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	<pubDate>Tue, 15 May 2012 23:28:55 +0000</pubDate>
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		<title>LANÇAMENTO DA “HISTÓRIA DO BATALHÃO DE CAÇADORES PÁRA-QUEDISTAS N.º 21-ANGOLA 1961-1975”</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 23:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[01. NOTÍCIAS]]></category>

		<category><![CDATA[Angola]]></category>

		<category><![CDATA[BCP 21]]></category>

		<category><![CDATA[Belas]]></category>

		<category><![CDATA[Caçadores Pára-quedistas]]></category>

		<category><![CDATA[José Manuel Garcia Ramos Lousada]]></category>

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		<description><![CDATA[A última guerra que Portugal travou em África continua a ser relembrada e passada a escrito pelos que a viveram. Mais um capítulo sobre esta época acaba de ser publicado: nada mais nada menos que a História da primeira unidade que saiu de Portugal após o início da guerra em 1961 - horas depois dos ataques no Norte de Angola - e que foi também a última a regressar em 1975, horas antes da Independência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A última guerra que Portugal travou em África continua a ser relembrada e passada a escrito pelos que a viveram. Mais um capítulo sobre esta época acaba de ser publicado: nada mais nada menos que a História da primeira unidade que saiu de Portugal após o início da guerra em 1961 - horas depois dos ataques no Norte de Angola - e que foi também a última a regressar em 1975, horas antes da Independência.<span id="more-4928"></span></span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4929" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/1-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4929 " title="1-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/1-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="O major-general José Ramos Lousada na apresentação da obra. Na mesa, da esquerda, tenente-general Amaral Vieira, general José Pinheiro, general Pina Monteiro, general  Cerqueira Rocha e major-general Campos Serafino" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">O major-general José Ramos Lousada na apresentação da obra. Na mesa, da esquerda, tenente-general Amaral Vieira, general José Pinheiro, general Pina Monteiro, general  Cerqueira Rocha e major-general Campos Serafino.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A &#8220;História do Batalhão de Caçadores Pára-quedista N.º 21&#8243; que oportunamente divulgaremos na nossa secção &#8220;Já Lemos&#8221;, foi ontem lançada na Academia Militar, na Amadora, e daquilo que lá foi dito e visto, desde já nos congratularmos com mais esta edição sobre o inesgotável tema da guerra no antigo Ultramar português. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Bem sei que os portugueses são um bocado dados a invejas e têm dificuldade em homenagear os seus heróis, ainda por cima se esses seus concidadãos estiverem vivos e não se enquadrarem no &#8220;politicamente correcto&#8221; dos tempos que correm. Mas só a leitura da &#8220;folha de serviços&#8221; do autor - o qual pediu aliás para o considerarem apenas a pessoa que recolheu elementos com a ajuda de muitos - é ela própria uma lição de história e de patriotismo! Ainda bem que estavam presentes umas dezenas de cadetes da Academia Militar - até me parece que deviam ter estado de todas as Escolas militares! - porque houve portugueses cuja acção nos campos de batalha, em dezenas e dezenas de operações de combate, anos e anos seguidos, são sem dúvida um exemplo daquilo que deve ser um combatente. E um militar, oficial, sargento ou praça, seja qual for a cor do seu uniforme, tem que ser acima de tudo um combatente, um Soldado. E houve muitos assim, não tenhamos vergonha disso, não tenham vergonha disso. Uns foram recompensados outros não, todos o sabemos, e essa é uma constante da nossa história que vem de longe e se mantém. Mas para a História isso é o menos importante, aceitemo-lo, o importante é que o seu esforço tenha contribuído para o cumprimento da missão. E a missão era a defesa da Pátria, tal como era então entendida. Hoje, custe a quem custar, não é muito diferente. Os militares também têm que ser, e são, combatentes, e a missão é cumprida nas zonas mais perigosas do mundo. Ninguém se iluda, nem os próprios militares, o país precisará sempre é de Soldados e o exemplo dos que nos antecederam deve ser estudado e divulgado, sem preconceitos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Este livro, nas palavras do autor, major-general José Manuel Garcia Ramos Lousada, é afinal de contas, também, a história de um desses Soldados, o Caçador Pára-quedista: «<em>&#8230;recrutado apenas na situação de voluntariado, devendo efectuar provas de selecção muito rigorosas que incluíam exames médicos muito rigorosos e testes físicos, intelectuais e psicofísicos muito exigentes. Após a incorporação o jovem cumpria um período de três anos de serviço militar, ocupando as primeiras vinte e seis semanas na sua formação, trabalhando os aspectos físico, táctico e técnico e recebendo sólida formação moral, jamais se esquecendo da sua futura reintegração na sociedade (&#8230;) Conseguindo o aproveitamento necessário no final da instrução de combate, o pára-quedista obtinha a designação de &#8220;Caçador&#8221; e encontrava-se finalmente apto a combater em qualquer tipo de teatro de operações. O &#8220;Caçador Pára-quedista&#8221; foi, sem dúvida, uma das grandes figuras da nossa presença em África de 1961 a 1975.</em>»</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A cerimónia de lançamento decorreu não só com a presença de muitos que integraram esta unidade, muitos Caçadores Pára-quedistas, familiares, amigos e cadetes da Academia Militar, mas também, e significativamente, perante os chefes máximos dos Ramos a que as Tropas Pára-quedistas pertenceram. O Chefe do Estado-Maior do Exército, general Pina Monteiro, e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Augusto Pinheiro. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Esta obra é parte de um conjunto mais vasto, a &#8220;História das Tropas Pára-quedistas Portuguesas&#8221;. De carácter oficial porque elaborada pela instituição, primeiro no âmbito da Força Aérea e agora no Exército. É constituída por uma colecção de 6 volumes, que têm vindo a ser publicados ao longo dos anos e ainda não se encontra finalizada. Logo em 1980, escassos 5 anos depois do regresso das unidades de caçadores pára-quedistas de Angola e de Timor-Leste, deu-se início à sua preparação. O então comandante do Corpo de Tropas Pára-quedistas da Força Aérea Portuguesa, brigadeiro Heitor Almendra, determinou em 27 de Outubro desse ano a constituição de um grupo de trabalho com essa finalidade. Aquilo que hoje parece normalíssimo - escrever sobre a guerra em África - era à data um assunto muito mas mesmo muito delicado. Assim o processo de início da obra foi demorado e só em 1986 foi publicado um volume, o relativo ao Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n.º 31 (Lourenço Marques e Beira-Moçambique). Para se ter uma noção das precauções que houve necessidade de tomar em relação a este tipo de livro, atente-se que ele era quase um documento reservado, sendo apenas vendido a militares do Corpo de Tropas Pára-quedistas e a antigos pára-quedistas militares e todos os exemplares estão numerados. A comissão que coordenou o lançamento desta iniciativa entregou a responsabilidade pela elaboração de cada livro a um pequeno núcleo de militares, incluindo o autor. O volume III sobre o BCP 31 teve como autor o brigadeiro François Martins; seguiu-se em Novembro de 1987 o volume IV sobre o BCP 12 (Guiné) pelo coronel Martinho Grão; em 1993 foi publicado o volume V sobre o BCP 32 (Nacala-Moçambique) pelo coronel Orlando Pires; já no Exército o Comando das Tropas Aerotransportadas publica o volume I sobre Batalhão de Caçadores Pára-quedistas (Tancos 1955-1961), também da autoria de Martinho Grão.<br />
Em 2012 é assim lançado pela Escola de Tropas Pára-quedistas, com patrocínio privado, este II volume sobre o BCP 21, da autoria do major-general José Manuel Garcia Ramos Lousada.<br />
Os livros sobre os batalhões do Ultramar obedeceram ao mesmo formato e organização semelhante, embora com alguns aperfeiçoamentos ao longo das edições. Para esta época da história das Tropas Pára-quedistas da Força Aérea, até ao final da guerra em África, falta agora a publicação do volume relativo ao Regimento de Caçadores Pára-quedistas (Tancos, 1961- 1975). Depois, seria interessante a publicação dos alusivos ao Corpo de Tropas Pára-quedistas (1975-1993).<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Aqui fica a reportagem fotográfica do <strong>Alfredo Serrano Rosa</strong>, mais uma, a quem muito agradecemos. Oportunamente voltaremos ao tema apresentado então o livro com algum detalhe.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4930" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/2-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4930 " title="2-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/2-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="A sessão juntou na Academia Militar (Amadora), antigos camaradas de armas, militares no activo do Exército e Força Aérea, cadetes e familia do autor." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A sessão juntou na Academia Militar (Amadora), antigos camaradas de armas, militares no activo do Exército e Força Aérea, cadetes e família do autor.</p></div>
<div id="attachment_4931" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/3-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4931 " title="3-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/3-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="A leitura das notas biográficas do major-general Lousada não surpreendeu quem o conhece mas não pode ter deixado de impressionar os mais novos. O autor foi sem dúvida um dos &quot;últimos guerreiros do Império&quot;. " width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A leitura das notas biográficas do major-general Lousada não surpreendeu quem o conhece mas não pode ter deixado de impressionar os mais novos. O autor foi sem dúvida um dos &quot;últimos guerreiros do Império&quot;. </p></div>
<div id="attachment_4932" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/4-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4932 " title="4-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/4-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Alguns dos (poucos) cadetes da Academia Militar que estiveram presentes. Não faltará muito e parte deles estarão empenhados nas novas missões das Forças Armadas, quem sabe, a combater." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Alguns dos (poucos) cadetes da Academia Militar que estiveram presentes. Não faltará muito e parte deles estarão empenhados nas novas missões das Forças Armadas, quem sabe, a combater.</p></div>
<div id="attachment_4933" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/5-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4933 " title="5-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/5-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Muitos dos presentes serviram com o autor em vários teatros de operações." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Muitos dos presentes serviram com o autor em vários teatros de operações. Coronéis Morais, Cuba, Gaspar, Sr. Viterbo de Almeida (ex-pára), coronéis Cunha e Oliveira.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4934" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/6-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4934 " title="6-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/6-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Major-general José Manuel Garcia Ramos Lousada, 73 anos de idade, natural de Bragança. Soldado-cadete de infantaria em 1959, integrou o primeiro curso de comandos na Zemba em 1962, o 31.º curso de pára-quedismo militar em 1965, passou à reserva em 1997 como major-general. " width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Major-general José Manuel Garcia Ramos Lousada, 73 anos de idade, natural de Bragança. Soldado-cadete de infantaria em 1959, mobilizado para Angola numa unidade de caçadores em 1961, integrou o primeiro curso de comandos na Zemba em 1962, o 31.º curso de pára-quedismo militar em Tancos no ano de 1965, serviu no BCP 21 de 1972 a 1975, comandou a Base Escola de Tropas Pára-quedistas de 1981 a 1987, o Comando das Tropas Aerotransportadas de 1995 a 1997 e neste ano passou à reserva. Cumpriu duas comissões de serviço em Angola e uma Moçambique. Promovido mais do que uma vez por feitos em campanha, tem dezenas de louvores e as mais altas condecorações incluindo a Ordem Militar da Torre e Espada do Valor Lealdade e Mérito, grau de cavaleiro, atribuída no posto de capitão pára-quedista.</p></div>
<div id="attachment_4935" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/7-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4935 " title="7-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/7-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="A dedicatória para um antigo camarada de armas, gesto que se vai repetir. A intensão após este lançamento em Lisboa é fazer a apresentação deste livro em vários outros pontos do país. Tancos será certamente o próximo." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A dedicatória para um antigo camarada de armas, gesto que se vai repetir. A intenção após este lançamento em Lisboa é fazer a apresentação deste livro em vários outros pontos do país. Tancos será certamente o próximo.</p></div>
<div id="attachment_4936" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/8-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4936 " title="8-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/8-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Quem já comprou volumes anteriores da História das Tropas Pára-quedistas pode adquirir o mesmo número. Há contudo mais exemplares para novos compradores! Da esquerda, tenente-coronel Albano Carvalho, coronel Moura Calheiros e major-general Ferreira Pinto.   " width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Quem já comprou volumes anteriores da História das Tropas Pára-quedistas pode adquirir o mesmo número. Há contudo mais exemplares para novos compradores! Da esquerda, tenente-coronel Albano Carvalho, coronel Moura Calheiros e majores-generais Ferreira Pinto e Oliveira de Figueiredo e primeiro-sargento Cruz.   </p></div>
<div id="attachment_4937" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/9-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4937 " title="9-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/9-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Da esquerda, major-general Raúl Cunha, tenente-coronel José Miranda e, dois antigos militares do BCP 21 (que não me foi possivel identificar)." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda, major-general Raúl Cunha, tenente-coronel José Miranda e, dois antigos militares do BCP 21 (que não me foi possível identificar).</p></div>
<div id="attachment_4938" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/10-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4938 " title="10-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/10-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Na frente da mesa, da esquerda, coronel Saraiva e coronel Cardoso." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Na frente da mesa, da esquerda, coronel Saraiva e coronel Cardoso.</p></div>
<div id="attachment_4939" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/11-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4939 " title="11-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/11-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Da esquerda, o filho do primeiro-sargento Cruz, primeiros-sargento Rasgado, sargento-mor Morgado e primeiro-sargento Cruz." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda, o filho do primeiro-sargento Cruz, primeiros-sargento Rasgado, sargento-mor Morgado e primeiro-sargento Cruz.</p></div>
<div id="attachment_4940" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/12-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4940  " title="12-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/12-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="O coronel Paulino Pinhão (à esquerda), gravemente ferido numa das últimas operações do BCP 21, já depois do 25ABR1974 e o tenente-coronel Albano Carvalho uma das figuras do pára-quedismo português, também veterano do BCP 21." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Paulino Pinhão (à esquerda), gravemente ferido quando capitão comandante de companhia numa das últimas operações do BCP 21, já depois do 25ABR1974, e o tenente-coronel Albano Carvalho uma das figuras do pára-quedismo português, também veterano do BCP 21.</p></div>
<div id="attachment_4941" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/13-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4941 " title="13-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/13-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Major-general Serôdio Fernandes e coronel tirocinado Carlos Perestrelo." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Major-general Serôdio Fernandes e coronel tirocinado Carlos Perestrelo, 2.º comandante da Brigada de Reacção Rápida.</p></div>
<div id="attachment_4942" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/14-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4942 " title="14-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/14-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Da esquerda, tenente-coronel Nogueira, coronel Morais e o comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas, coronel Duarte da Costa, unidade a quem coube abraçar o projecto do livro. Com a criação da Brigada de Reacção Rápida, cabe agora à ETP ser a guardiã da memória histórica das Tropas Pára-quedistas Portuguesas." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda, tenente-coronel Nogueira, coronel Morais e o comandante da Escola de Tropas Pára-quedistas (ETP), coronel Duarte da Costa, unidade a quem coube abraçar o projecto do livro. Com a criação da Brigada de Reacção Rápida, a ETP passou a ser o guardião da memória histórica das Tropas Pára-quedistas Portuguesas.</p></div>
<div id="attachment_4943" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/15-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4943  " title="15-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/15-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Da esquerda, major-general Almendra, coronéis Soares da Cunha e Urbano Seixas, todos antigos comandantes do BCP 21. Coronel Horácio de Oliveira e major-general Oliveira de Figueiredo, um dos últimos capitães a sair de Angola em 1975." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda, major-general Heitor Almendra, coronéis Soares da Cunha e Urbano Seixas, todos antigos comandantes do BCP 21. Coronel Horácio de Oliveira e major-general Oliveira de Figueiredo, um dos últimos capitães a sair de Angola em 1975.</p></div>
<div id="attachment_4944" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/16-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" rel="lightbox[4928]"><img class="size-full wp-image-4944 " title="16-lancamento-livro-do-bcp21" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/16-lancamento-livro-do-bcp21.jpg" alt="Dona Maria Carolina e o marido com os seus três &quot;rapazes&quot;!" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Maria Carolina e o marido com os seus três filhos!</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>PSP DIVULGA GRANDES OPÇÕES ESTRATÉGICAS</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[01. NOTÍCIAS]]></category>

		<category><![CDATA[Forças de Segurança]]></category>

		<category><![CDATA[GRANDES OPÇÕES ESTRATÉGICAS 2013-2016]]></category>

		<category><![CDATA[Polícia de Segurança Pública]]></category>

		<category><![CDATA[PSP]]></category>

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		<description><![CDATA[A Polícia de Segurança Pública divulgou recentemente um documento intitulado "Grandes Opções Estratégicas 2013-2016", no qual apresenta os cinco eixos estratégicos com maior impacto orçamental que esta força de segurança vai seguir nestes próximos anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A Polícia de Segurança Pública divulgou recentemente um documento intitulado &#8220;Grandes Opções Estratégicas 2013-2016&#8243;, no qual apresenta os cinco eixos estratégicos com maior impacto orçamental que esta força de segurança vai seguir nestes próximos anos.<span id="more-4926"></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/psp-2013-2016.jpg" rel="lightbox[4926]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4927" title="psp-2013-2016" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/psp-2013-2016.jpg" alt="psp-2013-2016" width="251" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O documento, que pode descarregar no final deste artigo, mostra vontade de alterar alguma coisa no modo como a instituição tem sido gerida. Desde já uma nota positiva, a Direcção Nacional da PSP diz ao que vem! Assim todos poderão avaliar daqui a uns tempos se este caminho foi seguido, ou não, e se os resultados foram os esperados. Haverá assim escrutínio público, avaliação, o que como todos sabemos não é coisa que muitas organizações pratiquem por cá.<br />
Aqui deixamos os cincos aspectos que este documento aborda e não podemos deixar de recomendar uma leitura atenta do desenvolvimento sobre os mesmos:<br />
- Mitigação gradual do actual paradigma de mão-de-obra intensiva com vista a um maior equilíbrio entre fatores de produção trabalho fixo e capital;<br />
- Prossecução de um macro modelo de «Segurança Just-In-Time»;<br />
- Aperfeiçoamento da matriz organizacional e funcional da área de suporte;<br />
- Melhoria da imagem institucional;<br />
- Reforço do apoio social e das condições de trabalho do pessoal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Descarregue aqui o documento «<a href="http://www.operacional.pt/docs/Grandes Opções Estratégicas 2013-2016.pdf" target="_blank">GRANDES OPÇÕES ESTRATÉGICAS 2013-2016</a>»</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>100 ANOS GUARDA NACIONAL REPUBLICANA (1911-2011)</title>
		<link>http://www.operacional.pt/100-anos-guarda-nacional-republicana-1911-2011/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/100-anos-guarda-nacional-republicana-1911-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 12:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[08. JÁ LEMOS E...]]></category>

		<category><![CDATA[100 anos]]></category>

		<category><![CDATA[GNR]]></category>

		<category><![CDATA[Nuno Andrade]]></category>

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		<description><![CDATA[A GNR comemorou em 2011 o 100º aniversário da sua criação tendo para essa ocasião sido lançado o livro que hoje apresentamos. Esta obra percorre, muito pela imagem, a história desta "força de segurança de natureza militar, constituída por militares organizados num corpo especial de tropas", desde as suas origens até aos dias de hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A GNR comemorou em 2011 o 100º aniversário da sua criação tendo para essa ocasião sido lançado o livro que hoje apresentamos. Esta obra percorre, muito pela imagem, a história desta &#8220;<em>força de segurança de natureza militar, constituída por militares organizados num corpo especial de tropas</em>&#8220;, desde as suas origens até aos dias de hoje.<span id="more-4904"></span></span></p>
<div id="attachment_4906" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/1-livro-gnr-100-dsc_59091.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="size-full wp-image-4906 " title="1-livro-gnr-100-dsc_59091" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/1-livro-gnr-100-dsc_59091.jpg" alt="“100 Anos Guarda Nacional Republicana, 1911-2011” é assim um livro a vários níveis interessante porque conjuga aspectos factuais como legislação e acontecimentos com a interpretação que o autor deles faz, tudo isto acrescido de um enorme acervo iconográfico." width="360" height="466" /></a><p class="wp-caption-text">Um livro a vários níveis interessante porque conjuga aspectos factuais como legislação e acontecimentos com a interpretação que o autor deles faz, tudo isto acrescido de um enorme acervo iconográfico.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O livro cuja coordenação e texto são responsabilidade de Nuno Andrade, oficial da GNR no activo, responsável pelo Arquivo Histórico da instituição, está organizado de acordo com o Índice que abaixo apresentamos, em 6 capítulos e 23 sub-capítulos, cada um deles composto por um pequeno texto (1 a 3 páginas) e muitas imagens devidamente legendadas. Mesmo que os textos sejam naturalmente muito sintéticos para o espaço de tempo a que reportam, há aqui, talvez por isso, informação que se lê de modo fácil e atraente, bem complementada pelas muitas fotografias, parte importante inéditas ou no mínimo pouco vistas. Apenas pontualmente foi feito uso de imagens já conhecidas ou divulgadas noutras publicações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Nos textos introdutórios de cada tema o autor, licenciado em História e estudioso há longos anos desta temática, faz o enquadramento político a cada momento histórico e aquilo que entende ter sido o papel da Guarda nesse contexto, abordando a ligação ao poder, a &#8220;correlação de forças&#8221; Exército <em>versus</em> Guarda, organização, criação/extinção de unidades, equipamentos/armamentos em uso, e vários outros aspectos, quer de ordem interna da GNR quer da sua relação com o exterior. Sendo um livro oficial não cai contudo na tentação de omitir alguns factos da vida da Guarda em que esta teve actuações menos &#8220;simpáticas&#8221;, embora naturalmente os enquadre nas suas competências legais.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">No respeitante à actualidade cada uma das áreas de actuação da Guarda é descrita de modo a dar ao leitor uma noção relativamente detalhada da sua organização em 2011 e daquilo que a GNR hoje faz em Portugal e nas missões exteriores que também cumpre.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">&#8220;100 Anos Guarda Nacional Republicana, 1911-2011&#8243; é assim um livro a vários níveis interessante porque conjuga aspectos factuais como legislação e acontecimentos com a interpretação que o autor - e naturalmente a GNR - deles faz, tudo isto acrescido de um enorme acervo iconográfico.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O livro é uma edição de 2011 da Guarda Nacional Republicana e da editora Guerra e Paz, patrocinada pelo banco BPI. Tem formato 27X21 cm, capa dura, 300 páginas, centenas de fotografias históricas e actuais e muitas reproduções de documentos históricos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A não perder!</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/t-002.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4907" title="t-002 indice livro GNR 100 1" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/t-002.jpg" alt="t-002 indice livro GNR 100 1" width="409" height="614" /><img class="aligncenter size-full wp-image-4908" title="t-003 indice livro GNR 100 2" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/t-003.jpg" alt="t-003 indice livro GNR 100 2" width="409" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/2-livro-gnr-100-dsc_5910.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4909" title="2-livro-gnr-100-dsc_5910" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/2-livro-gnr-100-dsc_5910.jpg" alt="2-livro-gnr-100-dsc_5910" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/3-livro-gnr-100-dsc_5911.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4910" title="3-livro-gnr-100-dsc_5911" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/3-livro-gnr-100-dsc_5911.jpg" alt="3-livro-gnr-100-dsc_5911" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/5-livro-gnr-100-dsc_5912.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4911" title="5-livro-gnr-100-dsc_5912" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/5-livro-gnr-100-dsc_5912.jpg" alt="5-livro-gnr-100-dsc_5912" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/6-livro-gnr-100-dsc_5915.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4912" title="6-livro-gnr-100-dsc_5915" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/6-livro-gnr-100-dsc_5915.jpg" alt="6-livro-gnr-100-dsc_5915" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/7-livro-gnr-100-dsc_5918.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4913" title="7-livro-gnr-100-dsc_5918" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/7-livro-gnr-100-dsc_5918.jpg" alt="7-livro-gnr-100-dsc_5918" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/8-livro-gnr-100-dsc_5920.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4914" title="8-livro-gnr-100-dsc_5920" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/8-livro-gnr-100-dsc_5920.jpg" alt="8-livro-gnr-100-dsc_5920" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/9-livro-gnr-100-dsc_5922.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4915" title="9-livro-gnr-100-dsc_5922" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/9-livro-gnr-100-dsc_5922.jpg" alt="9-livro-gnr-100-dsc_5922" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/10-livro-gnr-100-dsc_5924.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4916" title="10-livro-gnr-100-dsc_5924" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/10-livro-gnr-100-dsc_5924.jpg" alt="10-livro-gnr-100-dsc_5924" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/11-livro-gnr-100-dsc_5925.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4917" title="11-livro-gnr-100-dsc_5925" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/11-livro-gnr-100-dsc_5925.jpg" alt="11-livro-gnr-100-dsc_5925" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/12-livro-gnr-100-dsc_5926.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4918" title="12-livro-gnr-100-dsc_5926" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/12-livro-gnr-100-dsc_5926.jpg" alt="12-livro-gnr-100-dsc_5926" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/13-livro-gnr-100-dsc_5929.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4919" title="13-livro-gnr-100-dsc_5929" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/13-livro-gnr-100-dsc_5929.jpg" alt="13-livro-gnr-100-dsc_5929" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/14-livro-gnr-100-dsc_5930.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4920" title="14-livro-gnr-100-dsc_5930" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/14-livro-gnr-100-dsc_5930.jpg" alt="14-livro-gnr-100-dsc_5930" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/15-livro-gnr-100-dsc_5931.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4921" title="15-livro-gnr-100-dsc_5931" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/15-livro-gnr-100-dsc_5931.jpg" alt="15-livro-gnr-100-dsc_5931" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/16-livro-gnr-100-dsc_5932.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4922" title="16-livro-gnr-100-dsc_5932" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/16-livro-gnr-100-dsc_5932.jpg" alt="16-livro-gnr-100-dsc_5932" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/17-livro-gnr-100-dsc_5933.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4923" title="17-livro-gnr-100-dsc_5933" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/17-livro-gnr-100-dsc_5933.jpg" alt="17-livro-gnr-100-dsc_5933" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/t-001.jpg" rel="lightbox[4904]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4924" title="t-001 Ficha técnica GNR 100" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/05/t-001.jpg" alt="t-001 Ficha técnica GNR 100" width="410" height="614" /></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;">Quer ler no &#8220;Operacional&#8221; mais comentários a livros sobre a GNR? Clique em:</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/a-gnr-no-iraque-2003-2005/" target="_blank">A GNR NO IRAQUE, 2003-2005</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/guerra-e-guerra/" target="_blank">GUERRA É GUERRA</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/gnr-contradicoes-e-ambiguidades/" target="_blank">GNR, CONTRADIÇÕES E AMBIGUIDADES</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/a-guarda-nacional-republicana/" target="_blank">A GUARDA NACIONAL REPUBLICANA</a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/portugal-e-as-operacoes-de-paz-uma-visao-multidimensional/" target="_blank">PORTUGAL E AS OPERAÇÕES DE PAZ, UMA VISÃO MULTIDIMENSIONAL</a><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ALTERAÇÕES NO CONTINGENTE NACIONAL NO AFEGANISTÃO</title>
		<link>http://www.operacional.pt/alteracoes-no-contingente-nacional-no-afeganistao/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/alteracoes-no-contingente-nacional-no-afeganistao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[01. NOTÍCIAS]]></category>

		<category><![CDATA[Afeganistão]]></category>

		<category><![CDATA[Cabul]]></category>

		<category><![CDATA[Contingente Nacional]]></category>

		<category><![CDATA[FND]]></category>

		<category><![CDATA[Force Protection]]></category>

		<category><![CDATA[ISAF]]></category>

		<category><![CDATA[KAIA]]></category>

		<category><![CDATA[NATO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.operacional.pt/?p=4897</guid>
		<description><![CDATA[Foi agora oficialmente publicada a organização do Contingente Nacional no Afeganistão para fazer face às novas obrigações que Portugal acordou com a NATO, as quais já estão em parte reflectidas na força que partiu para o Afeganistão este Abril de 2012, o 4.º Contingente Nacional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Foi agora oficialmente publicada a organização do Contingente Nacional no Afeganistão para fazer face às novas obrigações que Portugal acordou com a NATO - anunciadas publicamente em Bruxelas pelo Ministro da Defesa Nacional em Fevereiro e confirmadas pelo Conselho Superior de Defesa Nacional de 15 de Março - e que já estão em parte reflectidas na força que partiu para o Afeganistão este Abril de 2012, o 4.º Contingente Nacional.<span id="more-4897"></span></span></p>
<div id="attachment_4898" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-kaia-air-copy.jpg" rel="lightbox[4897]"><img class="size-full wp-image-4898 " title="1-kaia-air-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-kaia-air-copy.jpg" alt="Aeroporto Internacional de Cabul / Kabul International Airport (KAIA), nova missão nesta infra-estrutura estratégica do Afeganistão, agora a segurança." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Aeroporto Internacional de Cabul / Kabul International Airport (KAIA). Está prevista (previsivelmente em Julho 2012), nova missão para os portugueses nesta infra-estrutura estratégica do Afeganistão.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A Portaria n.º 187/2012 do Ministro da Defesa Nacional de 11 de Abril de 2012 publicada no Diário da República de 26 de Abril, determina:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">«<em>É autorizado o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, a aprontar, sustentar e empregar o contingente nacional de apoio à ISAF com o respetivo comandante, perfazendo um efetivo máximo de 235 militares no TO, integrando a Advisor Team (AT) de Divisão (12 militares), as Equipas de Formadores/Instrutores (20 militares), a Unidade de Apoio (93 militares), a Força de Proteção (FP) para o KAIA FP (65 militares), a Célula de Informações Militares (6 militares) e o pessoal destacado no QG e no KAIA (32 militares). As equipas de Formadores/Instrutores incluem uma componente da Guarda Nacional Republicana, com 15 militares</em>»</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">As mudanças mais significativas em relação ao anterior dispositivo aprovado são as que respeitam ao nosso empenhamento na segurança do Aeroporto Internacional de Cabul (KAIA) e, em sentido contrário, o fim das &#8220;OMLT nacionais&#8221;, alterando-se a estrutura do apoio às Forças Armadas e à Polícia Afegãs.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Talvez seja de salientar que esta é a primeira vez que Portugal poderá assumir como missão num teatro de operações, a segurança estática a uma instalação multinacional, neste caso KAIA (Kabul International Airport). Os militares portugueses já por diversas vezes desempenharam funções semelhantes, mas apenas por curtos períodos de tempo e mais como apoio a outros contingentes ou como seu reforço em alturas específicas. Sendo uma missão com alguma visibilidade e responsabilidade não deixa de ser uma tarefa ingrata e rotineira pelas particularidades inerentes. Actualmente sob comando romeno a segurança de KAIA inclui também belgas.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4899" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-kaia-air-be-pandur-copy.jpg" rel="lightbox[4897]"> <img class="size-full wp-image-4899 " title="2-kaia-air-be-pandur-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-kaia-air-be-pandur-copy.jpg" alt="Militares belgas na segurança de KAIA à data (2005) em que a Força Aérea Portuguesa assumiu a responsabilidade pelo comando." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Pandur 6X6 das forças belgas na segurança do aeroporto à data (2005) em que a Força Aérea Portuguesa assumiu a responsabilidade pelo comando de KAIA.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Segundo o Estado-Maior general das Forças Armadas a situação actual (Abril 2012) das Forças Portuguesas no Afeganistão é a apresentada neste quadro:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><br />
<a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-cnt-em-abril-2012-copy.jpg" rel="lightbox[4897]"><img class="aligncenter size-full wp-image-4901" title="4-cnt-em-abril-2012-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-cnt-em-abril-2012-copy.jpg" alt="4-cnt-em-abril-2012-copy" width="614" height="410" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">De assinalar que os dois pelotões que Portugal colocou à disposição para emprego na força que garante a segurança de KAIA, num total de 65 militares, ainda estão em território nacional.  Só partirão para o Afeganistão em Julho depois de haver a definição na NATO sobre aspectos relativos à cadeia de comando e organização desta força que incluirá, em principio, 5 pelotões.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><em></em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">KAIA não é a única missão do contingente português mas a concretizar-se dificilmente escapará a ser a mais visível e sensível. Esta infra-estrutura critica para o país e para as forças multinacionais é naturalmente bem conhecida dos portugueses no Afeganistão, todos por ali passam, alguns lá têm prestado serviço em diversos sectores e em 2005 a Força Aérea Portuguesa assumiu o seu comando por 4 meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Todos os contributos nacionais têm naturalmente o seu papel a desempenhar, seja ele a segurança em KAIA, o apoio e segurança ao próprio contingente nacional, os cargos de estado-maior ou a assessoria para a formação de militares e polícias afegão. No momento em que vários países começam a retirar as suas unidades de combate do terreno, alguns até a acelerar calendários previstos, toda a atenção se volta para os resultados na formação dos afegãos. Esta também é uma componente do trabalho dos portugueses, certamente aquela que mais influência poderá ter no futuro do Afeganistão.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4902" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-kaia-air-flag-prt-copy-copy.jpg" rel="lightbox[4897]"><img class="size-full wp-image-4902 " title="5-kaia-air-flag-prt-copy-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-kaia-air-flag-prt-copy-copy.jpg" alt="Em 2005 Portugal comandou KAIA, agora está disponível para ajudar a garantir a sua segurança." width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2005 Portugal comandou KAIA, agora está disponível para ajudar a garantir a sua segurança.</p></div>
<p><span style="font-size: medium;">Quer ler mais artigos sobre o Afeganistão no Operacional? Clique em:</span></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/afeganistao-international-civilian-consultant/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">AFEGANISTÃO: INTERNATIONAL CIVILIAN CONSULTANT</span></a></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/mobile-strike-force-vehicles-para-o-afeganistao/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">MOBILE STRIKE FORCE VEHICLES PARA O AFEGANISTÃO</span></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/%E2%80%9Cguerra-vivida-guerra-sentida%E2%80%9D-um-comando-no-afeganistao/" target="_blank">&#8220;GUERRA VIVIDA, GUERRA SENTIDA&#8221;, UM COMANDO NO AFEGANISTÃO</a><br />
</span></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/natal-em-cabul/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">NATAL EM CABUL</span></a></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/afeganistao-unidade-de-proteccao-da-forca-em-operacoes/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">AFEGANISTÃO: UNIDADE DE PROTECÇÃO DA FORÇA EM OPERAÇÕES</span></a></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/novos-contingentes-para-kosovo-e-afeganistao/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">NOVOS CONTINGENTES PARA KOSOVO E AFEGANISTÃO</span></a></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/nato-tv-faz-reportagem-com-portugueses/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">NATO TV FAZ REPORTAGEM COM PORTUGUESES</span></a></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/a-tp9mp9-a-experiencia-no-afeganistao/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">A TP9/MP9 À EXPERIÊNCIA NO AFEGANISTÃO</span></a></p>
<p><a href="http://www.operacional.pt/controladores-aereos-avancados-em-combate/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">CONTROLADORES AÉREOS AVANÇADOS EM COMBATE</span></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.operacional.pt/alteracoes-no-contingente-nacional-no-afeganistao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>GUINÉ-BISSAU 2012 &amp; TIMOR-LESTE 1999</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 19:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[PRIMEIRA PÁGINA]]></category>

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		<category><![CDATA[TIMOR-LESTE]]></category>

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		<description><![CDATA[A situação actual na Guiné-Bissau e o envolvimento militar português no processo politico-diplomático que está em curso neste momento, pode servir para várias e interessantes análises. Trata-se antes de mais da prova evidente que o governo português considera o instrumento militar uma das ferramentas da sua política externa. Assim deve ser, mas será que a retórica política pode ser suportada pela força militar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A situação actual na Guiné-Bissau e o envolvimento militar português no processo politico-diplomático que está em curso neste momento, pode servir para várias e interessantes análises. Trata-se antes de mais da prova evidente que o governo português considera o instrumento militar uma das ferramentas da sua política externa. Assim deve ser, mas será que a retórica política pode ser suportada pela força militar?<span id="more-4890"></span></span></p>
<div id="attachment_678" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/03/1-corte-real-e-lynx-foto-ehm.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-678 " title="1-corte-real-e-lynx-foto-ehm" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/03/1-corte-real-e-lynx-foto-ehm.jpg" alt="As fragatas da classe &quot;Vasco da Gama&quot; e os helicópteros embarcados são &quot;peça fundamental&quot; neste tipo de operações (Foto Esquadrilha de Helicópteros de Marinha)" width="614" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">As fragatas da classe &quot;Vasco da Gama&quot; e os helicópteros embarcados são &quot;peça fundamental&quot; neste tipo de operações num país como a Guiné-Bissau (Foto Esquadrilha de Helicópteros de Marinha).</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Convém por isso ter uma noção de que capacidades militares serão necessárias para as intervenções que podem estar em causa. Quando se ouvem as duras declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros português, anunciando antecipadamente a activação de meios militares nacionais podem ficar dúvidas se:<br />
- Estamos perante uma operação de evacuação de não combatentes, sem oposição no terreno?<br />
- Ou vamos &#8220;entrar em força&#8221; para resgatar quem quiser sair da Guiné?<br />
- Ou ainda, se a nossa força será a guarda avançada de uma força multinacional de estabilização que ficaria anos no país?<br />
E isto porque as referidas declarações evoluíram rapidamente para ameaças de intervenção internacional, via CPLP/CEDEAO/Nações Unidas, tendo em vista repor a legalidade democrática no país, havendo mesmo uma declaração da CPLP nesse sentido (14ABR12), o que não foi seguido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (até 21ABR12).<br />
Ao mesmo tempo, o Ministro da Defesa Nacional, mais comedido, também anunciou a preparação de uma força para rumar a sul, descartando qualquer intervenção militar (ponto 1. do comunicado de 13ABR12), mas apenas medidas destinadas a salvaguardar vidas nacionais e estrangeiras (ponto 3. do mesmo comunicado). Mesmo que à data destas declarações não houvesse conhecimento de qualquer português ou estrangeiro maltratado na Guiné-Bissau. Houve é certo momentos de tensão com jornalistas da RTP em Bissau no dia 13ABR12, e também com um outro jornalista guineense, António Aly Silva, que chegou a estar preso umas horas, o que apesar de tudo não impediu posteriormente o trabalho diário sem problemas de monta, dando estes profissionais e vários outros, por exemplo a Agência Lusa, preciosas informações sobre o evoluir da situação.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4895" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/ilha-do-sal-c130-e-p3-fri.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-4895  " title="ilha-do-sal-c130-e-p3-fri" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/ilha-do-sal-c130-e-p3-fri.jpg" alt="Num espaço de horas a &quot;guarda avançada&quot; da Força de Reacção Imediata chegou à Ilha do Sal (na foto). O apoio da República de Cabo Verde na resolução dos problemas internos na Guiné-Bissau tem sido uma constante." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text"> No espaço de horas meios da Força de Reacção Imediata chegaram à Ilha do Sal (na foto - 16/17ABR12 - um Hércules C-130 da Esquadra 501 e um P-3 Cup + da Esquadra 601). O apoio da República de Cabo Verde na resolução dos problemas internos na Guiné-Bissau tem sido uma constante.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">É no entanto sabido que tudo se pode alterar no espaço de horas, logo, sendo muito discutível qual o interesse de anunciar publicamente a activação da FRI pelo impacto que previsivelmente teria no terreno (e teve) - onde não é certo que se perceba bem a diferença entre intervenção militar, força de interposição ou evacuação de não combatentes! - e ainda pelo riscos potenciais a que sujeitam os nossos nacionais na Guiné-Bissau, parece-nos que o recurso à FRI foi mais do que justificado. Pode até ser levantada a questão da data tardia em que tal foi feito, depois do golpe, quando, &#8220;<em>&#8230;.toda a gente sabia na cidade que um golpe militar estava em marcha&#8230;</em>&#8221; (palavras do correspondente da RTP em Bissau, Fernando Teixeira Gomes, no dia 13ABR2012). Mas isso a seu tempo se saberá e que fique claro, achamos muito bem o envio da FRI como achamos ser da mais elementar justiça apoiar a normalização da Guiné-Bissau se isso nos for pedido e se Portugal puder ajudar.<br />
As declarações dos dirigentes políticos portugueses fazem supor à opinião pública nacional e internacional, nomeadamente nos PALOP&#8217;s, que há a intenção de usar o instrumento militar se e quando tal for necessário. Isto é muito sensível na Guiné-Bissau por motivos óbvios, em Angola porque está muito envolvida por via da sua missão no terreno a MISSANG e todas as circunstâncias que a rodeiam, e em Cabo Verde não só por razões históricas mas também de proximidade geográfica o que transforma este país numa plataforma (quase) imprescindível para operações no continente. </span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_680" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/03/3-guine-1998-miranda-neto.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-680  " title="3-guine-1998-miranda-neto" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/03/3-guine-1998-miranda-neto.jpg" alt="1998:Um heliporto no minimo &quot;pouco vulgar&quot;, o porto de Bissau." width="614" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">1998, última operação portuguesa de vulto na Guiné-Bissau: heliporto no mínimo &quot;pouco vulgar&quot;, o porto da capital guineense.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Objectivos exequíveis</strong><br />
&#8220;Falar grosso&#8221; nas relações internacionais pressupõe que há real capacidade de intervenção, sob risco de se cair no ridículo ou num desaire. Há muitos casos na história em que agir militarmente de forma precipitada deu mau resultado.<br />
Sendo assim a primeira coisa que se espera do poder político é uma definição clara dos objectivos para a força militar. Nesta altura em que estamos já passou o tempo dos governos terem colocado à disposição das Forças Armadas os meios adequados para este tipo de operação. Agora que a força está em marcha, espera-se apenas que os tais objectivos sejam exequíveis. Os militares têm tendência para cumprir mesmo que os meios faltem - e na nossa modesta opinião ainda bem que assim é! - mas espera-se algum discernimento de quem manda marchar!<br />
É sabido que cada país faz a guerra com o que tem e equipamentos pouco sofisticados não significam necessariamente a derrota, nem o uso das mais modernas tecnologias garantem por si só a vitória. Exemplos desta realidade há muitos e as Forças Armadas Portuguesas também sabem bem isto. Quer na guerra quer na paz, já foram muitas vezes empenhadas em operações com sucesso e quase e sempre com muitas lacunas materiais. Claro que quando falta o material e o treino, aumentam os sacrifícios pessoais e muitas vezes as baixas.<br />
Neste caso da Guiné-Bissau os meios em presença - e não vamos aqui entrar em detalhes sobre quais são exactamente - são modestos. Certamente suficientes para retirar umas centenas de portugueses do país se não houver oposição armada ou se ela for pouco significativa. Claramente insuficiente se a oposição no terreno for violenta. E neste caso, qual a solução? Portugal tem capacidade militar para &#8220;entrar em força&#8221; e estabilizar a situação? É no mínimo muito duvidoso e pior se as Forças Armadas da Guiné-Bissau estiverem unidas contra &#8220;o invasor&#8221;.<br />
No entanto a avaliar por aquilo que vai sendo dito e publicado parece que se julga o contrário. Uma boa dose de bom senso pode estar a fazer falta em várias latitudes.<br />
Acresce a questão dos custos financeiros, ao que voltaremos no final deste artigo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Timor-Leste 1999</strong><br />
É aqui que nos ocorre um termo de comparação que poderá &#8220;abrir os olhos&#8221; a muita gente pouco familiarizada com emprego de forças: a ocupação de Díli (e depois outras localidades) pela INTERFET (Força Internacional para Timor-Leste) em 1999. É uma operação pouco estudada por cá, talvez por algum preconceito anti-australiano que sempre reinou em muitos meios políticos e militares nacionais (com alguma razão, diga-se!), mas que ilustra bem o volume e tipologia de forças empregues para se ter sucesso.<br />
Temos bem a noção que há muitas diferenças entre ambas as situações, desde o ambiente político e diplomático envolvente, às dimensões demográficas e geográficas das cidades, passando pelas forças em presença no terreno e muitas outras. Mas no essencial, lendo-se o que vamos transcrever, percebe-se bem o que é uma operação deste tipo quando se &#8220;entra para ganhar&#8221;.<br />
Atente-se assim neste pequeno texto em inglês transcrito do documento &#8220;RAISE, TRAIN AND SUSTAIN&#8221;, publicado em 2010 pela Australian Military History Publications, sendo este excerto do artigo &#8220;Deploying and Sustaining INTERFET in East Timor in 1999&#8243; de David Horner (os sublinhados são nossos).</span></p>
<div id="attachment_4892" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v9903504-a.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-4892 " title="v9903504-a" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v9903504-a.jpg" alt="Um helicóptero Sea King da Marinha australiana descarrega combustivel no aeroporto de Komoro / Dili. Foto Ministério da Defesa da Austrália." width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Um helicóptero Sea King da Marinha australiana descarrega combustível no aeroporto de Komoro / Dili. Foto Ministério da Defesa da Austrália.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4891" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v9914421-a.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-4891 " title="v9914421-a" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v9914421-a.jpg" alt="M-113 autraliano desembarca junto a Suai (130 km a sudoeste de Díli) a partir do HMAS Balikpapan ( L-126 ). Foto Ministério da Defesa da Austrália." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">M-113 australiano desembarca junto a Suai (130 km a sudoeste de Díli) a partir do HMAS Balikpapan ( L-126 ). Foto Ministério da Defesa da Austrália.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">«<em>&#8230;On 18 September 1999 an Australian naval task group consisting of the Australian<strong> frigates &#8220;Adelaide&#8221; and &#8220;Anzac&#8221;, the heavy landing ship &#8220;Tobruk&#8221;, the landing craft &#8220;Balikpapan&#8221;, &#8220;Brunei&#8221; and &#8220;Labuan&#8221;, the supply ship &#8220;Success&#8221;, the New Zealand frigate &#8220;Te Kaha&#8221;, and the British frigate &#8220;Glasgow&#8221;</strong> sailed from Darwin harbour. At dawn on 20 September &#8220;Anzac&#8221; and &#8220;Success&#8221; joined the frigate &#8220;Darwin&#8221;, already stationed off the coast of East Timor, to patrol the waters off the capital, Dili, and secure the harbour. Then, at 7 am, <strong>five RAAF C-130 transport aircraft landed at Dili&#8217;s Komoro airfield carrying Australian and New Zealand Special Air Service (SAS) troopers and the leading elements of Headquarters 3rd Brigade who secured the airport and established contact with elements of the Indonesian Armed Forces (TNI) to ensure their cooperation. A British Ghurkha company</strong> was also among the early group of soldiers. So the first troops of the multinational force known as the International Force East Timor, or INTERFET, arrived in East Timor.<br />
Flying direct from Townsville, <strong>more aircraft landed with the infantrymen of the 2nd Battalion, the Royal Australian Regiment (2 RAR), who began securing the port of Dili for the arrival of Australian ships. Two M113 armoured personnel carriers from the Townsville-based B Squadron 3/4 Cavalry Regiment, flown in by C-130s, provided valuable mobility and fire-support as 2 RAR secured the air and sea ‘points of entry&#8217;. By the end of the day C-130s from Australia, the United States, Britain and New Zealand had flown 33 sorties to deliver 1500 troops.</strong><br />
Next morning, the <strong>fast catamaran, &#8220;Jervis Bay&#8221;</strong>, which had left Darwin eleven hours earlier, berthed at Dili wharf and <strong>discharged 541 paratroopers from the 3rd Battalion, the Royal Australian Regiment (3 RAR)</strong>. Anchored one mile offshore, &#8220;Tobruk&#8221; began transferring the <strong>29 Australian Light Armoured Vehicles (ASLAVs) and troopers of the 2nd Cavalry Regiment</strong> to the landing craft which transported them ashore. Meanwhile, <strong>twelve S-70 Black Hawk helicopters from the Townsville-based 5th Aviation Regiment flew into Dili from Darwin</strong>-a three-and-a-half-hour flight with ships strategically placed in case a helicopter had to undertake an emergency landing. Initially the Black Hawks were to have arrived on the first day, but the INTERFET commander, Major General Peter Cosgrove, delayed their arrival by a day so that the arrival of forces on the first day did not appear ‘too aggressive&#8217;. <strong>By the end of the second day almost 3000 troops had been deployed. A week later the force had grown to 4300, of whom 3300 were Australians.</strong><br />
By <strong>mid-November 1999 Australia&#8217;s commitment had reached 5700 in a force strength approaching 11,500</strong>. Of these, approximately 9300 were ground forces, 1700 naval forces and 500 in the air component&#8230;</em>».</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4893" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v99306_03-a.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-4893 " title="v99306_03-a" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v99306_03-a.jpg" alt="As Forças Armadas Australianas e os seus aliados entraram em Timor-Leste &quot;para ganhar&quot;, envolvendo na acção pessoal e material que lhes permitiam enfrentar as ameaças detectadas. Foto Ministério da Defesa da Austrália." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">As Forças Armadas Australianas e os seus aliados entraram em Timor-Leste &quot;para ganhar&quot;, envolvendo na acção pessoal e material que lhes permitiam enfrentar as ameaças detectadas. Foto Ministério da Defesa da Austrália.</p></div>
<div id="attachment_4894" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v9900209-a.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-4894 " title="v9900209-a" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/v9900209-a.jpg" alt="Suspeito de pertencer às milicias pró-indonésias detido. A INTERFET tinha um mandato que lhe permitia levar a cabo a sua missão sem ambiguidades. Foto Ministério da Defesa da Austrália." width="614" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Suspeito de pertencer às milicias pró-indonésias detido. A INTERFET tinha um mandato que lhe permitia levar a cabo a sua missão sem ambiguidades. Foto Ministério da Defesa da Austrália.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Quem paga a factura?</strong><br />
Desconhecemos os custos financeiros deste tipo de operação mas está bem de ver que será elevado. Sobretudo se estiver em causa uma força de estabilização e não uma operação de evacuação com algumas semanas de duração.<br />
Esta questão, que muitos poderão não gostar de abordar, tem interesse quanto a nós porque dele depende a sustentação da força. Uma coisa é uma operação pontual, a dita evacuação, outra é manter tropas e equipamentos, vários anos no terreno.<br />
Atente-se nestes números. Portugal gastará este ano cerca de 50 milhões de euros para manter pouco mais de 500 militares em operações no estrangeiro.<br />
No entanto, a preços da altura, em 2000, só na missão em Timor-Leste Portugal gastou mais de 57 milhões de euros. Ainda em Timor, missão onde nunca empenhamos mais de 800/1.000 efectivos e isto apenas nos primeiros anos, gastamos até 2004, quase 200 milhões de euros. E é bom lembrar que embora os efectivos em presença fossem relativamente elevados (para os nossos padrões), os meios materiais eram relativamente simples e pouco dispendiosos, não havendo por exemplo viaturas blindadas e apenas no início ali mantivemos um pequeno destacamento com 4 (e depois 3) helicópteros AL III. Nada que se comparasse com o &#8220;hardware&#8221; australiano&#8230;</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_681" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/03/4-c130-serrano-rosa.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-681  " title="4-c130-serrano-rosa" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2009/03/4-c130-serrano-rosa.jpg" alt="Aos C-130 caberá não só o transporte estratégico, como o táctico e eventualmente o lançamento de pára-quedistas ou de carga." width="614" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Se houvesse portugueses em perigo iminente a acção teria que ocorrer em horas mesmo suportanto riscos acrescidos.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Força internacional para a Guiné-Bissau</strong><br />
A lição aprendida aqui, quanto a nós, é sobretudo uma: se quisermos ajudar a estabilizar a Guiné-Bissau, a primeira coisa a fazer é ajudar a garantir a constituição de uma força militar multinacional suficiente em volume de efectivos e equipamento, credível em termos de treino, sustentável em termos de orçamento e com um mandato internacional claro.<br />
Não estando em causa vidas de portugueses no imediato - aí não se discutiriam detalhes, deveria chegar-se ao terreno em horas e com as condições possíveis, mesmo com riscos acrescidos - devemos avançar seguindo os padrões (NATO) que bem conhecemos,  aliados fiáveis e não numa qualquer outra modalidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Deixamos propositadamente para o fim mais uma questão, talvez incómoda, da máxima relevância: e quem manda? O país que liderar a força internacional será também certamente o maior contribuinte quer em pessoal e meios quer no esforço financeiro. Independentemente dos aspectos políticos inerentes - e não são poucos, das ligações à Guiné-Bissau à capacidade para reunir apoios internacionais, trazer mais países para o terreno - quem tem os meios militares e o potencial humano capazes de efectuar o comando e controlo deste tipo de força?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Mais uma vez o exemplo da INTERFET nos mostra que a Austrália congregou países da região e alguns com meios e efectivos volumosos como a Nova Zelândia, mas também da Europa (França, Itália, Reino Unido e outros) e das Américas como o Brasil, EUA e Canadá, num total de 22 países.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Portugal - com o apoio claro de Angola o único país que já tem algumas forças no terreno e também do Brasil que também suscitou a questão no Conselho de Segurança e cuja embaixadora chegou a afirmar que em semanas uma força poderia estar no terreno (20ABR12) - tem forçado o processo politico-diplomático e teria capacidade para liderar no campo estritamente militar se houvesse uma grande conjugação de esforços e um forte empenhamento de todos os actores internos. Mas para sermos realistas não nos devemos no entanto esquecer que fomos a &#8220;potência colonial&#8221;, temos vindo a desinvestir nas missões ONU (mantemos a GNR em Timor-Leste mas vamos retirar do Líbano) e NATO (mantemos o Afeganistão, reduzimos no Kosovo e estivemos ausentes da missão na Líbia), mantemos presença muito limitada no tempo nas operações da União Europeia no Índico e simbólica na EUTM - Somália. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Teremos a arte de conjugar mais vontades que aquelas da CPLP para ajudar a pagar o preço de estabilizar a Guiné-Bissau? Ou haverá países melhor colocados para o fazer devendo Portugal assumir um papel mais discreto?<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4896" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/interfet-paises-t.jpg" rel="lightbox[4890]"><img class="size-full wp-image-4896  " title="interfet-paises-t" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/interfet-paises-t.jpg" alt="A INTERFET, liderada pela Austrália, congregou muitos países de vários continentes para estabilizar Timor-leste e abrir, em três meses, caminho a uma força das Nações Unidas. Foto SGT.W.Guthrie." width="614" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">A INTERFET, liderada pela Austrália (sem Portugal no terreno antiga potência colonial) congregou muitos países de vários continentes para estabilizar Timor-Leste e abrir, em três meses, caminho a uma força das Nações Unidas essa sim onde Portugal teve (e tem!) papel de relevo. Um caminho a seguir? (Foto SGT.W.Guthrie).</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Quer ler outros artigos de Opinião sobre esta temática? Clique em:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.operacional.pt/a-crise-na-guine-e-a-capacidade-militar-nacional/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">A CRISE NA GUINÉ E A CAPACIDADE MILITAR NACIONAL</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.operacional.pt/timor-leste-o-sector-portugues-da-untaetpkf/" target="_blank"><span style="font-size: medium;">TIMOR-LESTE, O SECTOR PORTUGUÊS DA UNTAET/PKF</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.operacional.pt/a-libia-os-aliados-e-a-capacidade-militar-nacional/" target="_blank">A LÍBIA, OS ALIADOS E A CAPACIDADE MILITAR NACIONAL</a><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ESPAÇO MEMÓRIA, EM SÃO JACINTO</title>
		<link>http://www.operacional.pt/espaco-memoria-em-sao-jacinto/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 12:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EM DESTAQUE]]></category>

		<category><![CDATA[Espaço Memória]]></category>

		<category><![CDATA[Exército]]></category>

		<category><![CDATA[Força Aérea]]></category>

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		<category><![CDATA[S. Jacinto]]></category>

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		<description><![CDATA[S. Jacinto, entre a Ria de Aveiro e o Oceano Atlântico, é uma pequena povoação e freguesia do Concelho de Aveiro que acolhe unidades militares desde 1918. Nada de invulgar, mas já o será a particularidade, talvez mesmo única no nosso país, de "S. Jacinto Militar" ter começado por ser uma unidade da Marinha, depois da Força Aérea e hoje do Exército. Estivemos no "Espaço Memória" do Regimento de Infantaria n.º 10 e visitamos esta história.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">S. Jacinto, entre a Ria de Aveiro e o Oceano Atlântico, é uma pequena povoação e freguesia do Concelho de Aveiro que acolhe unidades militares desde 1918. Nada de invulgar, mas já o será a particularidade, talvez mesmo única no nosso país, de &#8220;S. Jacinto Militar&#8221; ter começado por ser uma unidade da Marinha, depois da Força Aérea e hoje do Exército.<span id="more-4850"></span></span></p>
<div id="attachment_4854" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-capa-espaco-memoria-copy-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4854  " title="1-capa-espaco-memoria-copy-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-capa-espaco-memoria-copy-copy.jpg" alt="São Jacinto militar tem um passado multifacetado de 94 anos de história que agora pode ser visitado no &quot;Espaço Memória&quot;." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">São Jacinto militar tem um passado multifacetado de 94 anos de história que agora pode ser visitado no &quot;Espaço Memória&quot;.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O &#8220;Espaço Memória&#8221; instalado no Regimento de Infantaria n.º 10, a actual unidade, tem a grande virtude de concentrar num único local, de modo eficaz e com muita dignidade - austera, diga-se, ali não há luxos! - estes quase 100 anos de história militar. Com uma desarmante simplicidade, própria de quem sabe o que faz, em três pequenas salas de um edifício que já conheceu muitos usos, o visitante fica com uma imagem completa do que tem sido a presença militar em S. Jacinto e mesmo a sua repercussão em vários pontos do globo!<br />
A informação base, aquela que mostra de modo cronológico as alterações organizacionais, os eventos, as simbologias heráldicas, os factos marcantes que em S. Jacinto tiveram lugar ano após ano, estão distribuídos por três painéis, um por cada sala, um para cada ramo das Forças Armadas. Ali estão a Marinha e a sua Aviação Naval, a Força Aérea incluindo o Corpo de Tropas Pára-quedistas e o Exército com os Aerotransportados, em boa hora renomeados Pára-quedistas que nunca deixaram de ser, e ainda a memória histórica do Regimento de Infantaria N.º 10, unidade que antes da atribuição desta designação a S. Jacinto por ocasião da chamada &#8220;Transformação&#8221; do Exército em 2004, já tinha longos antecedentes em vários pontos do país.<br />
Não vamos aqui fazer nós a história da presença militar em S. Jacinto e dos factos a ela  associados, isso está bem feito neste &#8220;Espaço Memória&#8221; e merece uma visita. Vamos apenas descrever sumariamente o que vimos.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4855" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-dsc_5811-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4855 " title="2-dsc_5811-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-dsc_5811-m-sjacinto-copy.jpg" alt="O edificio do &quot;Espaço Memória&quot; (ao centro) está bem perto da porta-de-armas da unidade e pretende-se que este seja mais um ponto de atracção turistica de S. Jacinto. Como é sabido, hoje em dia, o chamado &quot;turismo militar&quot; é um segmento com muito potencial de crescimento." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O edifício do &quot;Espaço Memória&quot; (ao centro) está bem perto da porta-de-armas da unidade e pretende-se que este seja mais um ponto de atracção turística de S. Jacinto. Como é sabido, hoje em dia, o chamado &quot;turismo militar&quot; é um segmento com muito potencial de crescimento.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Desde logo a implantação &#8220;geográfica&#8221; do local, bem perto da porta-de-armas facilitando o acesso de visitantes vindos do exterior, mas também de vários &#8220;pontos de interesse&#8221; histórico-cultural. A capela da unidade, o monumento aos mortos da unidade, o FTB cedido pelo Museu do Ar, mas também àquilo que ano após ano se vem tornando o novo &#8220;centro da unidade&#8221;, a parada junto ao mastro da Bandeira Nacional/Casa da Guarda.<br />
O edifício foi recuperado, parte ainda está nesse processo, e quer no exterior quer no interior está o mais simples possível e com o essencial para ser funcional.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4856" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/3-dsc_5627-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4856 " title="3-dsc_5627-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/3-dsc_5627-m-sjacinto-copy.jpg" alt="A obra emblemática da unidade, da autoria de Keil do Amaral, domina esta entrada. Em cima, 3 das excelentes imagens de Miguel Amaral que muito enriquecem este espaço." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A obra emblemática da unidade, da autoria de Keil do Amaral, domina esta entrada. Em cima, 3 das excelentes imagens de Miguel Amaral que muito enriquecem este espaço.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O &#8220;Espaço Memória&#8221; é composto por uma sala ampla, com poucas peças, propositadamente, disponibilizando espaço para actividades que ali se queiram fazer ou mesmo para concentrar visitantes para ouvir um guia, por exemplo. É dominada pela fotografia em grandes dimensões da Torre de Controlo da Base Aérea, obra de Keil do Amaral que para muitos foi e é o ex-libris da unidade, hoje ocupada pelo comando e estado-maior do 2.º Batalhão de Infantaria Pára-quedista.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Segue-se a sala dedicada à Aviação Naval, que inclui além do painel cronológico, um conjunto de ilustrações de <a href="http://templarsquadron.blogspot.pt/" target="_blank">Miguel Amaral</a> com todas as aeronaves usadas pela Marinha, peças de pequenas dimensões das mais diversas, um ponto multimédia e, chamando a atenção, uma curiosa estrutura que simula um hidroavião &#8220;Grumman&#8221; e serve a dois tempos para mostrar a simbologia usada nas aeronaves e, pela porta, passar para a outra sala, a dedicada à Força Aérea.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4857" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-dsc_5707-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4857 " title="4-dsc_5707-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-dsc_5707-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Cópias dos docuemntos originais que oficializaram a entrega (venda!) pela aviação naval francesa a Portugal dos materiais e instalações de S. Jacinto." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Cópias dos documentos originais que oficializaram a entrega (venda!) pela aviação naval francesa a Portugal dos materiais e instalações de S. Jacinto.</p></div>
<div id="attachment_4858" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-dsc_5685-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4858 " title="5-dsc_5685-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-dsc_5685-m-sjacinto-copy.jpg" alt="É sempre muito interessante ver de perto os equipamentos que os pioneiros da aviação usavam nas suas máquinas voadaoras." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">É sempre muito interessante ver de perto os equipamentos que os pioneiros da aviação usavam nas suas máquinas voadoras...</p></div>
<div id="attachment_4859" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/6-dsc_5686-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4859 " title="6-dsc_5686-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/6-dsc_5686-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Bem assim como os utensilios usados na manutenção das aeronaves!" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">...bem assim como os utensílios usados na manutenção das aeronaves!</p></div>
<div id="attachment_4860" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/7-dsc_5663-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4860 " title="7-dsc_5663-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/7-dsc_5663-m-sjacinto-copy.jpg" alt="A &quot;fuselagem&quot; e &quot;asa&quot; é uma contrução que remete para os hidroaviões metálicos &quot;Grumman&quot; que foram usados pela Marinha (Escola de Aviação Naval Almirante Gago Coutinho) em S. Jacinto" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A &quot;fuselagem&quot; e &quot;asa&quot; é uma construção que remete para os hidroaviões metálicos &quot;Grumman&quot; que foram usados pela Marinha (Escola de Aviação Naval Almirante Gago Coutinho) em S. Jacinto.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Já &#8220;deste lado&#8221; estamos perante réplica da porta de um C-130. Foi uma excelente ideia, bem concretizada, e não há para-quedista que ali passe que não sinta a tentação de fazer a &#8220;posição à porta&#8221;. A cereja em cima do bolo serão as luzes (verde/vermelho)!<br />
Esta sala tem vários elementos de interesse dos quais destacamos, um hélice de T-6 que já esteve num restaurante em S. Jacinto, foi vendida e agora regressou à Base e foi pintada com as cores originais, o conjunto de (réplicas) de todos os Guiões usados pelas diferentes unidades e sub-unidades que aqui estiveram desde que a Força Aérea substituiu a Marinha em S. Jacinto e um conjunto de pára-quedas dorsais e ventrais, usados no período em que os &#8220;páras&#8221; ali estiveram. Também tem um ponto multimédia e outros elementos alusivos quer aos aviões quer aos pára-quedistas.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 418px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/8-dsc_5678-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4861 " title="8-dsc_5678-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/8-dsc_5678-m-sjacinto-copy.jpg" alt="O &quot;lado Força Aérea&quot; do &quot;Grumman&quot; com uma aproximação à porta de um C-130." width="408" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">O &quot;lado Força Aérea&quot; com uma aproximação à porta de um &quot;Hércules&quot; C-130, avião que muito diz aos pára-quedistas.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4862" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/9-dsc_5639-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4862 " title="9-dsc_5639-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/9-dsc_5639-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Em primeiro plano os Guiões Heráldicos que fizeram história em S. Jacinto e em segundo plano uma hélice de T-6, pintada com as suas cores originais ao tempo da estadia destes aviões nestas paragens." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Em primeiro plano os Guiões Heráldicos que fizeram história em S. Jacinto e em segundo plano uma hélice de T-6, pintada com as suas cores originais ao tempo da estadia destes aviões nestas paragens.</p></div>
<div id="attachment_4863" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/10-dsc_5674-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4863 " title="10-dsc_5674-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/10-dsc_5674-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Computador? Aparelho de navegação aérea para instrução que resolvia (1950) os principais cáculos de navegação aérea, navegação visual e estimada!" width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Computador? Aparelho de navegação aérea para instrução que resolvia (1950) os principais cálculos de navegação aérea, navegação visual e estimada!</p></div>
<div id="attachment_4864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/11-dsc_5681-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4864 " title="11-dsc_5681-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/11-dsc_5681-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Painel dedicado à Força Aérea. Há outro para a Marinha e Exército e contêm um enorme e rigoroso manacial de informação. Muito mais do que parece à primeira vista." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Painel dedicado à Força Aérea. Há outro para a Marinha e Exército e contêm um enorme e rigoroso manancial de informação. Muito mais do que parece à primeira vista.</p></div>
<div id="attachment_4865" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/12-dsc_5640-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4865 " title="12-dsc_5640-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/12-dsc_5640-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Os pára-quedas automáticos (dorsais) e os reservas (ventrais) que foram usados em S. Jacinto pelos pára-quedistas nesta zona de saltos bem singular (e bonita!) mas com alguns riscos. Em segundo plano um &quot;pára&quot; na &quot;saída à porta&quot; e um ponto multimédia bem curioso (porta de avião!)." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os pára-quedas automáticos (dorsais) e os reservas (ventrais) que foram usados em S. Jacinto pelos pára-quedistas nesta zona de saltos bem singular (e bonita!) mas com alguns riscos. Em segundo plano um &quot;pára&quot; na &quot;saída à porta&quot; e um ponto vídeo bem curioso (porta de avião!).</p></div>
<div id="attachment_4866" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-dsc_5673-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4866 " title="13-dsc_5673-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-dsc_5673-m-sjacinto-copy.jpg" alt="mais três ilustrações de Miguel Amaral (Templar Squadron), feitas propositadamente para este Espaço Memória." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Mais três ilustrações de Miguel Amaral (Templar Squadron), feitas propositadamente para este Espaço Memória.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">E de novo estamos na sala da entrada com uma nota muito especial para um simples mas significativo memorial aos militares mortos nas missões de apoio à paz e humanitárias. Nunca é demais recordar que o primeiro militar português a morrer nesta missões foi o <a href="http://www.operacional.pt/militares-portugueses-mortos-em-missoes-de-paz-e-humanitarias-desde-1992/" target="_blank">Soldado Pára-quedista Fernando Sérgio da Silva Teixeira, do Batalhão de Pára-quedistas 21, em 20 de Novembro de 1992</a>. Também nesta sala, o painel cronológico alusivo ao Exército, <a href="http://www.operacional.pt/novos-contingentes-para-kosovo-e-afeganistao/" target="_blank">dominado pelas missões expedicionárias que os militares de S. Jacinto têm levado a cabo desde 1996</a> e&#8230;são muitas. O 2.º BIPara aliás deve ser das unidades, senão a unidade, das Forças Armadas Portuguesas que mais missões destas cumpriu.<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4867" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/14-dsc_5623-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4867 " title="14-dsc_5623-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/14-dsc_5623-m-sjacinto-copy.jpg" alt="O Coronel Pára-quedista Nuno Cardoso, comandante do RI 10, junto ao painel do Exército. Recusa protagonismo - vi-me aflito para o fotografar! - e remete-nos para os oficiais, sargentos, praças e civis da unidade que colocaram o projecto neste ponto." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">O Coronel Pára-quedista Nuno Cardoso, comandante do RI 10, junto ao painel do Exército. Recusa protagonismo - vi-me aflito para o fotografar! - e remete-nos para os oficiais, sargentos, praças e civis da unidade ( e as entidades exteriores, civis, da Marinha, Exército e Força Aérea) que colocaram o projecto neste ponto.</p></div>
<div id="attachment_4868" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/15-dsc_5652-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4868 " title="15-dsc_5652-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/15-dsc_5652-m-sjacinto-copy.jpg" alt="A participação de S. Jacinto na Missão ISAF no Afeagnistão também já aqui é lembrada." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A participação de S. Jacinto na Missão ISAF no Afeganistão também já aqui é lembrada.</p></div>
<div id="attachment_4869" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/16-dsc_5631-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4869 " title="16-dsc_5631-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/16-dsc_5631-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Os pára-quedistas de S. Jacinto têm pago o &quot;preço do sangue&quot; nestas missões de Apoio à Paz e Humanitárias. As missões em S. Tomé e Principe e Angola, Timor e Afeganistão deixaram aqui a sua dose de dor. Não os esquecemos!" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os pára-quedistas de S. Jacinto têm pago o &quot;preço do sangue&quot; nestas missões ditas de Apoio à Paz e Humanitárias. As missões em S. Tomé e Príncipe e Angola, Timor e Afeganistão deixaram aqui a sua dose de dor. Não os esquecemos!</p></div>
<div id="attachment_4870" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/17-dsc_5695-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4870 " title="17-dsc_5695-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/17-dsc_5695-m-sjacinto-copy.jpg" alt="E bem assim como com os &quot;anteriores Regimentos de Infantaria 10&quot;. As placas em fundo, réplicas (em cima) de uma colocada no anterior Batalhão de Infantaria de Aveiro e (em baixo) no Castelo de Bragança." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">E bem assim como com os &quot;anteriores Regimentos de Infantaria 10&quot;. As placas em fundo, réplicas (em cima) de uma colocada no anterior Batalhão de Infantaria de Aveiro e (em baixo) no Castelo de Bragança, lembram mortos na Guerra do Ultramar e na Grande Guerra.</p></div>
<div id="attachment_4871" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/18-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4871 " title="18-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/18-m-sjacinto-copy.jpg" alt="O Reims-Cessna FTB-337G oferecido pelo Museu do Ar está, junto ao Espaço memória mas vai ficar em definitivio junto à entrada da unidade." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O Reims-Cessna FTB-337G oferecido pelo Museu do Ar está junto ao Espaço Memória mas vai ficar em definitivo junto à entrada da unidade.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Já no exterior, ainda sem suporte nem lugar definitivos, um FTB 337-G, afectuosamente conhecido por &#8220;puxa-empurra&#8221; pela disposição dos seus dois motores, oferecido recentemente pelo Museu do Ar. Aeronave muito significativa para S. Jacinto e que aqui se manteve até à saída da Força Aérea da península.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Muito há aqui para ver, bastantes detalhes e informação bem interessante e rigorosa. Pode não parecer mas a investigação e recolha de elementos foi trabalho de anos. Valeu a pena!<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">E, por fim, um aspecto que certamente passará despercebido aos mais novos mas que é um sinal do espírito muito especial, &#8220;de S. Jacinto&#8221;, que vem de longe. Tremeu por altura da polémica transferência de ramo nos anos 90 do século XX, por força de diferentes senão mesmo opostas idiossincrasias em presença, mas está afinal bem vivo. Nada mais do que o hábito de honrar os que nos antecederam, sem distinções quanto às cores dos uniformes. Se nos tempos da Força Aérea e Corpo de Tropas Pára-quedistas sempre ali se lembraram os pioneiros da Marinha, também hoje os Pára-quedistas do Exército pegam em todo o legado de &#8220;S. Jacinto Militar&#8221;, assumem-no como seu independentemente da sua origem, e divulgam-no. Bem hajam!</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4872" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/19-dsc_5824-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4872 " title="19-dsc_5824-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/19-dsc_5824-m-sjacinto-copy.jpg" alt="A Aviação Naval sempre foi recordada em S. Jacinto e regularmente militares que ainda serviram nesta componnete da Marinha visitavam S. Jacinto para honrar essa memória." width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">A Aviação Naval sempre foi recordada em S. Jacinto e regularmente militares que ainda serviram nesta componente da Marinha visitavam S. Jacinto para honrar essa memória.</p></div>
<div id="attachment_4873" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/20-dsc_5795-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4873 " title="20-dsc_5795-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/20-dsc_5795-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Os pára-quedistas hoje do Exército não esquecem os seus heróis na guerra do ultramar, quando estavam na Força Aérea e a sua &quot;casa-mãe&quot;, Tancos." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Os pára-quedistas hoje do Exército não esquecem os seus heróis na guerra do ultramar, quando estavam na Força Aérea e a sua &quot;casa-mãe&quot;, Tancos.</p></div>
<div id="attachment_4874" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/21-dsc_5747-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4874 " title="21-dsc_5747-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/21-dsc_5747-m-sjacinto-copy.jpg" alt="Este edificio já teve várias utilizações, quer na Força Aérea quer no Exército e essas memórias vão ficando. Também assim se cultiva o espirito de corpo que tão necessário é em tempos dificeis. Na guerra como na paz." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Este edifício já teve várias utilizações, quer na Força Aérea quer no Exército e essas memórias vão ficando. Também assim se cultiva o espírito de corpo que tão necessário é em tempos difíceis.</p></div>
<div id="attachment_4875" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/22-dsc_5815-m-sjacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4875 " title="22-dsc_5815-m-sjacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/22-dsc_5815-m-sjacinto-copy.jpg" alt="O monumento com o pára-quedista &quot;Em posição&quot;, é sem dúvida uma das imagens de marca da unidade. Construído em 1994 é da autoria de Libertário Alves Ferreira. Ali estão incritos os nomes dos mortos da unidade desde a chegada dos pára-quedistas a S. Jacinto." width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">O monumento com o pára-quedista &quot;Em posição&quot;, é sem dúvida uma das imagens de marca da unidade. Construído em 1994 é da autoria de Libertário Alves Ferreira. Ali estão inscritos os nomes dos mortos da unidade desde a chegada dos pára-quedistas a S. Jacinto em 1977.</p></div>
<div id="attachment_4876" class="wp-caption aligncenter" style="width: 583px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/23-s-jacinto-copy.jpg" rel="lightbox[4850]"><img class="size-full wp-image-4876 " title="23-s-jacinto-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/23-s-jacinto-copy.jpg" alt="Entre o Atlântico e a Ria de Aveiro, S. Jacinto militar, o Regimento de Infantaria N.º 10. Em breve, escolas, empresas e associações que procuram a unidade para ali efectuarem diferentes actividades, têm agora no &quot;Espaço Memória&quot; mais um motivo de interesse." width="573" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Entre o Atlântico e a Ria de Aveiro, S. Jacinto militar, o Regimento de Infantaria N.º 10. Escolas, empresas e associações que procuram a unidade para ali efectuarem diferentes actividades, têm agora no &quot;Espaço Memória&quot; mais um motivo de interesse.</p></div>
<p><center><br />
Veja aqui, no canal Youtube do &#8220;Operacional&#8221;, um pequeno filme deste &#8220;Espaço Memória&#8221;:<br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/1woS_2zQ6os?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
</center><br />
_____________________________________________________________________________________________________</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.operacional.pt/espaco-memoria-em-sao-jacinto/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>CERIMÓNIA DE IMPOSIÇÃO DO DISTINTIVO DE QUALIFICAÇÃO DE «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO»</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 13:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carmo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[01. NOTÍCIAS]]></category>

		<category><![CDATA[paraquedismo; paraquedista; distintivo; ETP; BETP; escola; instrutor]]></category>

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		<description><![CDATA[No passado dia 12 de Abril p.p. realizou-se, na Escola de Tropas Paraquedistas (ETP), em Tancos, uma cerimónia simbólica mas com um significado muito especial para todos os instrutores de paraquedismo militar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">No passado dia 12 de Abril p.p. realizou-se, na Escola de Tropas Paraquedistas (ETP), em Tancos, uma cerimónia simbólica mas com um significado muito especial para todos os instrutores de paraquedismo militar.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Primeiro agente no processo formativo e alma nesta singular instituição de ensino militar, o INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO vê, assim, de forma modesta mas digna, materializado um &#8220;velho sonho&#8221; de muitas gerações de instrutores: ter um distintivo que identifique, caraterize e valorize a sua missão específica.<span id="more-4853"></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Presidida pelo 2º Comandante da Brigada de Reação Rápida (BRR), Coronel Tirocinado Paraquedista Carlos Perestrelo, a cerimónia desenrolou-se na parada <em>Alferes Paraquedista Mota da Costa</em> do Batalhão de Formação (BF) onde estiveram presentes &#8220;instrutores de paraquedismo&#8221; em serviço na ETP, Regimento de Infantaria 10 (RI-10), Regimento de Infantaria 15 (RI-15) e Unidade de Aviação Ligeira do Exército (UALE).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Perante esta formatura, o Comandante da ETP, Coronel Paraquedista José Duarte Costa proferiu uma alocução.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Seguiu-se uma leitura sobre a simbologia heráldica do distintivo de INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO, e de imediato procedeu-se à sua imposição a todos os presentes em formatura.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Encerrou-se a cerimónia.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Alfredo Serrano Rosa</strong> marcou presença e registou para a posteridade alguns flagrantes deste momento singular na história das TROPAS PARAQUEDISTAS PORTUGUESAS.</span></span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4878" class="wp-caption aligncenter" style="width: 285px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/15-etp-distintivo-inst-paraq.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4878  " title="15-etp-distintivo-inst-paraq" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/15-etp-distintivo-inst-paraq.jpg" alt="O distintivo de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO» foi aprovado oficialmente pelo Despacho Nº166/CEME/11." width="275" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">O distintivo de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO» foi aprovado oficialmente pelo Despacho Nº166/CEME/11.</p></div>
<div id="attachment_4879" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-etp.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4879 " title="1-etp" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-etp.jpg" alt="A cerimónia de imposição do distintivo de qualificação de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO» foi presidida pelo 2º Comandante da BRR, Coronel Tirocinado Paraquedista CARLOS PERESTRELO." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A cerimónia de imposição do distintivo de qualificação de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO» foi presidida pelo 2º Comandante da BRR, Coronel Tirocinado Paraquedista CARLOS PERESTRELO.</p></div>
<div id="attachment_4880" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-etp-1.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4880  " title="2-etp-1" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-etp-1.jpg" alt="A parada &quot;Alferes Paraquedista Mota da Costa&quot; do Batalhão de Formação da ETP testemunhou mais um momento singular da história das Tropas Paraquedistas Portuguesas." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A parada &quot;Alferes Paraquedista Mota da Costa&quot; do Batalhão de Formação da ETP foi testemunha de mais um momento singular da história das Tropas Paraquedistas Portuguesas.</p></div>
<div id="attachment_4881" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/6-etp-6.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4881  " title="6-etp-6" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/6-etp-6.jpg" alt="O Coronel Paraquedista JOSÉ DUARTE COSTA vai proceder à imposição do distintivo ao Sargento-Chefe Paraquedista ANTÓNIO LOPES." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">O Coronel Paraquedista JOSÉ DUARTE COSTA, Comandante da ETP, procedeu à imposição do distintivo ao Sargento-Chefe Paraquedista ANTÓNIO LOPES.</p></div>
<div id="attachment_4882" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-etp-3.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4882  " title="4-etp-3" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-etp-3.jpg" alt="Imposição do distintivo «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO» ao Coronel Tirocinado Paraquedista CARLOS PERESTRELO." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Imposição do distintivo de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO» ao Coronel Tirocinado Paraquedista CARLOS PERESTRELO.</p></div>
<div id="attachment_4883" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/7-etp-7.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4883 " title="7-etp-7" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/7-etp-7.jpg" alt="O Tenente-Coronel Paraquedista PIRES após imposição do distintivo pelo Sargento-Chefe Paraquedista ANTÓNIO LOPES." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">O Tenente-Coronel Paraquedista PIRES após imposição do distintivo pelo Sargento-Chefe Paraquedista ANTÓNIO LOPES.</p></div>
<div id="attachment_4884" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/9-etp-9.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4884 " title="9-etp-9" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/9-etp-9.jpg" alt="Um oficial é saudado pelo Tenente-Coronel Paraquedista HENRIQUES após imposição do distintivo." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Um oficial é saudado pelo Tenente-Coronel Paraquedista HENRIQUES após imposição do distintivo.</p></div>
<div id="attachment_4885" class="wp-caption aligncenter" style="width: 418px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-etp-5.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4885 " title="13-etp-5" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-etp-5.jpg" alt="Sargento-Ajudante Paraquedista FERNANDES." width="408" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Sargento-Ajudante Paraquedista FERNANDES.</p></div>
<div id="attachment_4886" class="wp-caption aligncenter" style="width: 408px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/12-etp-5.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4886 " title="12-etp-5" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/12-etp-5.jpg" alt="Sargento-Ajudante Paraquedista RAMOS." width="398" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Sargento-Ajudante Paraquedista RAMOS.</p></div>
<div id="attachment_4887" class="wp-caption aligncenter" style="width: 418px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/14-etp-5.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4887  " title="14-etp-5" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/14-etp-5.jpg" alt="A Primeiro-Sargento Paraquedista ROSA foi a primeira mulher militar a frequentar e concluir com êxito o Curso de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO»." width="408" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">A Primeiro-Sargento Paraquedista ROSA foi a primeira mulher militar a frequentar e concluir com êxito o Curso de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO».</p></div>
<div id="attachment_4888" class="wp-caption aligncenter" style="width: 408px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/11-etp-5.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4888 " title="11-etp-5" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/11-etp-5.jpg" alt="O Sargento-Mor Paraquedista PINTO do Regimento de Infantaria 10." width="398" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">O Sargento-Mor Paraquedista PINTO do Regimento de Infantaria 10.</p></div>
<div id="attachment_4889" class="wp-caption aligncenter" style="width: 418px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-etp-5.jpg" rel="lightbox[4853]"><img class="size-full wp-image-4889 " title="5-etp-5" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-etp-5.jpg" alt="O Coronel Tirocinado Paraquedista PERESTRELO, 2º Comandante da Brigada de Reação Rápida (BRR)." width="408" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">O Coronel Tirocinado Paraquedista PERESTRELO, 2º Comandante da Brigada de Reação Rápida (BRR).</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>SIMBOLOGIA HERÁLDICA DO DISTINTIVO DE QUALIFICAÇÃO DO CURSO DE «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO»</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-4877" title="etp-distintivoinstrutorparaquedismosimbolos1" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/etp-distintivoinstrutorparaquedismosimbolos1.jpg" alt="etp-distintivoinstrutorparaquedismosimbolos1" width="216" height="289" /><br />
</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>DESCRIÇÃO</strong>:</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- Uma calote de um paraquedas convencional de abertura automática, aberta; ao centro, entre os cordões de suspensão uma espada antiga em pala com meio-voo, à sinistra, sustida por dois ramos de louros, à sinistra e à destra, tudo de prata.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>SIMBOLOGIA E ALUSÃO DAS PEÇAS</strong>:</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- A <strong>CALOTE</strong> convencional do paraquedas aberta é o símbolo falante das Tropas Paraquedistas;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- A <strong>ESPADA</strong> antiga, entre os cordões de suspensão da calote convencional do paraquedas, afirma o caráter castrense do ensino aeroterrestre na ESCOLA DE TROPAS PARAQUEDISTAS, e demonstra a importância da instrução técnica e do INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO, cuja missão é transformar em &#8220;soldados da terceira dimensão&#8221;, os homens que lhe são confiados;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- Os <strong>RAMOS DE LOUROS</strong>, por serem dois, simbolizam o mérito técnico e físico do Curso de «INSTRUTOR DE PARAQUEDISMO»;</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- <strong>O MEIO-VOO</strong> faz alusão à capacidade de as forças paraquedistas serem transportadas rapidamente e de serem lançadas na retaguarda das linhas inimigas, desembarcadas no objetivo e/ou nas suas proximidades.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>OS ESMALTES SIGNIFICAM:</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- A<strong> PRATA, </strong>humildade e integridade.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.operacional.pt/cerimonia-de-imposicao-do-distintivo-de-qualificacao-de-%c2%abinstrutor-de-paraquedismo%c2%bb/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>VISITA AO “DE RUYTER”</title>
		<link>http://www.operacional.pt/visita-ao-%e2%80%9cde-ruyter%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/visita-ao-%e2%80%9cde-ruyter%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 19:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EM DESTAQUE]]></category>

		<category><![CDATA[De Ruyter]]></category>

		<category><![CDATA[De Zeven Provinciën]]></category>

		<category><![CDATA[Fragata]]></category>

		<category><![CDATA[Koninklijke Marine]]></category>

		<category><![CDATA[Marinha]]></category>

		<category><![CDATA[SNMG1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.operacional.pt/?p=4828</guid>
		<description><![CDATA[Em 7 e 8 de Abril de 2012 dois navios do "Standing NATO Maritime Group One" (SNMG1), estiveram abertos ao público em Lisboa e nós também aproveitamos para uma curta visita. Começamos pelo "De Ruyter" uma das 4 fragatas de Comando e Defesa Aérea da "Koninklijke Marine" a Real Marinha Holandesa, pertencente à classe "De Zeven Provinciën". Entraram ao serviço entre 2001 e 2005 e são as mais modernas desta Marinha aliada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O Porto de Lisboa recebe frequentemente navios de guerra estrangeiros e raras são as vezes que estes não estão disponíveis para receber visitas. Em 7 e 8 de Abril de 2012 dois navios do &#8220;Standing NATO Maritime Group One&#8221; (SNMG1), estiveram abertos ao público e nós também aproveitamos para uma curta visita. Começamos pelo &#8220;De Ruyter&#8221;.<span id="more-4828"></span></span></p>
<div id="attachment_4829" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4829 " title="1-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/1-de-ruyter.jpg" alt="O HNLMS De Ruyter, navio almirante do Standing NATO Maritime Group One esteve em Lisboa e o Operacional foi um dos muitos visitantes que o quiseram ver." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O HNLMS De Ruyter, navio almirante do Standing NATO Maritime Group One esteve em Lisboa e o Operacional foi um dos muitos visitantes que o quiseram ver.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O &#8220;De Ruyter&#8221; é uma das 4 Fragatas de <em>Comando e Defesa Aérea</em> da &#8220;Koninklijke Marine&#8221;, a Real Marinha Holandesa, pertencente à classe &#8220;De Zeven Provinciën&#8221;. Entraram ao serviço entre 2001 e 2005 (a &#8220;De Ruyter&#8221; em 2004) e são as mais modernas desta marinha a qual ainda mantém 2 &#8220;M, &#8220;Multipurpose&#8221;, (ou &#8220;Karel Doorman&#8221;), as que restaram das 8 originais desta classe.<br />
Só a título de curiosidade aqui fica um pouco da história destas &#8220;M&#8221; uma vez que a Marinha Portuguesa também tem duas no seu efectivo: em 2005 e 2007 a Holanda vendeu duas ao Chile (&#8221;Abraham Van Der Hulst&#8221;, agora &#8220;Almirante Blanco Encalada&#8221; e  &#8220;Tjerk Hiddes&#8221;, agora &#8220;Almirante Riveros&#8221;) em 2007 e 2008 duas à Bélgica (&#8221;Karel Doorman&#8221;, agora &#8220;Leopold I&#8221; e &#8220;Willem van der Zaan&#8221;, agora  &#8220;Louise-Marie) e em 2009 e 2010, duas a Portugal (&#8221;Van Nes&#8221;, agora &#8220;Bartolomeu Dias&#8221;  e &#8220;Van Galen&#8221;, agora &#8220;D. Francisco de Almeida&#8221;. Restam assim as &#8220;Van Amstel&#8221; e &#8220;Van Spejk&#8221;, estando no entanto a Marinha Holandesa já a estudar os navios que as irão substituir por volta de 2023-2024.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4830" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4830 " title="2-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/2-de-ruyter.jpg" alt="O navio tem 144m de comprimento, um deslocamento de 6.048 toneladas e velocidade máxima de 30 nós." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O navio tem 144 metros  de comprimento, um deslocamento de 6.048 toneladas e velocidade máxima de 30 nós.</p></div>
<div id="attachment_4831" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/3-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4831  " title="3-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/3-de-ruyter.jpg" alt="Para dar uma ideia comparativa com as nossas “Vasco da Gama”, isto são, respectivamente, mais 30 metros de comprimento e mais 2.848 toneladas de deslocamento." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Para dar uma ideia comparativa com as nossas “Vasco da Gama”, as &quot;De Zeven Provinciën&quot; têm, respectivamente, mais 30 metros de comprimento e mais 2.848 toneladas de deslocamento.</p></div>
<div id="attachment_4832" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4832 " title="4-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/4-de-ruyter.jpg" alt="Havia alguns cuidados de segurança, nomeadamente a não autorização para transporte de mochilas/sacos, mas podia-se fotografar &quot;à vontade&quot;, sendo certo que o circuito da visita era limitado." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Havia alguns cuidados de segurança, nomeadamente a não autorização para transporte de mochilas/sacos, mas podia-se fotografar &quot;à vontade&quot;, sendo certo que o circuito da visita era limitado.</p></div>
<div id="attachment_4833" class="wp-caption aligncenter" style="width: 418px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/8-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4833 " title="8-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/8-de-ruyter.jpg" alt="Neste tipo de navios com caracteristicas “stealth” há cada vez menos áreas em que se “anda ao ar livre”! " width="408" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Neste tipo de navios com características “stealth” há cada vez menos áreas em que se “anda ao ar livre”! </p></div>
<div id="attachment_4834" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4834 " title="5-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/5-de-ruyter.jpg" alt="O convés de voo apto apto a receber o NH90 (NATO Frigate Helicopter, como é conhecida a sua versão naval), pesa cerca do dobro do Lynx que a Marinha Holandesa também usa." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O convés de voo apto apto a receber o NH90 (NFH - NATO Frigate Helicopter, como é conhecida a sua versão naval), pesa cerca do dobro do Lynx que a Marinha Holandesa também utiliza nestas ou em outras fragatas.</p></div>
<div id="attachment_4835" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/6-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4835 " title="6-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/6-de-ruyter.jpg" alt="O Goalkeeper, que usa um sistema &quot;gatling&quot; de 30mm (os canos - 7 - estão cobertos na fotografia). O navio tem duas destas armas, esta por cima do hangar do heli e outra por cima da ponte. Trata-se de uma arma de defesa próxima, da Thales, automatizada, com capacidadede de vigilância, detecção e destruição de alvos." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O Thales Goalkeeper, tipo &quot;gatling&quot; de 30mm (os canos - 7 - estão cobertos na fotografia). O navio tem duas destas armas, uma (a da foto) por cima do hangar do heli e outra por cima da ponte. Destina-se a defesa próxima, completamente autónomo e automatizado, com capacidade de vigilância, detecção e destruição de alvos.</p></div>
<div id="attachment_4836" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/7-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4836 " title="7-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/7-de-ruyter.jpg" alt="Infelizmente o NH-90 não estava embarcado..." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Infelizmente o NH-90 não estava embarcado...</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Mas voltando à &#8220;De Ruyter&#8221; (classe &#8220;De Zeven Provinciën&#8221;), o navio que neste momento comanda a SNMG1 - vem embarcado o comandante da força, o comodoro holandês Ben Bekkering - e passa por Lisboa no âmbito da operação &#8220;Active Endeavour&#8221; (OAE). Trata-se genericamente de uma operação da NATO, iniciada em 2001, e na qual se desenvolvem acções de combate ao terrorismo e de recolha de informações tendo em vista o seguro uso do mar. Portugal participa (participava?) regularmente na OAE quer com fragatas da Marinha quer com aviões P-3 da Força Aérea.<br />
Este navio holandês, no comando da SNMG1 (composta também pelos &#8220;Rheinland Pfalz&#8221; da Alemanha, &#8220;Charlottetown&#8221; do Canadá e &#8220;Álvaro de Bazan&#8221; de Espanha), escalou Lisboa no regresso do Mediterrâneo onde ainda há poucos dias efectuou exercícios com o porta-aviões USS Enterprise, e antes, levado a cabo outra série de exercícios na região de Creta, onde se simulou o combate contra alvos aéreos e navais em simultâneo, com o emprego de armas ligeiras, lança-granadas, misseis e canhões de tiro rápido.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A visita decorreu com o navio atracado no Terminal de Passageiros de Santa Apolónia, a jusante do Jardim do Tabaco, e havia grande afluência de público: o assunto interessa a muita gente! Como se calcula nestas ocasiões não há possibilidade de ver grandes detalhes do navio, nomeadamente do seu interior. Assim o que fizemos foi um &#8220;circuito turístico&#8221; onde se tomou contacto com os principais sistemas de armas. É isso que as fotos ilustram como não podia deixar de ser. Mostramos o que vimos, deixamos alguns dados genéricos fornecidos no navio que podem interessar e assinalamos alguns detalhes.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">O &#8220;HNLMS De Ruyter&#8221; (&#8221;HNLMS&#8221; significa His/Her Netherlands Majesty&#8217;s Ship, ou em holandês/dutch &#8220;Hr. Ms&#8221;. É o equivalente ao nosso NRP - Navio da República Portuguesa), assim como os outros navios da classe, os HNLMS De Zeven Provinciën, HNLMS Evertsen e HNLMS Tromp, são fragatas que têm, segundo a Marinha Holandesa, duas importantes missões: a de &#8220;Comando&#8221;, no sentido de ter a capacidade de dirigir as operações de outras unidades/forças; a de &#8220;Defesa Aérea&#8221; porque está equipada com meios que o permitem, garantindo a protecção a uma esquadra. No entanto esta designação &#8220;defesa aérea&#8221; pode induzir em erro porque, como se verá pelas imagens - e pela curta descrição acima feita de um exercício - o navio dispõe de sistemas de detecção, seguimento e armas, capazes de destruir alvos nas diferentes dimensões.<br />
A tecnologia &#8220;stealth&#8221; é uma das mais evidentes características destes navios, o formato e ângulos da sua estrutura, havendo cada vez menos áreas em que se &#8220;anda ao ar livre&#8221;! </span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4837" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/9-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4837 " title="9-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/9-de-ruyter.jpg" alt="O navio visto de estibordo. Podem notar-se  (da direita) o sistema Thales APAR (active phased array) radar multifunções, 4 contentores para lançamento misseis Harpoon, o guincho operar semirigido." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">O navio visto de estibordo. Podem notar-se  (da direita) o sistema Thales APAR (active phased array) radar multifunções, 4 contentores para lançamento misseis Harpoon,a grua para operar semi-rigido.</p></div>
<div id="attachment_4838" class="wp-caption aligncenter" style="width: 418px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/10-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4838 " title="10-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/10-de-ruyter.jpg" alt="4 dos 8 contentores para lançamento misseis anti-navio &quot;Harpoon&quot;." width="408" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe dos reparos para lançamento misseis anti-navio &quot;Harpoon&quot;. Pode ver-se ainda o &quot;terminal PROBE&quot; (coberto por lona) para reabastecimento no mar.</p></div>
<div id="attachment_4839" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/12-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4839 " title="12-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/12-de-ruyter.jpg" alt="Em primeiro plano a peça de 127mm e ao fundo a ponte de comando e o sistema APAR que é caracteristicos destes navios e de outros semelhantes que adoptaram o mesmo sistema radar." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Em primeiro plano a peça de 127mm e ao fundo a ponte de comando e o APAR que é característico destes navios mas também de outros (alemães - classe Sachsen - por exemplo) que adoptaram o mesmo sistema radar.</p></div>
<div id="attachment_4840" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/11-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4840 " title="11-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/11-de-ruyter.jpg" alt="A peça é uma &quot;Oto Breda&quot; 127/54 para alvos terrestres e navais, calibre 127mm, cadência de tiro máxima de 40 tiros por minuto e que pode atingir alvos até 30 quilómetros de distância." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A peça é uma &quot;Oto Breda&quot; 127/54 para alvos terrestres e navais, calibre 127mm, cadência de tiro máxima de 40 tiros por minuto e que pode atingir alvos até 30 quilómetros de distância.</p></div>
<div id="attachment_4841" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4841 " title="13-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/13-de-ruyter.jpg" alt="VLS Vertical Launch System (VLS) para mísseis composto por 5 módulos de 8 células de lançamento. Cada célula pode alojar 1 ou 8 misseis, consoante este for &quot;Standart&quot; ou &quot;Seasparrow&quot;. No total o VLS pode alojar 40 &quot;Standart&quot; ou 160 &quot;Evolved Seasparrows&quot; ou uma mistura de ambos." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">O VLS Vertical Launch System (VLS) para mísseis composto por 5 módulos de 8 células de lançamento. No total o VLS pode alojar 40 &quot;Standard&quot; ou 160 &quot;Sea Sparrows&quot; ou uma mistura de ambos.</p></div>
<div id="attachment_4842" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/15-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4842  " title="15-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/15-de-ruyter.jpg" alt="A; B; C" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A - O  APAR capaz de detectar e seguir automaticamente alvos a baixa altitude e aéreos e guiar mísseis para vários alvos em simultâneo; B - MIRADOR, sistema  electro-óptico de vigilância, seguimento e controlo de tiro, com design &quot;steath&quot;; C - Radar multi-banda de longo alcance SMART- L 3D para vigilância e aquisição de objectivos. </p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4843" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/16-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4843 " title="16-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/16-de-ruyter.jpg" alt="D - Os sistemas de lançamento de torpedos Mk. 46." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">D - Os sistemas de lançamento de torpedos Mk. 46.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Algumas características</strong><br />
Os navios desta classe foram construídos na Holanda pelo &#8220;Koninklijke Schelde Groep&#8221; de Vlissingen. Alemanha e Espanha também participaram no projecto na fase de design.<br />
Sendo um navio com elevado grau de automação tem uma guarnição relativamente reduzida para as suas dimensões, 204 dos quais 22 pertencem ao Estado-Maior da força e 10 à tripulação e apoio ao helicóptero NH90.<br />
O navio tem 144m de comprimento, um deslocamento de 6.048 toneladas (para dar uma ideia comparativa com as nossas &#8220;Vasco da Gama&#8221;, isto são, respectivamente, mais 30 metros e mais 2.848 toneladas) e velocidade máxima de 30 nós (60Km/h).</span><span style="font-size: medium;"> Tem três sistemas de propulsão: 2 Turbinas a gás Rolls Royce; 2 motores diesel Stork Wärtsilä ; 4 Geradores Diesel Alsthom Paxman<br />
<strong></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Armamento</strong><br />
Dispõe de um VLS Vertical Launch System (VLS) para mísseis composto por 5 módulos de 8 células de lançamento. Cada célula pode alojar 1 ou 8 misseis, consoante este for &#8220;Standard&#8221; ou &#8220;Sea Sparrow&#8221;. No total o VLS pode alojar 40 &#8220;Standard&#8221; ou 160 &#8220;Envolved Sea Sparrows&#8221; ou uma mistura de ambos.<br />
A peça é uma &#8220;Oto Breda&#8221; 127/54 para alvos terrestres e navais, calibre 127mm, um peso de 38 toneladas e cadência de tiro máxima 40 tiros por minuto. Pode atingir alvos até 30 quilómetros de distância.</span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4849" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/14-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4849 " title="14-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/14-de-ruyter.jpg" alt="O semi-rigido junto à grua (de bombordo) que o coloca no mar." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">O semi-rigido junto à grua (de bombordo) que o coloca no mar.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/18-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4844 " title="18-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/18-de-ruyter.jpg" alt="A divulgação da Marinha Holandesa e do navio em especial não foi descurada." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A divulgação da Marinha Holandesa e do navio em especial não foi descurada.</p></div>
<div id="attachment_4845" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/20-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4845 " title="20-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/20-de-ruyter.jpg" alt="A industria naval holandesa está em permanente actividade para equipar a sua marinmha e tem muitos clientes estrangeiros. Neste momento já decorrem os estudos para substituir as fragatas da classe &quot;M&quot;, o que deverá ter lugar com navios revolucionários por volta de 2024." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A industria naval holandesa está em permanente actividade para equipar a sua marinha e tem muitos clientes estrangeiros. Neste momento já decorrem os estudos para substituir as fragatas da classe &quot;M&quot;, o que deverá ter lugar por volta de 2024.</p></div>
<div id="attachment_4846" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/17-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4846 " title="17-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/17-de-ruyter.jpg" alt="Detalhe do &quot;quadro de presenças a bordo&quot;!" width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe do &quot;quadro de presenças a bordo&quot;</p></div>
<div id="attachment_4847" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/19-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4847  " title="19-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/19-de-ruyter.jpg" alt="Ao serviço das NATO o &quot;De Ruyter&quot; embarca o comandante da SNGM 1, comodoro . Apesar de fortes cortes na Defesa (anunciados já em Abril), a Marinha Holandesa" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ao serviço das NATO o &quot;De Ruyter&quot; embarca o comandante da SNGM 1, comodoro Ben Bekkering.</p></div>
<div id="attachment_4848" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/21-de-ruyter.jpg" rel="lightbox[4828]"><img class="size-full wp-image-4848  " title="21-de-ruyter" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/21-de-ruyter.jpg" alt="Brasão o &quot;De Ruyter&quot;" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Heráldica do &quot;De Ruyter&quot;. Este nome de um almirante holandês do século XVII (MICHIEL ADRIAENSZOON DE RUYTER) tem sido utilizado em muitos navios desta Marinha desde o século XIX. Na Holanda é designado como o seu maior almirante de sempre e quem construiu uma marinha verdadeiramente moderna e nacional. Este símbolo é o seu pessoal, conseguido por De Ruyter que provinha de famílias humildes e não tinha &quot;brasão&quot;, mas conquistou-o pelos seus feitos em combate em 1660 no auxilio à Dinamarca em guerra com a Suécia.</p></div>
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		<title>AIRLIFT BLOCK TRAINING 2012 (CONCLUSÃO)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 09:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Machado</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[As condições para a execução de saltos em pára-quedas - várias zonas aptas a lançamento de pessoal e material, de dia e de noite, poucas restrições de espaço aéreo a diferentes altitudes, são exemplos - permitiram aos para-comandos belgas atingir os objectivos deste treino em Portugal. Alfredo Serrano Rosa foi ao terreno e mostra-nos algumas curiosidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">As condições para a execução de saltos em pára-quedas - várias zonas aptas a lançamento de pessoal e material, de dia e de noite, poucas restrições de espaço aéreo a diferentes altitudes, são exemplos - permitiram aos para-comandos belgas atingir os objectivos deste treino em Portugal. <strong>Alfredo Serrano Rosa </strong>foi ao terreno e mostra-nos algumas curiosidades.<span id="more-4775"></span></span></p>
<div id="attachment_4799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/1-saa-alter-do-chao-07mar12-033-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4799  " title="1-saa-alter-do-chao-07mar12-033-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/1-saa-alter-do-chao-07mar12-033-copy.jpg" alt="A Bélgica mantém uma razoável capacidade de projecção de força, assente na 15 Wing e nas unidades pára-comando. O treino deste conjunto é levado a sério, facto que obriga, por exemplo, a procurar fora do país locais para manter as necessárias qualificações para tripulações e pára-quedistas." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A Bélgica mantém capacidade de projecção de força com algum significado, assente na 15 Wing e nas unidades pára-comando. O treino deste conjunto é levado a sério, facto que obriga, por exemplo, a procurar fora do país locais para manter as necessárias qualificações para tripulações e pára-quedistas.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Apenas pouquíssimas missões foram canceladas por condições atmosféricas adversas, cumprindo-se, segundo fonte oficial, 100% dos saltos diurnos previstos e 90% dos nocturnos. Estamos a falar de mais de 2.000 saltos em pára-quedas.<br />
Esta cooperação bilateral, sendo sem dúvida de uma crucial importância para o treino de um grande número de militares belgas de vários ramos e unidades, não deixa de ter importância para os nossos pára-quedistas. Destes destacam-se os elementos da Companhia de Precursores do Batalhão Operacional Aeroterrestre da Brigada de Reacção Rápida que fizeram algum &#8220;treino cruzado&#8221; com os seus congéneres belgas, nomeadamente em termos de operação de zonas de lançamento (pessoal e material) e outras actividades de que fazem uso quer em termos técnicos de pára-quedismo quer de combate. Em termos menos especializados, alguns (poucos) pára-quedistas portugueses efectuaram saltos em missões de lançamento belgas, ficando assim com um maior conhecimento dos seus equipamentos e procedimentos. Por fim o pagamento que fazem dos apoios recebidos também não é um aspecto desprezível.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Pela parte do Exército Belga o grosso da actividade coube à Brigada Ligeira (ver organograma abaixo), nomeadamente ao</span><span style="font-size: medium;"> 2.º Batalhão Comando (<em>2 Bataillon de Commandos</em>, aquartelado em Flawinne) e ao 3.º Batalhão de Pára-quedistas (<em>3 Bataljon Parachutisten</em> aquartelado em Tielen), unidades que aqui qualificaram para este ano parte significativa dos seus militares. Muitos ainda não tinham saltado de avião, apenas tinham feito os saltos em pára-quedas a partir do balão do Centro de Treino de Pára-quedismo (*) em Schaffen. Estas unidades também realizaram operações tácticas a nível de companhia e treinaram aterragens de assalto.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Os instrutores de pára-quedismo de Schaffen presentes efectuaram saltos de abertura manual e saltos <em>tandem</em> (salto de abertura manual em que o pára-quedista - piloto <em>tandem</em> - transporta um passageiro).<br />
As aeronaves C-130 belgas, além das mais de 30 missões de lançamento de pára-quedistas no Arripiado e em Alter do Chão, realizaram uma dezena de Aterragens de Assalto, diurnas e nocturnas em pistas nacionais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><strong>Os pára-comandos belgas</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">As origens dos pára-comandos belgas remontam à 2.ª Guerra Mundial quando em 1942 foram criados no Reino Unido, os pára-quedistas belgas (que adoptaram a designação &#8220;tipo inglesa&#8221;, SAS) e os comandos belgas. Lutavam ao lado dos aliados e usavam, os primeiros boina vermelha e os segundos boina verde. Terminado o conflito, já na Bélgica, instalam-se em locais separados o Regimento SAS e o Regimento Comando e são criados o Centro de Treino de Pára-quedismo e o Centro de Treino Comando. Em 1949 é criada uma Brigada Aerotransportada com estes dois regimentos mas dura apenas alguns meses tal é a contestação à junção. Militares destas unidades combatem na Guerra da Coreia (1951-53) integrados no Corpo de Voluntários para a Coreia. Em 1952 é criado o Regimento Pára-Comando, com o 1.º Batalhão de Pára-quedistas e o 2.º Batalhão Comando. Apesar das polémica acabou por se concretizar e porque as duas forças eram numericamente semelhantes, decidiu-se quais as unidades do Regimento que usavam a boina verde e as que usavam a boina vermelha (todos passaram a ter a mesma formação), mantendo-se assim uma ligação às especialidades de origem. Seguem-se várias intervenções em África e criação de mais unidades comando e de pára-quedistas, dependentes do Regimento. Em 1961 os pára-comandos belgas realizam mesmo saltos operacionais no Congo e efectuam diversas intervenções nesta colónia, no Ruanda e Burundi. Nos anos 60 e 70 novas intervenções em África, algumas com saltos operacionais, como em 1964 em Stanleyville (actual Kisangani), Paulis (actual Isiro) ou Kolwesi em 1978. Nos anos 80 e 90</span><span style="font-size: medium;"> novas operações em África</span><span style="font-size: medium;"> (por exemplo a Blue Beam no Zaire com uma participação de 1 C-130</span><span style="font-size: medium;"> e pára-quedistas</span><span style="font-size: medium;"> da Força Aérea Portuguesa)</span><span style="font-size: medium;"> e em 1991 o Regimento deu origem à Brigada Pára-Comando. Em 2003 passou a ter a estranha designação de Capacidade de Reacção Imediata perdendo parte da sua capacidade &#8220;pára-quedista&#8221;. Em 2011 no âmbito de nova e profunda reforma do Exército foi criada a Brigada Ligeira, com unidades de várias origens e uma capacidade pára-quedista assente em dois batalhões, forças especiais e uma componente logística adaptada, nomeadamente para o lançamento de cargas, tendo o QG desta brigada capacidade para comandar um Battle Group da União Europeia. O batalhão de infantaria ligeira (não pára-quedista) da brigada dispõe de viaturas blindadas 4&#215;4, já cumpriu missões na Bósnia, Kosovo, Líbano e de segurança ao Aeroporto de Cabul (a futura missão de Portugal na ISAF). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">A projecção de força a longas distâncias da Bélgica, diga-se de passagem bastante usada ao longo dos anos, nomeadamente para operações em África, algumas de grande dimensão, assenta na excelente colaboração com a 15 Wing da Força Aérea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: medium;">Alguns números</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Segundo dados do Ministério da Defesa deste país, o</span><span style="font-size: medium;"> Exército Belga dispõe de 12.560 militares dos quais, 21% estão na Brigada Ligeira. Estes estão assim divididos:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Quarte-General (em Marche-en-Famenne): 140 militares;<br />
2.º Batalhão Comando (Flawinne): 650;<br />
3.º Batalhão Pára-quedista (Tielen): 650;<br />
Centro de Treino de Pára-quedistas (Schaffen): 280;<br />
Centro de Treino de Comandos (Marche-Les-Dames): 180;<br />
Batalhão Príncipe Léopold (Spa): 650;<br />
Grupo de Forças Especiais (Flawinne): 160.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: small;">(*) O Centro de Treino de Pára-quedismo esteve desde sempre em Schaffen. Em 2011 perante grande polémica pública foi extinto o 1.º Batalhão de Pára-quedistas (1Para), aquartelado &#8220;ali ao lado&#8221; em Diest. Este batalhão era herdeiro das tradições da primeira unidade pára-quedista criada no Reino Unido em 1942, os &#8220;SAS Belgas&#8221;. Agora as tradições do 1Para passaram para o Grupo de Forças Especiais (o qual deverá ser transferido para Heverlee) o mesmo acontecendo - segundo fontes seguras - com parte dos seus militares.  Em Diest, na antiga fortificação (a Citadelle) onde estava o 1Para, encontra-se ainda desde 1976, o Museu Pegasus - museu dos pára-quedistas belgas. Este aguarda ansiosamente qual o destino que a autarquia local - que tomou posse da enorme área da fortificação - vai dar ao local.  Parece que vai ser alienada e que será o futuro proprietário a decidir&#8230;</span><br />
</span></p>
<div id="attachment_4800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/2-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-028-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4800 " title="2-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-028-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/2-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-028-copy.jpg" alt="Escola de Tropas Pára-quedistas, Tancos. Os comandos belgas preparam-se para mais um dia de actividade aeroterrestre. Todos os autocarros utilizados (ao fundo), para transportes administrativos vieram da Bélgica." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Escola de Tropas Pára-quedistas, Tancos. Os comandos belgas preparam-se para mais um dia de actividade aeroterrestre. Todos os autocarros utilizados (ao fundo), para transportes administrativos vieram da Bélgica.</p></div>
<div id="attachment_4801" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/3-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-072-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4801 " title="3-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-072-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/3-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-072-copy.jpg" alt="Zona de Saltos da Silveira junto a Alter do Chão. A operação da zona foi feita por militares belgas. Apesar de todas as novas tecnologias, lá como cá, continua-se a usar também o método tradicional: lançamento do balão..." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Zona de Saltos da Silveira junto a Alter do Chão. A operação da zona foi feita por militares belgas. Apesar de todas as novas tecnologias (nós fazemos o mesmo!), continua-se a usar também o método tradicional: lançamento do balão...</p></div>
<div id="attachment_4802" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/4-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-074-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4802 " title="4-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-074-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/4-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-074-copy.jpg" alt="...e medição da sua trajectória. O inverso antecipa como será a descida dos pára-quedas. Trata-se de um lançamento em tempo de paz, não há necessidade de correr riscos desnecessários. Já basta..." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">...e medição da sua trajectória. O inverso antecipa como será a descida dos pára-quedas. Trata-se de um lançamento em tempo de paz, não há necessidade de correr riscos desnecessários. Já bastam...</p></div>
<div id="attachment_4803" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/9-saa-alter-do-chao-07mar12-088-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4803 " title="9-saa-alter-do-chao-07mar12-088-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/9-saa-alter-do-chao-07mar12-088-copy.jpg" alt="...os enganchamentos, quase inevitáveis nestes lançamentos em que os militares saltam por ambas as portas do em simultâneo" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">...os enganchamentos, quase inevitáveis nestes lançamentos em que os militares saltam por ambas as portas do C-130 em simultâneo. Neste caso os pára-quedistas não se conseguiram separar e abriram os &quot;reservas&quot;, porque os principais estavam a perder sustentação. É um incidente relativamente perigoso, isto passa-se a mais de 100metros de altitude e pode ter graves consequências (neste caso não teve)...</p></div>
<div id="attachment_4804" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/10-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-176-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4804 " title="10-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-176-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/10-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-176-copy.jpg" alt="...mais perto do solo mas também potencialmente perigoso, o enganchamento do saco do material pode impedir uma boa aterragem e logo lesões." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">...mais perto do solo mas também potencialmente perigoso, o enganchamento do saco do material pode impedir uma boa aterragem e logo lesões. Formação, treino e alguma sorte, contrariam estas situações, mas por vezes não há mesmo como evitá-lo!</p></div>
<div id="attachment_4805" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/11-saa-alter-do-chao-07mar12-385-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4805 " title="11-saa-alter-do-chao-07mar12-385-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/11-saa-alter-do-chao-07mar12-385-copy.jpg" alt="A aterragem sobre árvores, não sendo muito vulgar, acontece e na maior parte das vezes sem grandes consequências. O pior, quase e sempre, é depois recolher - sem danificar - o equipamento. Todos estes incidentes são parte integrante da &quot;vida&quot; do pára-quedista em qaulquer parte do mundo." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">A aterragem sobre árvores, não sendo muito vulgar, acontece e na maior parte das vezes sem grandes consequências. O pior quase e sempre, é depois recolher - sem danificar - o equipamento. Todos estes incidentes são parte integrante da &quot;vida&quot; do pára-quedista em qualquer parte do mundo.</p></div>
<div id="attachment_4806" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/5-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-066-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4806 " title="5-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-066-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/5-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-066-copy.jpg" alt="Precursores portugueses acompanharam as sessões de lançamento." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Precursores portugueses acompanharam as sessões de lançamento.</p></div>
<div id="attachment_4807" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/6-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-085-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4807 " title="6-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-085-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/6-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-085-copy.jpg" alt="Ambulâncias e pessoal de saúde belgas acompanharam sempre as actividades das suas forças." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Ambulâncias e pessoal de saúde das Forças Armadas belgas acompanharam sempre as actividades das suas unidades.</p></div>
<div id="attachment_4808" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/7-saa-alter-do-chao-07mar12-254-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4808  " title="7-saa-alter-do-chao-07mar12-254-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/7-saa-alter-do-chao-07mar12-254-copy.jpg" alt="Todas as viaturas que o contingente utilizou vieram da Bélgica. " width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Todas as viaturas que o contingente utilizou vieram da Bélgica, mesmo este Volkswagen Iltis, com mais de 2 décadas de serviço.</p></div>
<div id="attachment_4809" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/8-saa-alter-do-chao-07mar12-431-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4809 " title="8-saa-alter-do-chao-07mar12-431-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/8-saa-alter-do-chao-07mar12-431-copy.jpg" alt="Estas viaturas pesadas porta-contentores (que os manobram sem necessidade de ajuda exterior - bem falta nos tinham feito em muitas missões!), transportaram todos os pára-quedas utilizados, mais de 2.000." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Estas viaturas têm a vantagem de manobrar os contentores sem necessidade de meios exteriores. Neste caso serviam para recolher os pára-quedas das zonas de lançamento e foram mais de 2.000, além dos &quot;ventrais/reservas&quot;</p></div>
<div id="attachment_4810" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/12-saa-alter-do-chao-07mar12-462-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4810 " title="12-saa-alter-do-chao-07mar12-462-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/12-saa-alter-do-chao-07mar12-462-copy.jpg" alt="Algumas FN Herstal F2000, também andaram por cá." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas FN Herstal F2000, também andaram por cá.</p></div>
<div id="attachment_4811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/13-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-081-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4811 " title="13-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-081-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/13-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-081-copy.jpg" alt="Salto de Abertura Manual por instrutor de pára-quedismo belga no Aeródromo Militar de Tancos" width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">Salto de Abertura Manual por instrutor de pára-quedismo belga no Aeródromo Militar de Tancos. Aqui (como em S. Jacinto aliás) uma das vantagens é esta, salta-se para o local de onde se descolou. Poupa-se tempo e recursos.</p></div>
<div id="attachment_4812" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/14-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-132-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4812  " title="14-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-132-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/14-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-132-copy.jpg" alt="A realização de saltos de abertura manual (queda-livre) para o próprio Aeródromo de onde se descola, é mais uma das mais-valias desta infra-estrutura. Ganha-se tempo e poupam-se recursos." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Estes quadros de Schaffen, habitualmente pessoal com muitos anos de serviço, são responsáveis por toda a actividade aeroterrestre, quer seja como largadores quer a operar as zonas de lançamento quer nas inspecções do pessoal em terra antes dos saltos ou na preparação e lançamento de cargas e ainda na formação de pára-quedistas, do básico ao salto com oxigénio a grande altitude. Tudo o que é pára-quedismo na Bélgica, passa por eles, pelo Centro de Treino de Pára-quedismo.</p></div>
<div id="attachment_4813" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/15-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-344-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4813 " title="15-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-344-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/15-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-344-copy.jpg" alt="Não é todos os dias que se vêem estes &quot;bisontes&quot; a voar bem, mas bem, baixo. Entre esta e a próxima foto, a máquina do Alfredo Serrano Rosa..." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Não é todos os dias que se vêem estes &quot;bisontes&quot; a voar bem, mas bem, baixo...</p></div>
<div id="attachment_4814" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/16-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-345-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4814 " title="16-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-345-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/16-cooperacao-beja-14mar12-saa-alter-do-chao-345-copy.jpg" alt="...não terá finalidade prática numa operação aerotransportada, mas pode contribuir para o melhor desempenho dos pilotos, para apurar as suas capacidades. Nunca se sabe se será necessária uma &quot;brincadeira&quot; destas!" width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">...não terá finalidade prática numa operação aerotransportada, mas pode contribuir para um melhor desempenho dos pilotos, para apurar as suas capacidades. Nunca se sabe quando será necessária uma &quot;brincadeira&quot; destas!</p></div>
<div id="attachment_4815" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/17-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-061-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4815 " title="17-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-061-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/17-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-061-copy.jpg" alt="A 15 Wing twm uma longa história comum com os pára-comandos belgas. De tal modo assim é que no Museu Real das Forças Armadas Belgas, em Bruxelas, ocupam o mesmo espaço e ele é de monta!" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A 15 Wing tem uma longa história comum com os pára-comandos belgas. De tal modo assim é que no Museu Real das Forças Armadas Belgas, em Bruxelas, ocupam a mesma área e ela é de monta!</p></div>
<div id="attachment_4816" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/18-saa-alter-do-chao-07mar12-409-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4816  " title="18-saa-alter-do-chao-07mar12-409-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/18-saa-alter-do-chao-07mar12-409-copy.jpg" alt="Nestas missões os Belgas incluem sempre os seus audiovisiais. Aqui o fotógrafo ao centro com o comandante batalhão (à direita). O exercicio será tema de reportagem nos sites e revistas oficiais do Exército e da Força Aérea belgas." width="614" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Nestas missões os Belgas incluem sempre os seus audiovisuais. Aqui o fotógrafo, ao centro com o comandante de batalhão (à direita). O exercício será por certo tema de reportagem no site e na revista da Defesa Nacional belga.</p></div>
<div id="attachment_4818" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/regiment-para-commando-1990-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4818 " title="regiment-para-commando-1990-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/regiment-para-commando-1990-copy.jpg" alt="Em 1990 o Regimento, logo depois Brigada Pára-Comando, apresentava esta organização, toda com capacidade pára-quedista. As forças especiais estavam noutra grande unidade e juntaram-se aos pára-comandos em 2000.." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Em 1990 o Regimento, logo depois Brigada Pára-Comando, apresentava esta organização, toda com capacidade pára-quedista. As forças especiais estavam noutra grande unidade e juntaram-se aos pára-comandos em 2000.</p></div>
<div id="attachment_4817" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-4817" title="brigada-ligeira-be-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/brigada-ligeira-be-copy.jpg" alt="Organização actual da Brigada Ligeira, uma das duas da componente terrestre das Forças Armadas da Bélgica. Esta componente, o Exército, dispõe hoje de 12.560 militares. " width="600" height="413" /><p class="wp-caption-text">Organização actual da Brigada Ligeira, uma das duas da componente terrestre das Forças Armadas da Bélgica. Esta componente, o Exército, dispõe hoje de 12.560 militares, 2.710 dos quais nesta brigada. </p></div>
<div id="attachment_4819" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/19-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-074-copy.jpg" rel="lightbox[4775]"><img class="size-full wp-image-4819 " title="19-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-074-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/03/19-cooperacao-belga-08mar12-embarques-e-am-074-copy.jpg" alt="A vida militar tem destas coisas! O nosso colaborador Alfredo Serrano Rosa (à direita na imagem), pára-quedista com um sem número de internacionalizações, veio encontrar em Tancos um amigo instrutor de pára-quedismo belga. Braço ao peito? Mais um dos riscos dos largadores, um incidente à porta do C-130 no decurso de um lançamento, ía-lhe arrancando o músculo!" width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">A vida tem destas coincidências! O nosso colaborador, Alfredo Serrano Rosa (à direita na imagem), pára-quedista com um sem número de internacionalizações, veio encontrar em Tancos no decurso desta reportagem um amigo de longa data, instrutor de pára-quedismo belga. Braço ao peito? Mais um dos riscos dos largadores, um incidente à porta do C-130 no decurso de um lançamento ia-lhe arrancando o músculo!</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Leia aqui a 1.ª parte desta reportagem:<br />
<a href="http://www.operacional.pt/airlift-block-training-2012-1%C2%AA-parte/" target="_self">AIRLIFT BLOCK TRAINING 2012 (1.ª PARTE)</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Quer ler no &#8220;Operacional&#8221; as reportagens do ABT 2010? Clique em:<br />
<a href="http://www.operacional.pt/airlift-block-training-2010-em-portugal/" target="_blank">AIRLIFT BLOCK TRAINING 2010 EM PORTUGAL</a><br />
<a href="http://www.operacional.pt/saltos-de-abertura-manual-em-tancos/" target="_blank">SALTOS DE ABERTURA MANUAL EM TANCOS</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.operacional.pt/airlift-block-training-2012-conclusao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>DISTINTIVO DE QUALIFICAÇÃO DE «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO»</title>
		<link>http://www.operacional.pt/distintivo-de-qualificacao-de-%c2%abdobrador-de-equipamento-aereo%c2%bb/</link>
		<comments>http://www.operacional.pt/distintivo-de-qualificacao-de-%c2%abdobrador-de-equipamento-aereo%c2%bb/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 21:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Carmo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[10. DISTINTIVOS, INSÍGNIAS E CONDECORAÇÕES]]></category>

		<category><![CDATA[dobrador; paraquedas; paraquedista; dobragem; CEA; ETP; manutenção; mosquetão; tira extratora]]></category>

		<category><![CDATA[equipamento aéreo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.operacional.pt/?p=4820</guid>
		<description><![CDATA[O Curso de «DOBRADOR» é, indiscutivelmente, um dos mais importantes que a ESCOLA DE TROPAS PARAQUEDISTAS (ETP) ministra aos seus soldados especializados em paraquedismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>INTRODUÇÃO</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">O Curso de «<strong>DOBRADOR</strong>» é, indiscutivelmente, um dos mais importantes que a ESCOLA DE TROPAS PARAQUEDISTAS (ETP) ministra aos seus soldados especializados em paraquedismo.<span id="more-4820"></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">Com um objetivo final bem definido, esta especialidade abrange disciplinas que vão desde o domínio das técnicas de dobragem dos paraquedas de abertura automática, paraquedas de reserva, paraquedas de emergência e paraquedas de abertura manual, passando pela manutenção dos paraquedas, e sem esquecer os seus dispositivos de segurança: de indicação altimétrica e de abertura barométrica.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">É sobre o distintivo que qualifica os soldados paraquedistas em «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO», aprovado pelo Despacho Nº166/CEME/11 que se revelam algumas curiosidades heráldicas(1).</span></span></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4821" class="wp-caption aligncenter" style="width: 298px"><img class="size-full wp-image-4821   " title="curso-dobrador-copia" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/curso-dobrador-copia.jpg" alt="Desenho gráfico do distintivo de qualificação do Curso de «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO». (Foto Col. do autor)" width="288" height="344" /><p class="wp-caption-text">Desenho gráfico do distintivo de qualificação de «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO». (Foto Col. do autor)</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>SIMBOLOGIA HERÁLDICA DO DISTINTIVO DE QUALIFICAÇÃO DE «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO»</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Descrição:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- uma calote de um paraquedas de abertura manual, aberta; sobreposta à sinistra uma calote de um paraquedas convencional de abertura automática, aberta; abraçando os cordões de suspensão das duas calotes, uma tira extratora com mosquetão fechado, tudo de prata.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Simbologia e alusão das peças:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- As <strong>CALOTES</strong> dos paraquedas, abertas, simbolizam a atividade de dobragem;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- A <strong>TIRA EXTRATORA </strong>COM<strong> MOSQUETÃO FECHADO</strong> é demonstrativa da importância da instrução específica do «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO», cuja missão é dobrar, manter e inspecionar os paraquedas para e após as reparações, e representativa da atividade de manutenção.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Os esmaltes significam:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- A <strong>PRATA</strong> , integridade e obediência.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_4822" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><img class="size-full wp-image-4822  " title="dobradores-entidades3-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/dobradores-entidades3-copy.jpg" alt="Habilitar os soldados paraquedistas a dominar as técnicas de dobragem de paraquedas de abertura automática e de abertura manual, é um dos objetivos do Curso de «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO»." width="614" height="409" /><p class="wp-caption-text">Habilitar os soldados paraquedistas a dominarem as técnicas de dobragem de paraquedas de abertura automática e de abertura manual, é um dos objetivos do Curso de «DOBRADOR».</p></div>
<div id="attachment_4823" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/dobradores25jan05-045-copy.jpg" rel="lightbox[4820]"><img class="size-full wp-image-4823 " title="dobradores25jan05-045-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/dobradores25jan05-045-copy.jpg" alt="Dobragem de um paraquedas de reserva." width="614" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Dobragem de um paraquedas de reserva.</p></div>
<div id="attachment_4824" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/dobradores10mai06-057-copy.jpg" rel="lightbox[4820]"><img class="size-full wp-image-4824 " title="dobradores10mai06-057-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/dobradores10mai06-057-copy.jpg" alt="As Tropas Paraquedistas já contam com «dobradores femininos» nos seus efetivos." width="614" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">As Tropas Paraquedistas já contam com «dobradores femininos» nos seus efetivos.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>REGRAS DE ATRIBUIÇÃO DO DISTINTIVO DE QUALIFICAÇÃO DE «DOBRADOR DE EQUIPAMENTO AÉREO»</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Pré-requisitos:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> Possuir o Curso de Paraquedismo Militar;</span></span></li>
<li><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"> Ser Soldado.</span></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Habilitar / objectivo final:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- Habilitar os instruendos - soldados paraquedistas - com os conhecimentos técnicos para as funções inerentes ao cargo de soldado «DOBRADOR».</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Dados técnicos para a confecção / fabrico:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Cores:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- totalmente em &#8220;prata velha&#8221; e/ou fosca;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Dimensões:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- altura - 5 cm X largura - 4,9 cm</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Versão metálica:</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- o distintivo deve ser produzido a partir de uma liga de cobre (latão ou bronze) com acabamento por &#8220;banho de prata velha-oxidada&#8221;;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- o <em>cunho</em> deve ser executado a partir de uma escultura(2) para permitir realçar os <em>baixos e altos relevos</em> que compõem todos os elementos heráldicos da peça;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- a peça estampada com reverso-liso deve ser fixada nos uniformes com dois fechos tipo &#8220;prego&#8221; dispostos horizontalmente (ou três dispostos em triângulo) no reverso para contrariar o seu desalinho nos uniformes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Versão em pano / baixa visibilidade (uniforme camuflado):</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- o distintivo pode ser produzido a negro sob fundo verde oliva e/ou camuflado ou em material vulcanizado nas mesmas cores.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Localização/uso do distintivo</strong>:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- de acordo com o Despacho Nº166/CEME/11, o distintivo é usado no lado esquerdo da pala do bolso superior direito dos uniformes.<br />
</span></span></p>
<div id="attachment_4826" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><a href="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/dobradores25jan05-038-copy.jpg" rel="lightbox[4820]"><img class="size-full wp-image-4826 " title="dobradores25jan05-038-copy" src="http://www.operacional.pt/wp-content/uploads/2012/04/dobradores25jan05-038-copy.jpg" alt="O lema dos «DOBRADORES» ilustra de forma inequívoca o seu espírito profissional: UM DOBRADOR NÃO ERRA, NUNCA." width="410" height="614" /></a><p class="wp-caption-text">O lema dos «DOBRADORES» ilustra de forma inequívoca o seu espírito profissional: UM DOBRADOR NÃO ERRA, NUNCA.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>NOTAS</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">(1) O texto heráldico (oficioso e ainda sujeito a ajustamentos) aqui publicado foi elaborado e adaptado pelo SCH/PARAQ (RES) ANTÓNIO E. S. CARMO.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">(2) Com este tipo de fabrico, dificulta-se o processo de falsificação dos distintivos e o seu consequente &#8220;sucateamento&#8221;, levado a efeito por intermediários/comerciantes, cujo único objetivo é o lucro puro, ignorando a qualidade e beleza heráldica dos distintivos das Forças Armadas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">SUPORTE DOCUMENTAL</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- DESPACHO Nº166/CEME/11 de 20OUT;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- PORTARIA Nº254/2011 de 30JUN;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- CARMO, António E. S., «DISTINTIVOS E INSÍGNIAS DAS TROPAS PARAQUEDISTAS PORTUGUESAS», Edição do autor (em preparação);</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- Arquivo particular de Miguel Silva Machado &amp; António E. S. Carmo;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;">- Testemunhos orais recolhidos pelo autor na ETP.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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