GME]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.operacional.pt/?p=2674</guid>
		<description><![CDATA[Insígnias de um grupo paramilitar cubano organizado no período posterior à famigerada invasão de Playa Girón (popularmente conhecida como Baía dos Porcos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">INTRODUÇÃO</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Sendo um grupo paramilitar organizado no período posterior à famigerada invasão de Playa Girón (popularmente conhecida como Baía dos Porcos), é aqui referido nesta rubrica (DISTINTIVOS E INSÍGNIAS) pelo facto de ter sido uma das únicas organizações paramilitares anti-cubana pós-1959, a desenhar e aprovar um distintivo de qualificação pára-quedista próprio. Importa, por isso, fazer emergir a sua curta história principalmente para os amantes do coleccionismo de distintivos de qualificação aeroterrestre.<span id="more-2674"></span></span></span></p>
<div id="attachment_2675" class="wp-caption aligncenter" style="width: 225px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/comandos-mambises-patche.jpg" rel="lightbox[2674]"><img class="size-full wp-image-2675 " title="comandos-mambises-patche" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/comandos-mambises-patche.jpg" alt="Distintivo de identificação da Organização Paramilitar «COMANDOS MAMBISES». (Col. do Autor / réplica comercializada em Miami / EUA)" width="215" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Distintivo de identificação da Organização Paramilitar «COMANDOS MAMBISES». (Col. do Autor / réplica comercializada em Miami / EUA)</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong style="FONT-FAMILY: "><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">ALGUNS DADOS HISTÓRICOS (*)</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Organização controlada e financiada pela CIA com base em Nova Orleans - EUA, e dirigida por Robert Wall e um cubano &#8220;camagueyano&#8221; de nome MANUEL VILLAFAÑA y MARTÍNEZ, ex-Tenente das Forças Armadas de Fulgêncio Baptista y Zaldívar, ex-Adido Aeronáutico de Cuba no México até à sua deserção em Abril de 1960, e ex-Comandante, com o posto de capitão, da aniquilada Força Aérea da Brigada de Assalto 2506 tinha, dentro do novo conceito de &#8220;operações autónomas&#8221; planeadas pela CIA contra o Governo Revolucionário do Dr. Fidel Alejandro Castro Ruz, depois do desastre de Playa Girón (Baía dos Cochinos), a responsabilidade de substituir o desarticulado Grupo de Missões Especiais (1).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">O Grupo de Missões Especiais foi uma das múltiplas frentes de agressão contra Cuba, criadas depois da fracassada invasão de Playa Girón e no âmbito da denominada &#8220;Mangoose Operation / Operação Mangosta&#8221;.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Esta operação (iniciada em Novembro de 1961 e oficialmente concluída em 3 de Janeiro de 1963) consistia num complexo programa subversivo, organizado pelo Conselho de Segurança Nacional dos EUA, em que intervinham, também, o Pentágono, o Departamento de Estado, a CIA e a Agência de Informação que compreendia acções do tipo &#8220;comando&#8221; para ocupar centros estratégicos, sabotagens em objectivos económicos, assim como assaltos a unidades militares das Forças Armadas Revolucionárias (FAR).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Para este efeito foi activada uma estação da CIA, no sul da Florida - Estação «JM WAVE» - que esteve sob o comando e direcção de Theodore Shackley, um alto oficial dos serviços secretos norte-americanos que foi transferido do seu posto na Alemanha, em 1962, para ter sob sua responsabilidade directa a condução das operações contra Cuba. Neste local (Florida-EUA), mais de 800 cubanos exilados recrutados pela CIA, receberam treino especializado em navegação naval e aérea, demolições terrestres e aquáticas, mergulho com escafandro autónomo, pilotagem e pára-quedismo, naquele que foi considerado o maior centro da CIA em todo o mundo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Os novos «COMANDOS MAMBISES», agora recrutados com base em critérios mais exigentes que em situações similares anteriores no seio dos inúmeros grupos de exilados cubanos sedeados em Miami, Nova Orleans e Dallas, receberam intensa e sofisticada preparação militar de militares norte-americanos. Entre as diversas disciplinas, estes <em>comandos</em> assimilaram toda a técnica para poderem fazer uso do &#8220;envolvimento vertical&#8221; como um dos processos de infiltração em território cubano. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">No final do intensivo Curso Básico de Pára-quedismo, chegaram mesmo a aprovar um distintivo de qualificação pára-quedista próprio (que as fotos ilustram), embora com carácter reservado no que respeita à sua ostentação nos uniformes individuais.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Adoptaram a designação histórica «MAMBISES»(2), nome dado aos integrantes do Exército Libertador de Cuba no século XIX.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">As suas acções armadas mais espectaculares contra objectivos económicos, políticos e militares em território cubano foram:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong>14AGO63</strong> - um pequeno grupo dos «Comandos Mambises» atacam as minas de Matahambre e os reservatórios (tanques) de petróleo de Casilda.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong>19AGO1963</strong> - duas lanchas-rápidas, com «Comandos Mambises» a bordo, provenientes de um navio-transportador fundeado nas proximidades de Santa Lúcia, na Província de Pinar del Rio, penetram o suficiente até se aproximarem de uma fábrica metalúrgica. Desencadeiam um ataque com metralhadoras pesadas e lança-granadas, causando avultados prejuízos materiais avaliados em mais de 15.000 pesos cubanos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong>01OUT1963</strong> - uma embarcação do tipo &#8220;REX&#8221; tripulada por «Comandos Mambises » e fortemente armada desfere um ataque em Cayo Guín (Oriente). Várias pessoas resultam feridas deste ataque relâmpago.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong>27DEZ1963</strong> - a &#8220;lancha torpedeira&#8221; LT-85 da Marinha de Guerra Revolucionária (MGR), ancorada no porto da Baía de Siguanea (Ilha de Pinos - hoje designa-se por Ilha da Juventude) é dinamitada por mergulhadores dos «Comandos Mambises». Esta acção provoca 4 mortos (Alferes-de-Fragata Leonardo Luberta Noy; Marinheiros Jesus Mendoza Larosa; Fe de La Caridad Hernández Jubón; Andrés Gavilla Soto) e 18 feridos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong>13MAI1964</strong> - a Central Açucareira &#8220;LUIS ENRIQUE CARRACEDO&#8221;, no município de Pilón, Província de Oriente, é atacada por uma embarcação fortemente armada. Esta acção dos «Comandos Mambises» provoca ferimentos numa criança (Maria Ortega Olivera) de 8 anos de idade e destrói (por incêndio) mais de 70 mil sacos de açúcar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong>02FEV1965</strong> - uma lancha equipada com metralhadoras pesadas e um canhão de 57mm atinge os tanques de combustível próximos da Praia Ancón, em Trinidad, na Província de Sancti Spíritus. Nesta acção armada, os «Comandos Mambises» conseguem ainda atingir um tanque de água potável, um armazém de açúcar, e várias habitações civis da zona.</span></span></p>
<div id="attachment_2676" class="wp-caption aligncenter" style="width: 414px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/mambiseparawing1cuba-original.jpg" rel="lightbox[2674]"><img class="size-full wp-image-2676  " title="mambiseparawing1cuba-original" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/mambiseparawing1cuba-original.jpg" alt="Distintivo de qualificação pára-quedista da Organização Paramilitar «COMANDOS MAMBISES». Versão original em metal. (Foto de Arquivo/Col. do Autor)" width="404" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Distintivo de qualificação pára-quedista da Organização Paramilitar «COMANDOS MAMBISES». Versão original em metal. (Foto de Arquivo/Col. do Autor)</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong style="FONT-FAMILY: "><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO DISTINTIVO</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Ainda hoje é desconhecido o autor (ou autores) do distintivo de qualificação pára-quedista dos «COMANDOS MAMBISES». Porém, sabe-se que nos anos 60 foram mandados fabricar alguns exemplares, apesar do carácter reservado desta organização paramilitar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Com o passar dos anos, algumas réplicas foram comercializadas em casas especializadas na cidade de Miami (EUA), e mais recentemente, algumas reproduções têm aparecido à venda no <em>eBay</em>.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">O distintivo metálico original foi fabricado em contra-cunho e no seu reverso detinha um alfinete de segurança para fixação no vestuário e/ou uniformes. As medidas aprovadas eram de  9 cm X 2,2 cm, desconhecendo-se o número de exemplares confeccionados na edição original.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">O seu desenho heráldico apresentava duas ASAS com a calote de um pára-quedas ao centro. Cobrindo parte da calote, a tradicional cobertura de cabeça emblemática dos «MAMBISES».</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Na parte inferior do pára-quedas um círculo rodeado de dois ramos de louro (símbolo de vitória). No interior do círculo está inscrito a expressão «COM LA VERGUENZA», ou seja «COM VERGONHA».</span></span></p>
<div id="attachment_2677" class="wp-caption aligncenter" style="width: 289px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/comandos-mambises-brevet-metal.jpg" rel="lightbox[2674]"><img class="size-full wp-image-2677 " title="comandos-mambises-brevet-metal" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/comandos-mambises-brevet-metal.jpg" alt="Distintivo de qualificação pára-quedista da Organização Paramilitar «COMANDOS MAMBISES». Frente e reverso. Reprodução recente comercializada no eBay." width="279" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Distintivo de qualificação pára-quedista da Organização Paramilitar «COMANDOS MAMBISES». Frente e reverso. Reprodução recente comercializada no eBay.</p></div>
<div id="attachment_2678" class="wp-caption aligncenter" style="width: 269px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/commandomambises-bordado1964-65.jpg" rel="lightbox[2674]"><img class="size-full wp-image-2678  " title="commandomambises-bordado1964-65" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/commandomambises-bordado1964-65.jpg" alt="Esta versão bordada a fio-de-prata nunca teve qualquer suporte legal. Trata-se de uma réplica comercializada no eBay e em casas da especialidade. (Foto Col. de J.W./Suécia)" width="259" height="146" /></a><p class="wp-caption-text">Esta versão bordada a fio-de-prata nunca teve qualquer suporte legal. Trata-se de uma réplica comercializada no eBay e em casas da especialidade. (Foto Col. de J.W./Suécia)</p></div>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">NOTAS</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">(*) N. do A.: Todos os dados relativos às acções armadas da organização paramilitar «COMANDOS MAMBISES» aqui relatados, foram recolhidos pelo autor durante a visita efectuada ao Museu do Ministério do Interior (MUSEO DEL MININT) situado na Quinta Avenida e Rua 14, Município de Playa, Ciudad de La Habana (CUBA) e que em 26 de Março de 2010 cumpriu o seu 21º aniversário.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">(1) O GRUPO DE MISSÕES ESPECIAIS (GME) foi organizado e treinado pela CIA antes da invasão de Playa Girón com o propósito de realizar acções contra Cuba a partir de território norte-americano. Os homens recrutados foram seleccionados entre ex-militares da ditadura de Fulgêncio Batista e foram treinados nos EUA e Guatemala. Entre as missões que deviam cumprir estavam contempladas as de introdução de armamento, explosivos e outros materiais. Também constava das missões atribuídas obter informações militares e económicas detalhadas. Ao longo da sua curta existência levou a cabo cerca de 25 operações, sendo a mais famosa a que a história registou com o nome de «MALAS AGUAS» em 20 de Outubro de 1962. Esta operação de infiltração foi liderada pelo seu Comandante, MIGUEL ÁNGEL OROSCO CRESPO, e pretendiam introduzir armas neste local - MALAS AGUAS - município de Minas de Matahambre na província de Pinar del Río. Paralelamente, e no mesmo dia, outro grupo do GME, liderados por REINALDO GARCÍA MARTÍNEZ, desembarcou a Oeste do mesmo lugar. Ambos os grupos tinham o propósito de cumprir diversas missões e de apoiarem-se mutuamente na colocação de cargas explosivas na mina de cobre de Matahambre.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">(2) A palavra «MAMBISES» tem a sua origem em Santo Domingo (República Dominicana) depois de um oficial espanhol negro, desertor, de nome JUAN ETHNINIUS MAMBY, ter conseguido unir os dominicanos na luta pela independência em 1846. Neste conflito, os soldados espanhóis referiam-se aos insurgentes como os &#8220;homens de MAMBY&#8221;. Este facto deu-se cinquenta anos antes do início da &#8220;Guerra dos Dez Anos&#8221; em Cuba. Neste conflito, os soldados espanhóis notaram que os cubanos faziam um uso muito semelhante do &#8220;Machete&#8221; e logo os alcunharam de «MAMBÍS» ou «MAMBISES». As &#8220;tropas mambisas&#8221; eram compostas por cubanos oriundos de todas as classes sociais (negros, escravos e mulatos livres) que lutaram com determinação pela liberdade e independência de Cuba. O &#8220;Machete&#8221;, arma muito usada, é um facão curto, com menos de 60 cm de lâmina (muito semelhante à catana) e que é usado, normalmente, no corte da cana-de-açúcar e na abertura de percursos em selvas de vegetação alta e densa.</span></span></p>
<div id="attachment_2679" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/img_1320.jpg" rel="lightbox[2674]"><img class="size-full wp-image-2679   " title="img_1320" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/img_1320.jpg" alt="As façanhas dos «MAMBISES» também inspiraram o autor de banda desenhada cubano, Juan Padron que criou o maior herói de todos os tempos: ELPIDIO VALDES. Note-se a tradicional cobertura de cabeça emblemática dos «MAMBISES» e que é contemplada no desenho heráldico do distintivo. (Capa DVD-Col. do Autor)" width="263" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">As façanhas dos «MAMBISES» também inspiraram o autor de banda desenhada cubano, Juan Padron que criou o maior herói cubano de todos os tempos: ELPIDIO VALDES. Note-se a tradicional cobertura de cabeça emblemática dos «MAMBISES» e que é contemplada no desenho heráldico do distintivo de qualificação pára-quedista. (Capa DVD-Col. do Autor)</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong style="FONT-FAMILY: "><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">SUPORTE DOCUMENTAL</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">- SHACKLEY, Ted., SPYMASTER MY LIFE IN THE CIA. Potomac Books, Inc., 2005, ISBN 1-57488-915-X</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">- CARMO, António E. S., HISTÓRIA SUCINTA DAS FORÇAS ESPECIAIS CUBANAS. Edição do Autor, Lisboa, 2008, ISBN 978-989-95744-0-3</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">- Apontamentos recolhidos pessoalmente pelo autor no Museu do MININT (Havana - Cuba)</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="color: #0000ff;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Mais informação sobre a invasão de Playa Girón pode ser lida em:</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="color: #0000ff;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><br />
</span></strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><a href="http://www.operacional.pt/invasao-de-playa-giron-cuba-o-1%C2%BA-batalhao-de-para-quedistas-da-brigada-de-assalto-2506-1%C2%AA-parte/" target="_blank">INVASÃO DE PLAYA GIRÓN (CUBA): O 1º BATALHÃO DE PÁRA-QUEDISTAS DA BRIGADA DE ASSALTO 2506 (1ª PARTE)</a><br />
</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><a href="http://www.operacional.pt/invasao-de-playa-giron-cuba-o-1%C2%BA-batalhao-de-para-quedistas-da-brigada-de-assalto-2506-2%C2%AA-parte/" target="_blank"><br />
INVASÃO DE PLAYA GIRÓN (CUBA): O 1º BATALHÃO DE PÁRA-QUEDISTAS DA BRIGADA DE ASSALTO 2506 (2ª PARTE)<br />
</a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><a href="http://www.operacional.pt/invasao-de-playa-giron-cuba-o-1%c2%ba-batalhao-de-para-quedistas-da-brigada-de-assalto-2506-2%c2%aa-parte/"><br />
</a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A WEAPON OF MASS PERCEPTIONS PLACED IN OUR HOT SUMMER</title>
		<link>http://www.operacional.pt/a-weapon-of-mass-perceptions-placed-in-our-hot-summer/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 19:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[02. OPINIÃO]]></category>

		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>

		<category><![CDATA[COMISAFs Counterinsurgency Guidance]]></category>

		<category><![CDATA[Francisco José Leandro]]></category>

		<category><![CDATA[General David Petraeus]]></category>

		<category><![CDATA[ISAF]]></category>

		<category><![CDATA[NATO]]></category>

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		<description><![CDATA[Summer and especially the month of August are in terms of news the so-called silly season, the dull season or simply cucumber time. This summer is indeed faraway from the most tedious time of the  year. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">By Francisco José Leandro</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Summer and especially the month of August are in terms of news the so-called silly season, the dull season or simply cucumber time. This summer is indeed faraway from the most tedious time of the year. <span id="more-2680"></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/time_august.jpg" rel="lightbox[2680]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2681" title="time_august" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/time_august.jpg" alt="time_august" width="224" height="301" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">There was the Deepwater Horizon oil spill response, the Iceland Volcanic Eruption that hampered the European air traffic, the FIFA World Cup in South Africa, the Pope positions on catholic sex abuses, the summer forest fires in Russia, the floods in Pakistan, the concern on the global economy, the following up regarding the raid on a Turkish ship sailing towards Gaza, and Naomi Campbell has been subpoenaed to testify at the Charles Taylor trial.<br />
Besides all of this, two perceptions related facts, came to the public domain at the beginning of August regarding the Afghan conflict: the new counterinsurgency guidance from General David Petraeus  (1) and the cover of the Time Magazine: words and images together.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Both documents are capable of reaching the heart and the feelings of enormous audiences, both documents are holding a huge potential to change perceptions, and both documents will fight in the immaterial domain, standing as valuable assets, which are bringing an immediate measurability of a distant reality of a modern battlefield.<br />
Media holds the potential to become a weapon of mass perceptions and understanding this, both documents took the opportunity, which represents the summer time, to draw the attention to the battle, where conventional weapons are very short in terms of range and effects.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/comisaf.jpg" rel="lightbox[2680]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2682" title="comisaf" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/comisaf.jpg" alt="comisaf" width="348" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">(1) Available at www.stripes.com (<a href="http://www.stripes.com/polopoly_fs/1.113197.1280774784!/menu/standard/file/COMISAF%27s%20COIN%20Guidance%2C%201Aug10.pdf" target="_blank">COMISAFs Counterinsurgency Guidance - 1 Aug 2010</a>)</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>MUSEU DA ALAT – AVIAÇÃO LIGEIRA DO EXÉRCITO FRANCÊS</title>
		<link>http://www.operacional.pt/museu-da-alat-%e2%80%93-aviacao-ligeira-do-exercito-frances/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 19:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EM DESTAQUE]]></category>

		<category><![CDATA[Aviação Ligeira do Exército Francês]]></category>

		<category><![CDATA[Dax]]></category>

		<category><![CDATA[Helicópteros]]></category>

		<category><![CDATA[Musée de l'ALAT et de l'Helicoptère]]></category>

		<category><![CDATA[Museu da ALAT]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem entra em França pela fronteira de Hendaye e segue na direcção de Bordéus pela A63 / E05 / E70 passa bem perto de Dax. Um pequeno desvio (10Km) da rota em direcção ao Norte coloca-nos na localidade que alberga o Museu da Aviação Ligeira do Exército Francês (Musée de l'ALAT et de l'Helicoptère). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Quem entra em França pela fronteira de Hendaye e segue na direcção de Bordéus  pela A63 / E05 / E70 passa bem perto de Dax. Um pequeno desvio (10Km) da rota em direcção ao Norte coloca-nos na localidade que alberga o Museu da Aviação Ligeira do Exército Francês (<em>Musée de l&#8217;ALAT et de l&#8217;Helicoptère</em>). <span id="more-2649"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2650" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-s55-dsc_6332-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2650 " title="1-s55-dsc_6332-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-s55-dsc_6332-copy.jpg" alt="O Sikorsky S 55 (H19), um dos 66 que serviram na ALAT, nomeadamente na Indochina e Argélia. Podia transportar 6 a 8 militares e estiveram na origem das primeiras operações helitransportadas da história." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O Sikorsky S 55 (H19), um dos 66 que serviram na ALAT, nomeadamente na Indochina e Argélia. Podia transportar 6 a 8 militares e estiveram na origem das primeiras operações helitransportadas da história.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Galeria Histórica</strong><br />
Junto à Base Escola de Dax, de seu nome completo e oficial « É<em>cole d&#8217;application de l&#8217;aviation légère de l&#8217;armée de Terre (EAALAT) </em>», o Museu da Aviação Ligeira do Exército Francês é uma visita muito interessante para os entusiastas deste tipo de aeronaves e também para conhecer melhor parte da história do exército francês nomeadamente as operações na Indochina e Argélia.<br />
O museu dispõe, além da recepção e loja, um sala de projecção de filmes, um sector com várias salas dedicadas à história desta componente do exército francês, desde os primórdios no período dos balões de observação de artilharia - esta aviação nasceu e desenvolveu-se em França &#8220;pela mão&#8221; dos oficiais de artilharia observadores aéreos - até às actuais missões de paz e de guerra da Bósnia ao Afeganistão, com algum destaque para as operações na Argélia francesa. Estas salas apresentam muitas fotografias, pequenos objectos alusivos aos militares que operaram as aeronaves de asa fixa e asa rotativa, uniformes, armamento e equipamento individual, mapas e emblemática. Destaque neste sector do Museu para uma sala &#8220;de aulas&#8221; onde se explica o funcionamento de um AL II e muitas particularidades das aeronaves de asa rotativa, uma sala de motores e também para uma Sala Memorial pelos mortos da ALAT.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2651" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-salas-iniciais-dsc_6285-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2651 " title="2-salas-iniciais-dsc_6285-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-salas-iniciais-dsc_6285-copy.jpg" alt="As salas iniciais do Museu dispõem de abundante informação de carácter histórico." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">As salas iniciais do Museu dispõem de abundante informação de carácter histórico.</p></div>
<div id="attachment_2652" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-dien-bien-phu-dsc_6287-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2652  " title="3-dien-bien-phu-dsc_6287-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-dien-bien-phu-dsc_6287-copy.jpg" alt="Umas das vitrinas dedicadas à Indochina inclui um saco com terra de Dien Bien Phu. Esta batalha perdida pelos franceses tornou-se numa dos maiores simbolos da sua história militar para demonstrar a capacidade de sacrificio e o heroismo dos seus militares." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Umas das vitrinas dedicadas à Indochina inclui um saco com terra de Dien Bien Phu. Esta batalha perdida pelos franceses tornou-se num dos maiores símbolos da sua história para demonstrar a capacidade de sacrifício e o heroísmo dos seus militares.</p></div>
<div id="attachment_2653" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-argelia-dsc_6296-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2653 " title="4-argelia-dsc_6296-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-argelia-dsc_6296-copy.jpg" alt="Pelos simbolos das unidades da ALAT na Argélia é bem visivel o enorme empenhamento que os meios aéreos do Exército Francês tiveram neste conflito." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Pelos símbolos das unidades da ALAT na Argélia é bem visível o enorme empenhamento que os meios aéreos do Exército Francês tiveram neste conflito.</p></div>
<div id="attachment_2654" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-al-ii-dsc_6302-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2654 " title="5-al-ii-dsc_6302-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-al-ii-dsc_6302-copy.jpg" alt="Um voluntário da Associação dos Amigos do Museu da ALAT, veterano, explica aos visitantes o funcionamento dos principais componente do AL II." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Um voluntário da Associação dos Amigos do Museu da ALAT, veterano, explica aos visitantes o funcionamento dos principais componente do AL II.</p></div>
<div id="attachment_2655" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-memoria-aos-caidos-dsc_6310-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2655 " title="6-memoria-aos-caidos-dsc_6310-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-memoria-aos-caidos-dsc_6310-copy.jpg" alt="Os &quot;Mortos Voando&quot; da ALAT são lembrados em local próprio no interior do Museu. Os últimos 4 nomes reportam-se a 2006." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Os &quot;Mortos Voando&quot; da ALAT são lembrados em local próprio no interior do Museu. Os últimos 4 nomes reportam-se a 2006.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Estes espaços iniciais seguem aquilo que podemos considerar, sem desmérito algum, um modo antigo de expor informação. Ou seja, os painéis e vitrinas têm muita informação exposta. Interessante para quem gosta muito do tema, talvez nem tanto para quem não pretenda aprofundar. Nós gostamos!<br />
Seguimos agora para um enorme hangar onde se encontra exposta parte substancial da colecção de aeronaves do museu e também mais uma série de objectos relacionados. Viaturas, motores, equipamentos de apoio, uniformes e armamento também integram a exposição junto às aeronaves. Grande parte dos helicópteros e aviões estão mesmo guarnecidos com as &#8220;tripulações&#8221; devidamente fardadas e equipadas. Uma nota inicial se impõe. Embora o nome do museu seja &#8220;Museu da ALAT e do Helicóptero&#8221;, no seu inventário fazem parte muitas aeronaves de asa fixa. Pouco menos de metade dos aparelhos expostos são pequenos aviões que serviram no exército francês. Para instrução de voo mas também em missões operacionais por diversos teatros de operações para observação, reconhecimento e transporte de feridos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2656" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7hiller-360-dsc_6316-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2656 " title="7hiller-360-dsc_6316-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7hiller-360-dsc_6316-copy.jpg" alt="O Hiller 360 de fabrico americano que foi um dos dois primeiros helicópteros que serviram operacionalmente na Indochina. Em França estes aparelhos estão muito ligados à pessoa da general médica e piloto, Valérie André, que cumpriu 129 missões de evacuação em combate na Indochina." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O Hiller 360 de fabrico americano foi o primeiro helicóptero que serviu operacionalmente na Indochina. Em França estes aparelhos estão muito ligados à pessoa da general médica e piloto, Valérie André, que cumpriu 129 missões de evacuação sanitária em combate na Indochina.</p></div>
<div id="attachment_2657" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-nc-856-nord-vigie-dsc_6329-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2657 " title="8-nc-856-nord-vigie-dsc_6329-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-nc-856-nord-vigie-dsc_6329-copy.jpg" alt="Um NC 856 Nord Vigie de fabrico francês. 112 destes aviões serviram na ALAT  a partir de 1953, mas sem grande sucesso. Era de pilotagem complicada e fracas perfomances." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Um NC 856 Nord Vigie de fabrico francês. 112 destes aviões serviram na ALAT mas sem grande sucesso. Era de pilotagem complicada e fracas performances. Em segundo plano vê-se um MH 1521 Broussard, também de fabrico francês. A ALAT utilizou 46, muitos na Argélia para missões de ligação, PC aéreo, pára-quedismo e evacuação sanitária.</p></div>
<div id="attachment_2658" class="wp-caption aligncenter" style="width: 421px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9so-1221-djinn-dsc_6341-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2658 " title="9so-1221-djinn-dsc_6341-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9so-1221-djinn-dsc_6341-copy.jpg" alt="O SO 1221 Djinnde fabrico francês  que serviu na ALAT a partir de 1956 e de 1957 na Argélia e, mais tarde, em missões polares! França utilizou 112 destes pequenos helis de obsevação, evacuação sanitária e ligação." width="411" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">O SO 1221 Djinn de fabrico francês  que serviu na ALAT a partir de 1956 e de 1957 na Argélia e, mais tarde, em missões polares! França utilizou 112 destes pequenos helis de observação, evacuação sanitária e ligação.</p></div>
<div id="attachment_2659" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-bell-47-g2-dsc_6338-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2659 " title="10-bell-47-g2-dsc_6338-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-bell-47-g2-dsc_6338-copy.jpg" alt="O Bell 47 G2 de fabrico US de que a ALAT recebeu 53 unidades, destinou-se a instrução e missões de evacuação sanitária, obervação e ligação. Foram substituidos pelos AL II mas ainda cumpriram missões na Argélia e nas expedições polares francesas (entre 1958 3 1963)." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O Bell 47 G2 de fabrico US de que a ALAT recebeu 53 unidades, destinou-se a instrução e missões de evacuação sanitária, observação e ligação. Foram substituídos pelos AL II mas ainda cumpriram missões na Argélia e nas expedições polares francesas (entre 1958 3 1963).</p></div>
<div id="attachment_2660" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-h-ss-1-dsc_6343-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2660 " title="11-h-ss-1-dsc_6343-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-h-ss-1-dsc_6343-copy.jpg" alt="O H SS 1, Sikorsky construído em França pela Sud Aviation, destinou-se à busca e salvamento no mar e à luta anti-submarina. Este foi uma oferta da Marinha Francesa ao museu para relembrar que todos os pilotos da Marinha, depois de 1964, foram formados em Dax na EALAT." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O H SS 1, Sikorsky construído em França pela Sud Aviation, destinou-se à busca e salvamento no mar e à luta anti-submarina. Este foi uma oferta da Marinha Francesa ao museu para relembrar que todos os pilotos da Marinha, depois de 1964, foram formados em Dax na EALAT.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2661" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-interior-s-55-dsc_6403-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2661 " title="12-interior-s-55-dsc_6403-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-interior-s-55-dsc_6403-copy.jpg" alt="O S 55 podia transportar aqui 6 a 8 passageiros. Note-se a curiosidade deste helicóptero do posto de pilotagem ser bem acima deste compartimento de transporte." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O S 55 podia transportar aqui 6 a 8 passageiros. Note-se a curiosidade deste helicóptero do posto de pilotagem (calças cor de laranja) ser bem acima deste compartimento de transporte.</p></div>
<div id="attachment_2662" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13-vertol-h21-dsc_6354-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2662 " title="13-vertol-h21-dsc_6354-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13-vertol-h21-dsc_6354-copy.jpg" alt="A ALAT recebeu dos EUA 108 exemplares do Vertol H21 conhecido por &quot;banana voadora&quot; pelas suas formas. Com dois rotores e grande capacidade foi utulizado na Argélia  até 1962 e depois no Saara e França até 1970. Na guerra anti insurrecional foi um verdadeiro cavalo de batalha para as tropas aerotransportadas francesas. " width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">A ALAT recebeu dos EUA 108 exemplares do Vertol H21 conhecido por &quot;banana voadora&quot; pelas suas formas. Com dois rotores em tandem e grande capacidade de carga foi utilizado na Argélia  até 1962 e depois no Saará e França até 1970. </p></div>
<div id="attachment_2663" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-interior-vertol-dsc_6358-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2663 " title="14-interior-vertol-dsc_6358-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-interior-vertol-dsc_6358-copy.jpg" alt="No interior da fuselagem podia transportar 20 passageiros e tinha uma autonomia de um pouco mais de 2 horas." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">No interior da fuselagem podia transportar 20 passageiros e tinha uma autonomia de um pouco mais de 2 horas. O H 21 foi um verdadeiro &quot;cavalo de batalha&quot; permitindo as primeiras operações helitransportadas em larga escala.</p></div>
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<div id="attachment_2664" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-dsc_6405-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2664 " title="15-dsc_6405-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-dsc_6405-copy.jpg" alt="O S 55 à direita, ao fundo os visitante apreciam um ALouette II, à esquerda ao fundo avião Nord 3202 de fabrico francês que equipou a ALAT em número de 12 exemplares." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O S 55 à direita, ao fundo os visitante apreciam um Alouette II, à esquerda ao fundo avião Nord 3202 de fabrico francês que equipou a ALAT em número de 112 exemplares. Entre 1959 e 1975 cumpriram 100.000 horas de voo, a quase totalidade em missões de instrução.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Aviação Ligeira do Exército Francês</strong><br />
Visitar não só a anterior galeria como estas aeronaves é claro que se está mergulhar na história da ALAT. E como acontece em muitas outras organizações militares, a criação desta componente do Exército não foi pacífica nem rápida&#8230;Não vamos aqui abordar em detalhe este percurso mas ainda assim julga-se com interesse aludir aos principais marcos da sua história.<br />
Embora os aviadores do Exército tenham a sua origem remota nos balões e dirigíveis militares, esta especialização desenvolveu-se muito no decurso da 1ª Guerra Mundial (1914-1918). No inicio deste conflito a aeronáutica militar francesa dispunha de 4.000 militares, 162 aeroplanos, 6 dirigíveis. No final da guerra, contas feitas, a indústria francesa tinha construído 52.146 aviões! Um salto impressionante. Em 1933 foi criada a Força Aérea Francesa e nasceu a luta pela manutenção no exército de uma componente aérea para apoiar, em termos de observação, a artilharia. E assim se manteve durante o período entre guerra com aeronaves destinadas a este efeito, nomeadamente com &#8220;autogiros&#8221; em grande número. Depois da derrota de 1940 parte do exército francês reorganiza-se na África do Norte segundo modelo US. E aí, os observadores de artilharia começam a operar aviões ligeiros AEROCA L3 e PIPER. No final da 2ª Guerra Mundial o exército francês vindo de África dispunha de cerca de uma centena destes aparelhos para missões de observação e ligação. Em termos legais, terminada a guerra, competia ao Exército a organização e emprego dos aviões de observação de artilharia e à Força Aérea pertenciam os pilotos e os aparelhos. Com o inicio das campanhas coloniais francesas na Ásia e África, estavam criados 8 Grupos de Aviação de Observação de Artilharia: Indochina (Hanoi; Sigão; Tonkin); França (Essey lès Nancy); Alemanha (Mayence); Argélia (Sétif); Marrocos (Fez); Tunísia (Tunis). E assim se chega há Guerra da Indochina (1946-1954), onde, pela primeira vez, os franceses operam helicópteros em campanha: 2 Hiller UH 12, para missões de evacuação sanitária, adquiridos pelos serviços de saúde militar. Estes Hiller foram quase sempre operados por pilotos da Força Aérea e socorreram a partir de 1951 mais de 300 feridos em 750 saídas. Foi num Hiller que a primeira mulher com brevet de piloto de helicóptero em França (e na Europa), a médica militar Valérie André, cumpriu mais de uma centena de missões operacionais entre finais de 1950 e meados de 1953.<br />
Em 1952 é publicada legislação que define explicitamente pertencer ao Exército a Aviação Ligeira de Observação de Artilharia (mesmo assim deixava de fora e mantinha-os na dependência da Força Aérea, as 3 unidades em operações na Indochina) e determinada que até 1 de Janeiro de 1954 todos o pessoal da Força Aérea regressava ao ramo e seria substituído por pessoal do Exército. Na Indochina, enquanto estas &#8220;guerras corporativas&#8221; se desenrolavam novos meios aéreos foram chegando, nomeadamente os helicópteros Sikorsky H19 (designados pelos franceses S 55) e aviões Cessna L19, que se juntaram aos Piper L4 e helicópteros Hiller 360. Em 17 de Maio de 1954 cai Dien Bien Phu e termina para a França a guerra da Indochina. O pessoal da aviação do Exército começa, depois de terminado este conflito, a usar uma boina de cor azul, símbolo desde essa época da aviação ligeira do exército francês, cujo comando é criado em Paris em 22 de Novembro de 1954.<br />
Mas, ao mesmo tempo, os observadores aéreos do exército cumpriam muitas das suas missões &#8220;conduzidos&#8221; pelos seus camaradas da Força Aérea. e alguns balões cativos.  Criada oficialmente em 1954, já antes em 1950 na Indochina, ela operou com um estatuto misto. Os meios eram do Exército mas as tripulações da Força Aérea.<br />
Neste ano rebenta a insurreição armada na Argélia e a ALAT vai conhecer um enorme desenvolvimento. Além dos meios já ali posicionados novas unidades vindas de França e da Alemanha rumam ao norte de África. Foi neste conflito que nasceram - dizem os franceses - os termos «helitransporte» e «heliassalto». Mas muitos aviões ligeiros são aqui empregues. Algumas unidades operacionais da ALAT designavam-se inclusive, &#8220;Pelotões Mistos Aviões e Helicópteros&#8221;. Os principais helicópteros usados na Argélia foram os Sikorsky S11, Vertol H 21 (Banana) e Bell 47.<br />
No total, em 1960, operavam com o Exército Francês, 394 helicópteros e 687 aviões.<br />
Terminada a guerra em 1962 a ALAT regressa a França e reorganiza-se para fazer frente a um conflito convencional na Europa. Surgem os AL II e os AL III, alguns equipados com mísseis anti-carro a partir de 1968 e, em 1969 os Puma começam a substituir os Sikorsky. Em 1974 entram ao serviço os Gazelle, muitos dotados de mísseis Hot, que começam a render os AL II e III. Nos anos 90 a ALAT participa na Guerra do Golfo com 126 helicópteros e estes meios do Exército servem nos quatro cantos do globo seja em missões autónomas do seu país seja nas missões da ONU, NATO e EU.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2665" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-al-ii-astazou-dsc_6350-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2665 " title="16-al-ii-astazou-dsc_6350-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-al-ii-astazou-dsc_6350-copy.jpg" alt="O SA 318 Alouette II Astazou, equipado com misseis anti-carro SS11. A ALAT operou entre 1957 e 1997, 220 destes AL II em várias versões. Terminou a carreira em Dax em missões de instrução." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O SA 318 Alouette II Astazou, equipado com misseis anti-carro SS11. A ALAT operou entre 1957 e 1997, 220 destes AL II em várias versões. Terminou a carreira em Dax em missões de instrução.</p></div>
<div id="attachment_2666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-sa-361-dsc_6363-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2666 " title="17-sa-361-dsc_6363-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-sa-361-dsc_6363-copy.jpg" alt="SA 361 Dauphin construído para suceder ao nosso conhecido AL III. este exmplar que está no museu é o único adquirido pelo Exército para efectuar testes e ensaios com vista a utilização militar de futuros helicópetros. " width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">SA 361 Dauphin construído para suceder ao nosso conhecido AL III. Este exemplar que está no museu é o único adquirido pelo Exército para efectuar testes e ensaios com vista a utilização militar de futuros helicópteros. </p></div>
<div id="attachment_2667" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-mi-8-dsc_6365-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2667 " title="18-mi-8-dsc_6365-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-mi-8-dsc_6365-copy.jpg" alt="Este Mil MI 8, originalmente um aparelho construído na antiga URSS, foi uma oferta da Alemanha ao museu e provinha da Marinha da antiga Republica Democrática Alemã. o &quot;Hip&quot; (nome de código NATO) foi construído em mais de 10.000 exemplares e vendido a mais de 39 países." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Este Mil MI 8, originalmente um aparelho construído na antiga URSS, foi oferta da Alemanha ao museu e provinha da Marinha da antiga Republica Democrática Alemã. o &quot;Hip&quot; (nome de código NATO) foi construído em mais de 10.000 exemplares e vendido a mais de 39 países.</p></div>
<div id="attachment_2668" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-gazelle-dsc_6371-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2668 " title="19-gazelle-dsc_6371-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-gazelle-dsc_6371-copy.jpg" alt="Este Gazelle experimental, designado SA 349-2, dispunha de duas asas e modificações no rotor que permitiram testar várias alterações em diferentes sistemas do helicóptero. Algumas das caracteriticas ainda hoje não são divulgadas... Foi oferecido ao museu em 1993. " width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Este Gazelle experimental, designado SA 349-2, dispunha de duas asas e modificações no rotor que permitiram testar várias alterações em diferentes sistemas do helicóptero. Algumas das características ainda hoje não são divulgadas... Foi oferecido ao museu em 1993. </p></div>
<div id="attachment_2669" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-dsc_6372-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2669 " title="20-dsc_6372-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-dsc_6372-copy.jpg" alt="SA 330 Puma bem conhecido da Força Aérea portuguesa onde ainda opera (nos Açores). A ALAT recebeu 108 destes aparelhos que podem transportar 16 a 20 passageiros. Muitos, em várias versões, ainda estão ao serviço em França e um pouco por todo o mundo." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">SA 330 Puma bem conhecido da Força Aérea Portuguesa onde ainda opera (nos Açores). A ALAT recebeu 108 destes aparelhos que podem transportar 16 a 20 passageiros. Muitos, em várias versões, estão ao serviço em França e um pouco por todo o mundo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2670" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21-dsc_6380-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2670 " title="21-dsc_6380-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21-dsc_6380-copy.jpg" alt="Detalhe do nosso bem conhecido AL III. A ALAT recebeu 84 aparelhos destes a partir de 1963 e foi intensamnee utilizado em muitas missões em França e no estrangeiro em várias versões. Foram construídos pela Sud Aviation 1.455 exemplares para 74 países." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe do nosso bem conhecido AL III. A ALAT recebeu 84 aparelhos destes a partir de 1963 e foi intensamente utilizado em muitas missões em França e no estrangeiro em várias versões. Foram construídos pela Sud Aviation 1.455 exemplares para 74 países.</p></div>
<div id="attachment_2671" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/22-dsc_6384-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2671 " title="22-dsc_6384-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/22-dsc_6384-copy.jpg" alt="Um Ecureuil As 355 F1 que serviu nas Alfândegas Francesas desde 1983. Este foi utilizado sobretudo na vigilância da costa, completando outros meios aéreos e navais. Hoje foram substituidos pelos EC 135." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Um Ecureuil As 355 F1 que serviu nas Alfândegas Francesas desde 1983. Este foi utilizado sobretudo na vigilância da costa, completando outros meios aéreos e navais. Hoje foram substituídos pelos EC 135.</p></div>
<div id="attachment_2672" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/23-dsc_6390-copy.jpg" rel="lightbox[2649]"><img class="size-full wp-image-2672 " title="23-dsc_6390-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/23-dsc_6390-copy.jpg" alt="No final da visita, um &quot;cheirinho&quot; a modernidade: drones. Em cima o &quot;drone helicóptero&quot; «Vigilante» da firma Techno-Sud Industrie que tem 1 hora de autonomia. Em baixo o «Crecerele», já substituido em 2004 pelo novo «Sperwer», da Sagem, que tinha autonomia de 3 horas." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">No final da visita, um &quot;cheirinho&quot; a modernidade: drones. Em cima o &quot;drone helicóptero&quot; «Vigilante» da firma Techno-Sud Industrie que tem 1 hora de autonomia. Em baixo o «Crécerelle»  da Sagem que tinha autonomia de 3 horas e já foi substituído em 2004 pelo novo «Sperwer».</p></div>
<p><strong><span style="font-size: medium;">A ALAT, Hoje</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Em termos de organização muita coisa foi mudando ao longo dos anos, e agora mais uma vez se anunciam novas alterações/reduções de efectivos e meios. Em todo o caso o Exército Francês está a receber novos e até já a opera por exemplo no Afeganistão os  Tigre e os EC 725 «Caracal» e mantém as seguintes unidades:<br />
1º Regimento de Helicópteros de Combate (em Phalsbourg<br />
3º Regimento de Helicópteros de Combate (em Étain),<br />
4º Regimento de Helicópteros das Forças Especiais (em Pau)<br />
5º Regimento de Helicópteros de Combate (em Pau)<br />
Escola de Aviação Ligeira do Exército (em Le Cannet des Maures)<br />
Escola de Aviação Ligeira do Exército (em Dax)<br />
O Exército opera os seguintes meios aéreos:<br />
Helicópteros: EC 725  CARACAL; Fennec AS 555; Cougar AS 532; Gazelle Canon SA 341; Gazelle Hot SA 342; Gazelle Mistral SA 342 l1; Gazelle SA 342 l1 ; Gazelle Viviane SA 342 l1 ; Puma SA 330 ; Tigre ; NH-90 (brevemente)<br />
Aviões: </span><span style="font-size: medium;"><br />
Pilatus PC 6 (transporte material e lançamento pára-quedistas); TBM 700 (transporte VIP).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a><img class="aligncenter size-full wp-image-2673" title="dsc_6429" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/dsc_6429.jpg" alt="dsc_6429" width="320" height="480" /></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.defense.gouv.fr/terre/bloc-patrimoine/musees/musee-de-l-aviation-legere-de-l-armee-de-terre-et-de-l-helicoptere" target="_blank">Clique aqui para ver o site Museu da ALAT no site oficial do Exército Francês</a>.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.dax-tourisme.com/rubrique-horaires-musee-aviation.php" target="_blank">Clique aqui para ver informações sobre o Museu e Dax no site do município.</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.operacional.pt/museu-da-alat-%e2%80%93-aviacao-ligeira-do-exercito-frances/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;DE ESPANHA&#8230;</title>
		<link>http://www.operacional.pt/de-espanha/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/de-espanha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[09. ONTEM FOI NOTÍCIA - HOJE É HISTÓRIA]]></category>

		<category><![CDATA[1 cm]]></category>

		<category><![CDATA[Artilharia de Costa]]></category>

		<category><![CDATA[Coruña]]></category>

		<category><![CDATA[Corunha]]></category>

		<category><![CDATA[Espanha]]></category>

		<category><![CDATA[Monte San Pedro]]></category>

		<category><![CDATA[Vickers 38]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.operacional.pt/?p=2603</guid>
		<description><![CDATA[Um bom exemplo de aproveitamento de uma antiga bateria de Artilharia de Costa que se verificou na Corunha (Espanha). Onde ontem se acautelava a defesa daquela cidade e porto, hoje há um convívio são e descomplexado da história militar com o lazer, a preservação da natureza e o turismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><em>&#8230;nem bom vento nem bom casamento</em>&#8220;, assim reza o provérbio popular português tantas vezes chamado à colação, a propósito dos mais variados aspectos que se referem ao nosso vizinho Ibérico. Hoje no entanto proponho-me contrariar a sabedoria popular. A realidade é que deparei, em Espanha, com um bom exemplo, ilustrativo de um convívio são e descomplexado da história militar com o lazer, a preservação da natureza e o turismo.<span id="more-2603"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2604" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-ontem-arma-hoje-museu-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2604 " title="1-ontem-arma-hoje-museu-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-ontem-arma-hoje-museu-copy.jpg" alt="De Espanha apresentamos hoje não uma ameaça mas um bom exemplo." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">De Espanha apresentamos hoje não uma ameaça mas um bom exemplo.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Defesa da Costa</strong><br />
No limite sul da cidade da Corunha, na Galiza, funcionou durante anos, em área interdita, uma imponente bateria de artilharia de costa, integrada no sistema defensivo do importante porto da cidade. Para não recuar muito no tempo direi apenas que no final da 2ª Guerra Mundial, a chamada base naval Corunha-Ferrol era defendida por 14 baterias de artilharia de costa e 8 de anti-aérea. Este dispositivo foi sendo reduzido, gradualmente, até ser extinto em 1990.<br />
Por esta altura, no dizer de muitos em Espanha, iniciou-se uma &#8220;página negra&#8221; da sua história militar. E porquê? Muitas destas baterias foram pura e simplesmente abandonadas, logo vandalizadas, e o material inutilizado e vendido &#8220;a peso&#8221;. O mesmo aconteceu em algumas baterias no Mediterrâneo nomeadamente junto a Cartagena.<br />
Mas em boa hora o município da Corunha, devidamente assessorado pelo Museu Militar Regional da cidade, se apercebeu das possibilidades que uma destas baterias apresentava: a do Monte de San Pedro.<br />
A história da defesa desta costa e as vicissitudes porque passaram as diferentes estruturas ali implantadas para essa finalidade estão muito bem documentadas, em pelo menos dois livros - profusamente ilustrados - que no final deste texto se indicam. Um deles, o mais recente, apresenta mesmo 4 rotas turísticas para quem queira tomar contacto não só com a bateria que está devidamente preservada mas também com o que resta das que foram abandonadas.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_2605" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-monte-san-pedro-da-corunha-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2605 " title="2-monte-san-pedro-da-corunha-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-monte-san-pedro-da-corunha-copy.jpg" alt="O Monte de San Pedro, visto da cidade da Corunha." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O Monte de San Pedro, visto da cidade da Corunha. Olhando com atenção distingue-se uma das peças 381mm.</p></div>
<div id="attachment_2606" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-corunha-do-monte-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2606 " title="3-corunha-do-monte-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-corunha-do-monte-copy.jpg" alt="A Corunha vista da bateria do Monte de San Pedro" width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">A Corunha vista da bateria do Monte de San Pedro</p></div>
<p><a><img class="aligncenter size-full wp-image-2607" title="4-planta" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-planta.jpg" alt="4-planta" width="614" height="364" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Peças Vickers 38,1 cm  45 calibres</strong><br />
As peças Vickers do Monte San Pedro foram fabricadas no Reino Unido, na Fábrica de Barrow, tendo sido entregues em 1929 a Espanha. Depois de complexos e demorados trabalhos de montagem fizeram fogo pela primeira vez em 1933. Serviram mais de 40 anos tendo feito fogo pela última vez em 1977.<br />
As peças medem 17 metros de comprimento, têm calibre 38,1 cm, cada projéctil disparado pesava 885Kg e atingia um alcance de 35Km.<br />
Segundo historiadores espanhóis &#8220;este argumento&#8221; foi um dos principais motivos pelo qual os navios alemães, no decurso da 2ª Guerra Mundial, se podiam abastecer nos portos da Corunha e Ferrol sem receio dos navios Aliados, cujas frotas não se aproximavam.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2608" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-duas-pecas-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2608 " title="5-duas-pecas-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-duas-pecas-copy.jpg" alt="As duas peças Vickers que estiveram activas entre e 1977" width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">As duas peças Vickers que estiveram activas entre 1933 e 1977</p></div>
<div id="attachment_2609" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-vista-parcial-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2609 " title="6-vista-parcial-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-vista-parcial-copy.jpg" alt="O espaço está bem organizado e a generalidade dos equipamentos militares foi mantido nos seus locais. " width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O espaço está bem organizado, a generalidade dos equipamentos militares foi mantido nos seus locais e adicionaram informações, iluminação e bancos. </p></div>
<div id="attachment_2610" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-a-peca-oeste-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2610 " title="7-a-peca-oeste-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-a-peca-oeste-copy.jpg" alt="A costa a Sul da Corunha també era &quot;batida&quot; por esta bateria." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">A costa a Sul da Corunha também era &quot;batida&quot; por esta bateria.</p></div>
<div id="attachment_2611" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-as-pecas-meio-envolvente-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2611 " title="8-as-pecas-meio-envolvente-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-as-pecas-meio-envolvente-copy.jpg" alt="O local é muito viistado quer por habitantes da região qe ali passam tempos de lazer quer por turistas que ali tomam contacto com a história militar de Espanha." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O local é muito visitado quer por habitantes da região que ali passam tempos de lazer quer por turistas que tomam contacto com a história militar de Espanha.</p></div>
<div id="attachment_2612" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9peca-e-info-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2612 " title="9peca-e-info-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9peca-e-info-copy.jpg" alt="Cada elemento museológico dispõe da respectiva informação técnica." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Cada elemento museológico dispõe da respectiva informação técnica.</p></div>
<div id="attachment_2613" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-detalhe-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2613 " title="10-detalhe-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-detalhe-copy.jpg" alt="As peças (pelo menos no dia em que as visitamos) apenas são visitáveis pelo exterior." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">As peças (pelo menos no dia em que ali estivemos) apenas são visitáveis pelo exterior, o que é naturalmente pena.</p></div>
<div id="attachment_2614" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-a-dimensao-das-pecas-vickers-381mm-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2614 " title="11-a-dimensao-das-pecas-vickers-381mm-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-a-dimensao-das-pecas-vickers-381mm-copy.jpg" alt="A peça tem um comprimento de..." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">A peça tem um comprimento de 17 metros e calibre 38,1cm.</p></div>
<div id="attachment_2615" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-lateral-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2615 " title="12-lateral-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-lateral-copy.jpg" alt="Cada projéctil lançado por estas Vickes pesava 885 Kg e alvcançava 35 Km" width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Cada projéctil lançado por estas Vickers pesava 885 Kg e alcançava 35 Km.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Monte San Pedro</strong><br />
Na altura da previsível destruição do local, em 1997, depois da decisão militar de desactivação total da artilharia de costa nesta região, município, museu e comandos militares locais, conseguiram que os materiais desta bateria fossem transferidos para a posse do município e assim preservados. E o que fez a &#8220;câmara municipal&#8221; da Corunha? Manteve as imponentes peças de 38,1 cm exactamente nos seus lugares, vedou o acesso às instalações subterrâneas para evitar acidentes, recuperou parte das casernas e outros edifícios para ali instalar elementos de interpretação e museológicos ou fechou outros por desnecessários. E no espaço envolvente de tudo isto, nasceu um interessante e bem cuidado espaço ajardinado de grandes dimensões.<br />
Acresce que este local está junto a uma área que sofreu nos últimos anos uma grande expansão urbana, com edifícios de habitação e áreas comercias, sendo esta uma das maneiras que ali se encontrou de equilibrar a zona, com um autêntico pulmão verde.<br />
O município orgulha-se mesmo, na informação disponibilizada aos visitantes, de ter conseguido para a sua população um Parque Municipal com vistas excepcionais não só sobre toda a cidade como por uma vasta franja da costa, e de ali se poder ter uma noção da história, do modo como aquela parte de Espanha se defendia e assim se &#8220;passar o testemunho&#8221; às novas gerações, em simultâneo com a possibilidade de tomar contacto com as espécies vegetais típicas dos ambientes costeiros e uma enorme quantidade de pequenas aves, tudo num ambiente paisagístico excepcional.<br />
E não se julgue que o espaço é uma espécie de museu para historiadores ou biólogos. Como tivemos oportunidade de constatar, num sábado de manhã, o espaço é bastante frequentado por famílias inteiras e grupos organizados que ali desfrutam do espaço. O parque tem entrada livre, e dispõe de estacionamento grátis quer para ligeiros quer para autocarros.<br />
O sucesso deste espaço é evidente e já está a sofrer melhoramentos, não só em termos de aumentar os seus equipamentos como para facilitar o acesso a peões. Assim vai incluir um novo observatório de toda a região, coberto, e está a ser construído um elevador panorâmico, que dará acesso pela falésia a um &#8220;passeio marítimo&#8221; que se estende por toda a orla marítima da cidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2616" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13-krupp-88-flak-18-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2616 " title="13-krupp-88-flak-18-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13-krupp-88-flak-18-copy.jpg" alt="Uma peça anti-aérea Krupp 88-56 Flack 18 lembra outra das defesas do local." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Uma peça anti-aérea Krupp 88-56 Flak 18 lembra outra das defesas do local.</p></div>
<div id="attachment_2617" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-as-instalacoes-subterraneas-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2617 " title="14-as-instalacoes-subterraneas-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-as-instalacoes-subterraneas-copy.jpg" alt="As instalações subterrâneas estão assinaladas mas fechadas." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">As instalações subterrâneas estão assinaladas mas fechadas.</p></div>
<div id="attachment_2618" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-apoio-a-bateria-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2618 " title="15-apoio-a-bateria-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-apoio-a-bateria-copy.jpg" alt="OS edificios de apoio á bateriaforam recuperados e alguns estão agora ao serviço dos visitantes.s" width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Os edifícios de apoio à bateria foram recuperados e alguns estão agora ao serviço dos visitantes.</p></div>
<div id="attachment_2619" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-centro-interpretacao-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2619 " title="16-centro-interpretacao-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-centro-interpretacao-copy.jpg" alt="Um centro de interpretação / museu ajuda quem quer saber mais sobre o local e a actividade do passado." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Um centro de interpretação / museu ajuda quem quer saber mais sobre o local e a actividade do passado.</p></div>
<div id="attachment_2620" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-paineis-informativos-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2620 " title="17-paineis-informativos-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-paineis-informativos-copy.jpg" alt="Nem só de história militar se fala no Monte San Pedro." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Nem só de história militar se fala no Monte San Pedro.</p></div>
<div id="attachment_2621" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-a-corunha-orgulha-se-do-seu-parque-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2621 " title="18-a-corunha-orgulha-se-do-seu-parque-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-a-corunha-orgulha-se-do-seu-parque-copy.jpg" alt="A Corunha orgulha-se deste seu polo de atracção turística e espaço de lazer para os seus cidadãos. " width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">A Corunha orgulha-se deste seu pólo de atracção turística e espaço de lazer para os seus cidadãos. </p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Museu Militar Regional</strong><br />
A memória militar da cidade está bem preservada no Museu Militar Regional (também de acesso grátis), e no espaço ajardinado que o envolve. Esta é aliás uma cidade onde a história militar está omnipresente! Avenidas e praças com nomes de militares espanhóis e ingleses (que ali combateram na guerra peninsular) e estátuas de vultos militares são presença constante.<br />
O museu reflecte então a história militar da cidade e também naturalmente, a da artilharia de costa. Não só com mapas e réplicas do material, como com partes de peças e dos equipamentos utilizados no cálculo do tiro e ainda, com uma peça, 15,24 cm que simbolicamente continua a guardar o porto da cidade, apontado ao moderno centro de controlo de tráfego marítimo.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2622" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-entrada-do-museu-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2622 " title="19-entrada-do-museu-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-entrada-do-museu-copy.jpg" alt="O Museu Militar Regional da Corunha, na cidade, integra muitos elementos museológicos dedicados à artilharia e fortficação da costa..." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu Militar Regional da Corunha, na cidade, integra muitos elementos museológicos dedicados à artilharia e fortificação da costa...</p></div>
<div id="attachment_2623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-sala-interior-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2623 " title="20-sala-interior-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-sala-interior-copy.jpg" alt="...mas tembém muitos outros elementos, nomeadamente uma enorme colecção de armamento..." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">...mas também muitos outros elementos, nomeadamente uma enorme colecção de armamento...</p></div>
<div id="attachment_2624" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21-detalhe-africa-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2624 " title="21-detalhe-africa-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21-detalhe-africa-copy.jpg" alt="...e espaços dedicados à guerra civil e às campanhas coloniais, em várias épocas." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">...e espaços dedicados à guerra civil e às campanhas coloniais, em várias épocas.</p></div>
<div id="attachment_2625" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/22-jardim-do-museu-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2625 " title="22-jardim-do-museu-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/22-jardim-do-museu-copy.jpg" alt="No jardim do Museu uma peça Vickers de 152mm está apontada ao moderno centro de controlo do tráfego marítimo como que a recordar os tempos em que defendia o porto." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">No jardim do Museu uma peça Vickers de 15,24 cm está apontada ao moderno centro de controlo do tráfego marítimo como que a recordar os tempos em que defendia o porto.</p></div>
<div id="attachment_2626" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/23-peca-vickers-152mm-copy.jpg" rel="lightbox[2603]"><img class="size-full wp-image-2626 " title="23-peca-vickers-152mm-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/23-peca-vickers-152mm-copy.jpg" alt="A peça Vickers de 152mm." width="614" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Para quem gosta de história militar e em especial de artilharia de costa, a Corunha é um bom local para visitar. </p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Bom vento!</strong><br />
Para quem gosta de história militar, a Corunha, e em particular estes dois locais, merecem sem dúvida uma visita.<br />
A adaptação do Monte San Pedro é um exemplo que podia ser seguido. É aliás quase impossível estar junto a uma das peças do Parque Municipal e não pensar na nossa 7ª Bateria do extinto Regimento de Artilharia de Costa: na encosta do Outão, com a cidade de Setúbal e as praias da Arrábida ali tão perto&#8230;<br />
O paralelismo é mais do que evidente e seria um bom complemento ao Museu da Artilharia de Costa que, mais a norte na Parede, deverá ser implantado. Se um terá uma vocação mais museológica e de estudo da História, este estaria mais voltado para o lazer e a natureza. A vegetação única da Arrábida, as vistas deslumbrantes de toda a península de Tróia, da cidade de Setúbal, do oceano e a orla marítima, certamente atrairiam visitantes.<br />
Não seria ainda inédito, e em vários países europeus isso já existe, lançar uma rota turística regional dedicada a temas militares, constituída, entre outros, por estas baterias, o Museu Militar e outros locais em Lisboa, e alguns dos fortes das Linhas de Torres Vedras.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Para saber mais sobre este assunto:</strong><br />
&#8220;La Costa Inexpugnable&#8221; de Lucas Molina, Juan Vázquez Garcia e José López Hermida, La Coruña, 2002. ISBN 84-96016-01-3;<br />
&#8220;Los Cañones de la Coruña&#8221; de Juan Vázquez Garcia e Lucas Molina Franco, La Coruña, 2004. ISBN 84-96016-32-3;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Clique <a href="http://www.coruna.es/es/medioambiente/031201monte.jsp" target="_blank">aqui para ler o que a Câmara Municipal da Corunha diz sobre o Monte San Pedro</a></span>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Nota final: </strong>este artigo foi publicado, embora com muito menos fotografias, no &#8220;Jornal do Exército&#8221; em 2006, ano em que a reportagem foi feita. Note-se que a parte final quando se refere a Linhas de Torres Vedras, há de facto hoje em curso um importante (e inédito e Portugal), trabalho e curso, parte do qual já concluído. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Leia sobre as Linhas de Torres Vedras, no <strong>Operacional</strong>: </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/guerra-peninsular-200-anos-depois/" target="_blank">GUERRA PENINSULAR: 200 ANOS DEPOIS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Leia mais sobre Artilharia de Costa no <strong>Operacional</strong>:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/os-ultimos-disparos-do-%E2%80%9Cmuro-do-atlantico%E2%80%9D-portugues/" target="_blank">OS ÚLTIMOS DISPAROS DO &#8220;MURO DO ATLÂNTICO&#8221; PORTUGUÊS</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/os-canhoes-da-castanheira-em-ponta-delgada%E2%80%A6/" target="_blank">OS CANHÕES DA CASTANHEIRA EM PONTA DELGADA&#8230;</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.operacional.pt/de-espanha/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>DIA DA FORÇA AÉREA NA MADEIRA</title>
		<link>http://www.operacional.pt/dia-da-forca-aerea-na-madeira/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/dia-da-forca-aerea-na-madeira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 21:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EM DESTAQUE]]></category>

		<category><![CDATA[58º Aniversário Força Aérea Portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[Força Aérea]]></category>

		<category><![CDATA[Madeira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.operacional.pt/?p=2648</guid>
		<description><![CDATA[As comemorações oficiais do Dia da Força Aérea Portuguesa estiveram este ano centradas na Região Autónoma da Madeira. Rui Elvas esteve no Arquipélago e fez a reportagem fotográfica. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">As comemorações oficiais do Dia da Força Aérea Portuguesa estiveram este ano centradas na Região Autónoma da Madeira. <strong>Rui Elvas</strong>, presidente da <a href="http://www.associacaopa.blogspot.com/" target="_blank">Associação Nacional da Polícia Aérea </a>e colaborador do Operacional esteve no Arquipélago e fez a cobertura dos eventos principais. <span id="more-2648"></span>As imagens que agora aqui deixamos para os nossos leitores são todas da autoria  de <strong>Rui Elvas</strong> e apenas a selecção foi da nossa responsabilidade. Mesmo passadas várias semanas sobre o acontecimento achamos que tem interesse mostrar através da imagem um pouco do que foram essas comemorações e a enorme afluência popular que exposições, demonstrações, cerimónia militar e festival aéreo tiveram.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O Operacional muito agradece ao <strong>Rui Elvas</strong> e à <strong>ANPA</strong> a disponibilidade demonstrada e deseja à Força Aérea Portuguesa, já aqui lembrada a propósito deste 58º aniversário no comentário que fizemos ao livro &#8220;A Aviação na Madeira&#8221;, mais um ano de muito e bom trabalho no cumprimento da sua missão.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-img_1852-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2627" title="1-img_1852-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/1-img_1852-copy.jpg" alt="1-img_1852-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-img_1853-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2628" title="2-img_1853-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/2-img_1853-copy.jpg" alt="2-img_1853-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-img_1854-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2629" title="3-img_1854-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/3-img_1854-copy.jpg" alt="3-img_1854-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-img_1856-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2630" title="4-img_1856-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/4-img_1856-copy.jpg" alt="4-img_1856-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-img_1844-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2631" title="5-img_1844-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/5-img_1844-copy.jpg" alt="5-img_1844-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-img_1845-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2632" title="6-img_1845-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/6-img_1845-copy.jpg" alt="6-img_1845-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-img_1850-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2633" title="7-img_1850-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/7-img_1850-copy.jpg" alt="7-img_1850-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-img_1808-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2634" title="8-img_1808-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/8-img_1808-copy.jpg" alt="8-img_1808-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-img_1184-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2635" title="9-img_1184-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/9-img_1184-copy.jpg" alt="9-img_1184-copy" width="411" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-img_1177-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2636" title="10-img_1177-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/10-img_1177-copy.jpg" alt="10-img_1177-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-img_1198-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2637" title="11-img_1198-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/11-img_1198-copy.jpg" alt="11-img_1198-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-img_1614-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2638" title="12-img_1614-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/12-img_1614-copy.jpg" alt="12-img_1614-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13-img_1887-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2639" title="13-img_1887-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/13-img_1887-copy.jpg" alt="13-img_1887-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-img_1892-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2640" title="14-img_1892-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/14-img_1892-copy.jpg" alt="14-img_1892-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-img_1907-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2641" title="15-img_1907-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/15-img_1907-copy.jpg" alt="15-img_1907-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-img_1931-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2642" title="16-img_1931-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/16-img_1931-copy.jpg" alt="16-img_1931-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-img_1961-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2643" title="17-img_1961-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/17-img_1961-copy.jpg" alt="17-img_1961-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-img_1963-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2644" title="18-img_1963-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/18-img_1963-copy.jpg" alt="18-img_1963-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-img_1992-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2645" title="19-img_1992-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/19-img_1992-copy.jpg" alt="19-img_1992-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-img_2032-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2646" title="20-img_2032-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/20-img_2032-copy.jpg" alt="20-img_2032-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21img_1966-copy.jpg" rel="lightbox[2648]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2647" title="21img_1966-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2010/08/21img_1966-copy.jpg" alt="21img_1966-copy" width="614" height="411" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Clique <a href="http://www.emfa.pt/www/detalhe.php?cod=035.439" target="_blank">aqui, no site da FAP, para ler a informação oficial sobre o Dia da Força Aérea 2010</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Veja <a href="http://www.operacional.pt/a-aviacao-na-madeira/" target="_blank">aqui o livro &#8220;A Aviação na Madeira&#8221;.</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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